contato@nztbr.com
cid curetagem
CID-11

Curetagem uterina

Curetagem uterina

Resumo

Curetagem remove tecido do útero para diagnóstico ou controle de sangramento.

Identificação

Código Principal
cid curetagem
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Procedimento cirúrgico de curetagem uterina para diagnóstico histológico ou manejo de sangramento.
Nome em Inglês
uterine curettage
Outros Nomes
raspagem endometrial • curetagem uterina • raspagem do endométrio • D&C ginecológico • raspagem uterina diagnóstica
Siglas Comuns
D&C Dilatacao_e_Curetagem Curetag

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Procedimentos ginecológicos
Categoria Principal
Procedimentos diagnósticos e terapêuticos ginecológicos
Subcategoria
Tipo de Condição
traumatica
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Uso comum em ginecologia; dados globais variam por população e contexto clínico.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; estimativas oficiais não são consistentes.
Faixa Etária Principal
Adultas em idade reprodutiva
Distribuição por Sexo
Predominantemente mulheres
Grupos de Risco
Mulheres com sangramento uterino Gravidez com complicações Anemia História de cirurgia uterina Anomalias endometriais
Tendência Temporal
Uso estável com variações regionais ao longo dos anos.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Indicação clínica para diagnóstico histológico ou manejo de sangramento
Mecanismo Fisiopatológico
Remoção de tecido endometrial permite histopatologia e reduz sangramento em cenários indicados.
Fatores de Risco
Anemia prévia Idade avançada Menopausa Doenças hormonais Uso de anticoagulantes Acesso reduzido a saúde
Fatores de Proteção
Acompanhamento regular Tratamento de condições hormonais Planejamento pré-operatório Controle de anemia

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Sangramento uterino anormal ou metrorragia severa como queixa principal.
Sintomas Frequentes
Dor pélvica leve
Cólicas
Fluxo irregular
Sangramento entre períodos
Fadiga por anemia
Desconforto abdominal
Sinais de Alerta
  • Dor abdominal intensa
  • Sangramento grave com instabilidade
  • Febre alta
  • Sangramento pós-menopausa
  • Dificuldade respiratória
Evolução Natural
Sangramento pode persistir ocasionalmente; acompanhamento histopatológico orienta tratamento.
Complicações Possíveis
Infecção Perfuração uterina Sangramento excessivo Atraso de cicatrização Lesões cicatriciais

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Histopatologia do material coletado confirma diagnóstico endometrial.
Exames Laboratoriais
Hemograma Bioquímica básica Teste de coagulação Beta-hCG Ferritina
Exames de Imagem
Ultrassom transvaginal HSG RM pélvica TC conforme necessidade
Diagnóstico Diferencial
  • Sangramento uterino de origem clínica
  • Miomatose
  • Endometrite
  • Pólipos endometriais
  • Hiperplasia endometrial
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com indicação; geralmente semanas

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação clínica, planejamento da curetagem, acompanhamento histopatológico
Modalidades de Tratamento
1 Curetagem
2 Gestão de anemia
3 Tratamento de sangramento
4 Acompanhamento histopatológico
5 Planejamento reprodutivo
Especialidades Envolvidas
Ginecologia Anestesiologia Patologia Radiologia Laboratório
Tempo de Tratamento
Duração variável conforme indicação e resultados
Acompanhamento
Retornos para resultados histopatológicos e monitoramento de sangramento

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente favorável quando indicada adequadamente e com avaliação histológica benigna.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Indicação clínica precisa
  • Resultados histopatológicos benignos
  • Ausência de complicações
  • Conformidade com acompanhamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Gravidez de alto risco
  • Patologia maligna
  • Complicações cirúrgicas
  • Hemorragia não controlada
Qualidade de Vida
Pode permanecer estável com acompanhamento regular

Prevenção

Prevenção Primária
Identificar sangramento anormal cedo; buscar avaliação médica imediata.
Medidas Preventivas
Acesso rápido a avaliação ginecológica
Controle de anemia
Gestão de anticoagulantes conforme orientação
Planejamento de gravidez
Educação sobre sinais de alerta
Rastreamento
Depende de condição subjacente; não universal

Dados no Brasil

Variam por região; dados nacionais não consolidados.
Internações/Ano
Baixos quando a indicação é adequada.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior concentração em capitais; acesso molda números regionais.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os motivos para curetagem?
Indicação clínica para diagnóstico histológico ou manejo de sangramento.
2 A curetagem dói?
Anestesia adequada minimiza desconforto; converse com a equipe.
3 É segura para fertilidade?
Segura quando indicada; o impacto depende da condição uterina subjacente.
4 Como é obtido o resultado histológico?
Tecido coletado é analisado pelo patologista e retorna diagnóstico.
5 Precisa de repouso após?
Pode exigir repouso breve; siga as orientações da equipe médica.

Mitos e Verdades

Mito

Curetagem causa infertilidade permanente.

Verdade

risco é baixo quando indicada e executada com técnica adequada.

Mito

procedimento sempre doloroso.

Verdade

anestesia adequada minimiza dor.

Mito

cura tagem muda o ciclo hormonal para sempre.

Verdade

alterações são temporárias; ciclo tende a retornar.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: procurar ginecologista ou pronto atendimento se sangramento intenso.
Especialista Indicado
Ginecologista
Quando Procurar Emergência
Dor forte, sangramento abundante ou sinais de choque exigem atendimento.
Linhas de Apoio
Disque 136 SUS Central 0800 648 1500

CIDs Relacionados

Z01 Z02 Z12 Z86 N92

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.