Conjuntivite alérgica
Conjuntivite alérgica
Resumo
Coceira, lacrimação, olho vermelho; tratamento simples com anti-histamínico ocular
Identificação
- Código Principal
- H10.1
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Conjuntivite alérgica, nomenclatura OMS
- Nome em Inglês
- Allergic conjunctivitis
- Outros Nomes
- Conjuntivite alérgica sazonal • Conjuntivite alérgica perene • Conjuntivite ocular alérgica • Alergia ocular com conjuntivite • Conjuntivite alérgica ocular
- Siglas Comuns
- CA CAL CAO
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo VIII - Doenças do olho
- Categoria Principal
- Doenças oftalmológicas
- Subcategoria
- Conjuntivite alérgica
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- cronica
- Gravidade Geral
- leve
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Estimativas globais indicam alta prevalência, influenciada por alérgenos locais.
- Prevalência no Brasil
- No Brasil, variações regionais existem; impacto relevante em jovens.
- Faixa Etária Principal
- Crianças e adultos jovens
- Distribuição por Sexo
- Equilibrada entre homens e mulheres
- Grupos de Risco
- Asma Rinite alérgica História familiar de alergias Exposição a alérgenos Uso de lentes de contato
- Tendência Temporal
- Aumento com urbanização, pólen e poluição
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Reação imunológica IgE a alérgenos ambientais (pólen, poeira, pelos)
- Mecanismo Fisiopatológico
- Inflamação ocular com edema conjuntival e liberação de histamina
- Fatores de Risco
- História de alergias Poluição ambiental Exposição a pólen Animais de estimação Uso prolongado de lentes de contato Pó doméstico
- Fatores de Proteção
- Uso de óculos de sol Reduzir exposição a alérgenos Higiene ocular Tratamento adequado de alergias sistêmicas
- Componente Genético
- Predisposição genética para alergias
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Coceira intensa e lacrimejamento
- Sintomas Frequentes
-
Coceira intensaLacrimejamento excessivoConjuntiva avermelhadaPálpebras inchadasSensação de areia nos olhosFotofobia leve
- Sinais de Alerta
-
- Dor ocular súbita
- Perda de visão
- Dor ocular associada a vermelhidão intensa
- Secreção purulenta persistente
- Inchaço grave das pálpebras
- Evolução Natural
- Sem tratamento, irritação persiste; piora com novos alérgenos
- Complicações Possíveis
- Conjuntivite crônica Irritação ocular persistente Rinossinusite associada Infecção ocular secundária Queda da qualidade de vida
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História de coceira, lacrimejamento e exposição a alérgenos; sinais oculares típicos
- Exames Laboratoriais
- IgE total elevada IgE específica Eosinófilos periféricos elevados Não rotineiro Análises de alergia
- Exames de Imagem
- Não essenciais Tomografia ocular se suspeita de complicações RM em casos raros Avaliação de estruturas oculares
- Diagnóstico Diferencial
-
- Conjuntivite viral
- Conjuntivite bacteriana
- Olho seco
- Blefarite
- Irite/uveíte leve
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Dias a semanas com exposição prolongada
Tratamento
- Abordagem Geral
- Alívio com anti-histamínicos tópicos, lubrificantes e evitar alérgenos
- Modalidades de Tratamento
-
1 Colírios anti-histamínicos2 Colírios lubrificantes3 Colírios cromoglicato (mastocito estáveis)4 Compressas frias5 Tratamento da rinite alérgica
- Especialidades Envolvidas
- Oftalmologia Clínica geral Alergia/Imuno Pediatria Enfermagem
- Tempo de Tratamento
- Varia; geralmente dias a semanas com adesão
- Acompanhamento
- Retornos em 1-4 semanas; ajuste conforme resposta
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Bom com manejo; sintomas costumam diminuir com controle ambiental
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Adesão ao tratamento
- Controle de alérgenos
- Ausência de complicações
- Rápida resposta aos anti-histamínicos
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Exposição contínua a alérgenos
- Rinite/asma não controladas
- Infecção ocular
- Não adesão ao tratamento
- Qualidade de Vida
- Impacto moderado, bem gerenciável com hábitos simples
Prevenção
- Prevenção Primária
- Reduzir exposição a alérgenos, ambiente limpo e ventilado
- Medidas Preventivas
-
Purificadores de arFechar janelas na alta de pólenHigiene das mãosEvitar fumo e irritantesLavar as mãos antes de tocar olhos
- Rastreamento
- Avaliar outras alergias com acompanhamento médico
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
lágrimas curam alergia.
lágrimas aliviam; não curam alergias.
anti-histamínico vicia.
uso correto não cria dependência.
olho vermelho sempre é grave.
pode ser leve; avaliação facilita manejo.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Comece com clínico geral ou oftalmologista
- Especialista Indicado
- Oftalmologista
- Quando Procurar Emergência
- Dor intensa, piora súbita ou queda de visão
- Linhas de Apoio
- SUS 136 Telefones locais de suporte Centro de saúde próximo
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.