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cid corrimento vaginal
CID-10

Vaginite e corrimento vaginal

Corrimento vaginal, vaginite

Resumo

Corrimento vaginal pode ter causas simples; procure avaliação

Identificação

Código Principal
N76.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Vaginite não especificada
Nome em Inglês
Vaginitis, unspecified
Outros Nomes
Vaginite não especificada • Vaginose • Corrimento vaginal • Infecção vaginal • Vaginite inespecífica
Siglas Comuns
VV VD VVD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Doenças do sistema geniturinário feminino
Categoria Principal
Doenças do sistema geniturinário
Subcategoria
Vaginite
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência variável entre mulheres em idade reprodutiva; comum em consultórios
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variações regionais.
Faixa Etária Principal
Mulheres em idade reprodutiva
Distribuição por Sexo
Predominantemente mulheres; homens menos afetados
Grupos de Risco
Mulheres sexualmente ativas Múltiplos parceiros Uso inadequado de antibióticos Diabetes Imunossupressão
Tendência Temporal
Varia conforme acesso à saúde; tendência estável

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infecções vaginais por fungos, bactérias ou protozoários
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação da mucosa por desequilíbrio da flora, com produção de corrimento
Fatores de Risco
DSTs não tratadas Uso de antibióticos Diabetes Imunossupressão Sexo sem proteção Duchas vaginais
Fatores de Proteção
Uso de preservativo Higiene suave Lubrificação adequada Controle de diabetes
Componente Genético
Predisposição genética não estabelecida; variabilidade individual

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Corrimento vaginal variável acompanhado de coceira
Sintomas Frequentes
Prurido
Odor
Corrimento
Descamação vaginal
Sensação de ardor
Sinais de Alerta
  • Febre alta
  • Dor abdominal intensa
  • Sinais de PID
  • Dificuldade para urinar
  • Hemorragia anômala
Evolução Natural
Pode persistir sem tratamento; melhora com terapia adequada
Complicações Possíveis
PID Infecção ascendente Recidiva Dor pélvica crônica Infertilidade apenas com PID

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, exame físico e testes simples de amostra vaginal
Exames Laboratoriais
Microscopia de secreto vaginal KOH +Whiff test Cultura Teste de pH
Exames de Imagem
Ultrassom pélvico, quando indicado Avaliação adicional conforme sintomas
Diagnóstico Diferencial
  • DSTs
  • Infecção urinária
  • Cervicite
  • Dermatite vulvar
  • Alergia
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas; depende do agente

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação clínica com foco na etiologia; tratamento específico
Modalidades de Tratamento
1 Antifúngico tópico
2 Antibiótico para vaginose
3 Tratamento de DSTs
4 Cuidados locais
Especialidades Envolvidas
Ginecologia Clínica geral Infeciologia Farmácia hospitalar Educação em saúde
Tempo de Tratamento
3 a 14 dias conforme agente
Acompanhamento
Retorno em 1 a 2 semanas para reavaliação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Gestão adequada garante bom desfecho
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Adesão ao tratamento
  • Ausência de comorbidades
  • Baixo atraso no tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diabetes descompensado
  • Imunossupressão
  • Recidivas frequentes
  • Resistência a antifúngicos
Qualidade de Vida
Impacto moderado a depender de sintomas

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene suave, preservativo, evitar duchas vaginais
Medidas Preventivas
Preservativo
Higiene delicada
Sem duchas
Tratamento de parceiros
Roupas confortáveis
Rastreamento
DSTs conforme protocolo; vaginite não exige rastreio único

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com maior acesso influenciam dados

Perguntas Frequentes

1 Corrimento é sinal de infecção sempre?
Pode indicar infecção ou irritação; avalie com médico
2 Preciso de exame para confirmar?
Sim; exame clínico e testes ajudam a confirmar
3 Tratamento pode atrasar?
Quanto antes, melhores resultados; siga orientação
4 Como prevenir recorrência?
Higiene suave, tratamento de parceiro se indicado
5 Sexo durante tratamento?
Evite sexo até término; use preservativo

Mitos e Verdades

Mito

mito: duchas curam corrimento

Verdade

verdade: duchas podem irritar mucosa e piorar infecção

Mito

mito: todo corrimento é DST

Verdade

verdade: nem todo corrimento é DST; avaliação médica é essencial

Mito

mito: antibiótico resolve tudo

Verdade

verdade: depende do agente; tratamento adequado é essencial

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ginecologia ou clínica da mulher; início orientado
Especialista Indicado
Ginecologista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, febre alta, sangramento anormal, piora rápida
Linhas de Apoio
DisqueSaúde 136 SUS 188

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N76.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.