contato@nztbr.com
cid crise alergica
CID-10

Reação alérgica aguda

Alérgia súbita, crise alérgica

Resumo

Crise alérgica é reação do corpo a algo; sinais variam de coceira a dificuldade respiratória.

Identificação

Código Principal
cid crise alergica
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Reação alérgica acuta
Nome em Inglês
Acute allergic reaction
Outros Nomes
hipersensibilidade aguda • reação alérgica súbita • episódio alérgico • reação alérgica leve • reativação alérgica
Siglas Comuns
RA Alergia ALR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema imunoalérgico
Categoria Principal
Doenças alérgicas
Subcategoria
Reação alérgica aguda
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global alta, especialmente em alergias respiratórias, alimentares e medicamentos.
Prevalência no Brasil
Brasil com variação regional; maior relato em áreas urbanas.
Faixa Etária Principal
crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Leve predomínio feminino, varia por alérgeno.
Grupos de Risco
Histórico familiar de alergias asma rinite alérgica eczema atópico sensibilidade a fármacos
Tendência Temporal
Varia com poluição, clima e exposição; tendência estável a moderadamente alta.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Exposição a alérgenos ambientais, alimentares, medicamentos ou venenos.
Mecanismo Fisiopatológico
Resposta imune mediada por IgE com liberação de histamina e mediadores inflamatórios.
Fatores de Risco
histórico familiar asma eczema infecções em idade precoce uso de certos fármacos exposição ocupacional
Fatores de Proteção
educação sobre gatilhos evitar alérgenos conhecidos vacinações específicas monitoramento médico
Componente Genético
Predisposição atópica comum em famílias com alergias.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira intensa com urticária e inchaço de pele ou mucosas.
Sintomas Frequentes
urticária
edema facial
dificuldade respiratória
tosse
chiado no peito
vertigem leve
Sinais de Alerta
  • dificuldade respiratória grave
  • queda de pressão
  • confusão
  • perda de consciência
  • pele pálida
Evolução Natural
Pode piorar rapidamente sem intervenção; depende do alérgeno e da gravidade.
Complicações Possíveis
angioedema grave choque insuficiência respiratória hipotensão persistente coma

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de exposição e sinais sugestivos; resposta a medidas de suporte.
Exames Laboratoriais
IgE total elevado IgE específica eosinofilia dosagem de mediadores hemograma
Exames de Imagem
radiografia de tórax se dispneia ECG se dor torácica ultrassom não obrigatório na crise aguda RM não indicada
Diagnóstico Diferencial
  • asma inducida por alérgenos
  • infecção respiratória
  • reação medicamentosa
  • intolerância alimentar
  • pseudo-alergia
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias, dependendo da gravidade e acesso a serviços

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação rápida da gravidade, medidas de suporte, orientação de evacuação.
Modalidades de Tratamento
1 medicamentoso
2 monitorização
3 imunoterapia
4 educação sobre evacuação
5 encaminhamento alergologia
Especialidades Envolvidas
Alergia e Imunologia Emergência Clínica médica Pediatria Farmácia clínica
Tempo de Tratamento
Variável; inicia-se imediatamente na crise
Acompanhamento
Retornos nas primeiras 24h; ajuste de manejo com alergista

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com manejo adequado; crises recorrentes podem ocorrer.
Fatores de Bom Prognóstico
  • reconhecimento rápido
  • acesso a atendimento
  • ausência de comorbidades
  • cumprimento do plano
Fatores de Mau Prognóstico
  • retardo no atendimento
  • exposição repetida a alérgenos
  • gravidade da reação
  • falta de acompanhamento
Qualidade de Vida
Impacto moderado a leve; melhora com educação e prevenção

Prevenção

Prevenção Primária
Identificar gatilhos e evitar exposição; ambiente seguro em casa.
Medidas Preventivas
ler rótulos
evitar alérgenos conhecidos
planejar evacuação
treinamento de cuidadores
kit de emergência
Rastreamento
Aconselhamento anual sobre alergias e riscos

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais variando por alérgeno
Internações/Ano
Mortalidade baixa, associada a anafilaxia grave
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões urbanas apresentam maior registro

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam crise alérgica grave?
Dificuldade respiratória, queda de pressão, pele pálida, confusão, desmaio.
2 Como agir em casa diante de uma crise leve?
Eliminar gatilhos, manter posição confortável, buscar orientação médica.
3 É possível prevenir crises?
Identifique gatilhos, evite exposições, tenha plano de evacuação e tratamento.
4 Quando realizar exames de alergia?
Após episódios repetidos ou alergias graves, com orientação médica.
5 Qual é o papel da imunoterapia?
Reduz sensibilidade a alguns alérgenos sob supervisão médica.

Mitos e Verdades

Mito

Alergias somem com a idade

Verdade

Podem persistir ou mudar ao longo da vida

Mito

Todas as alergias são graves

Verdade

Muitas são leves com manejo adequado

Mito

Alergia a alimento é rara

Verdade

Comum em crianças; varia com alimento

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure posto de saúde ou pronto atendimento em crise
Especialista Indicado
Alergista/imunologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade extrema para respirar, pele pálida, desmaio
Linhas de Apoio
SUS 136 SAMU 192 Centro de Informação sobre Alergias

CIDs Relacionados

J30.9 L50.9 T78.2 J45.909 Z88.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.