Consulta ginecológica de rotina
Consulta ginecológica de rotina
Resumo
Consulta ginecológica de rotina: avaliação rápida, orientação, prevenção.
Identificação
- Código Principal
- Z01.4
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Encounters for gynecologic health check-up, routine exam per ICD-10 Z01.4
- Nome em Inglês
- Gynecologic health check-up encounter
- Outros Nomes
- Consulta ginecológica de rotina • Exame ginecológico • Check-up feminino • Avaliação pélvica • Visita ginecológica de rotina
- Siglas Comuns
- CGQ Gineco Check-up
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XXI - Fatores que influenciam a saúde e serviços
- Categoria Principal
- Consulta ginecológica
- Subcategoria
- Rotina de avaliação ginecológica
- Tipo de Condição
- sintoma
- Natureza
- outra
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência global não aplica; é uma visita de rotina comum na saúde da mulher.
- Prevalência no Brasil
- Brasil apresenta alta frequência de consultas ginecológicas anuais, sobretudo entre 25-50 anos.
- Faixa Etária Principal
- Mulheres adultas 25-50 anos
- Distribuição por Sexo
- Predominantemente mulheres; homens não Relevantes para esse exame.
- Grupos de Risco
- Mulheres em idade reprodutiva Gestantes Uso de anticoncepcionais Histórico de câncer de mama Acesso limitado à saúde
- Tendência Temporal
- Tendência estável a longo prazo, com foco em prevenção e serviços públicos.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Fatores sociais e estruturais determinam maior acesso; não há uma causa única.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Não envolve patógeno; envolve acesso a serviços, comportamento de saúde e fatores sociais.
- Fatores de Risco
- Fatores socioeconômicos Idade fértil Gravidezes múltiplas Uso de anticoncepcionais Histórico familiar Falta de conhecimento de saúde
- Fatores de Proteção
- Planejamento familiar Acesso a serviços Educação em saúde Vacinação relevante
- Componente Genético
- Sem componente genético direto; influência indireta por fatores familiares.
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Não há sintoma único; busca orientação sobre saúde reprodutiva.
- Sintomas Frequentes
-
Dor pélvica leveCiclo irregularFluxo vaginal alteradoSecreção anormalDor durante relaçãoUrina frequente
- Sinais de Alerta
-
- Dor súbita intensa
- Febre alta
- Sangramento vaginal profuso
- Dor pélvica com mal-estar
- Sinais de gravidez de risco
- Evolução Natural
- Sem intervenção, foco em bem-estar; a saúde da mulher pode permanecer estável.
- Complicações Possíveis
- Dor crônica Infecções recorrentes Hiperplasia endometrial Infecção não tratada Problemas de fertilidade
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Avaliação clínica, história, exame físico e triagens de rotina; não exige diagnóstico definitivo para visita.
- Exames Laboratoriais
- Hematologia simples Teste de gravidez Glicemia Sorologia ITS conforme indicacao Urina sedimentar
- Exames de Imagem
- Ecografia transabdominal Ecografia transvaginal Ultrassom de abdômen Doppler se indicado
- Diagnóstico Diferencial
-
- Infecção urinária recorrente
- Dismenorreia
- Miomas
- Sangramento irregular
- Ovariano policístico
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Dias a semanas dependendo dos exames solicitados.
Tratamento
- Abordagem Geral
- Cuidados centrados na saúde da mulher, educação, orientação e planejamento de ações.
- Modalidades de Tratamento
-
1 Aconselhamento educativo2 Medicamentos conforme indicação3 Contracepção4 Procedimentos ambulatoriais5 Cirurgia quando indicado
- Especialidades Envolvidas
- Ginecologista Enfermeiro obstetra Endocrinologista Psicólogo Nutricionista
- Tempo de Tratamento
- Varia conforme necessidade; acompanhamento programado.
- Acompanhamento
- Follow-up a cada 6-12 meses, ou conforme risco.
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Perspectiva positiva com adesão à prevenção e cuidados contínuos.
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Acesso à saúde
- Educação em saúde
- Condições estáveis
- Adesão ao acompanhamento
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Pouco acesso
- Baixa adesão
- Gravidez de alto risco
- Doenças crônicas não controladas
- Qualidade de Vida
- Melhora com orientação correta e cuidado ativo da saúde feminina.
Prevenção
- Prevenção Primária
- Visitas regulares, educação em saúde, vacinação conforme programa, estilo de vida saudável.
- Medidas Preventivas
-
Vacina se disponívelContracepção adequadaHigiene íntimaSaúde sexual seguraAutoconhecimento do corpo
- Rastreamento
- Papanicolaou conforme diretrizes; mamografia conforme idade.
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
Sentir dor sempre é sinal de doença grave.
Dor pode ter causas simples; diagnóstico exige avaliação.
Contracepção danifica a fertilidade.
Contracepção segura não compromete fertilidade futura.
Papanicolau não é necessário com relação estável.
Rastreamentos intervalados são essenciais para prevenção.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure unidade básica de saúde ou consultório de ginecologia para avaliação.
- Especialista Indicado
- Ginecologista
- Quando Procurar Emergência
- Dor intensa, sangramento alto, febre ou gravidez de risco devem ir ao pronto-socorro.
- Linhas de Apoio
- Disque Saúde 136 SUS Central Linha de apoio local
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.