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cid coledocolitiase
CID-10

Choledocolitíase

Pedras no ducto biliar

Resumo

Pedras no ducto biliar causam dor e icterícia; diagnóstico por imagem

Identificação

Código Principal
K80.50
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Litíase da via biliar comum
Nome em Inglês
Common Bile Duct Lithiasis
Outros Nomes
coledocolitiase • choledocholithiasis • litíase ductal • cálculos do ducto biliar • pedras do ducto
Siglas Comuns
CBDL CDL CHD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Doenças do sistema biliar
Categoria Principal
Doenças do sistema biliar
Subcategoria
Litíase do ducto biliar
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global de cálculos biliares com passagem ao ducto com frequência baixa a moderada; dados variam por população
Prevalência no Brasil
Dados nacionais são limitados; tendência semelhante a países ocidentais com obesidade crescente
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade e idosos
Distribuição por Sexo
Leve predomínio feminino
Grupos de Risco
Idade avançada História de litíase Cirurgia biliar prévia Obesidade Diabetes
Tendência Temporal
Aumento gradual com envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Obstrução pelo cálculo no ducto biliar comum com estase
Mecanismo Fisiopatológico
Cálculos no ducto obstrui o fluxo biliar, gerando inflamação e colestase
Fatores de Risco
Idade Obesidade Diabetes Cirurgia prévia Gestação
Componente Genético
Influência genética moderada nos fenótipos de litíase

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor abdominal persistente no quadrante superior direito com icterícia
Sintomas Frequentes
Dor abdominal irradiada
Icterícia amarela
Urina escura
Fezes claras
Náuseas/vômitos
Prurido leve
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa
  • Febre alta com calafrio
  • Alteração mental
  • Hipotensão
  • Icterícia muito intensa
Evolução Natural
Sem intervenção, pode evoluir para infecção e dano hepático
Complicações Possíveis
Colangite Sepsia Icterícia prolongada Cirrose secundária Insuficiência hepática

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Imagem com dilatação do ducto e visualização de cálculos
Exames Laboratoriais
FA elevada Bilirrubina direta ALT/AST aumentadas GGT elevada Leucócitos
Exames de Imagem
Ultrassom abdominal CPRM/MRCP TC abdominal Colangiografia
Diagnóstico Diferencial
  • Colecistite aguda
  • Pancreatite biliar
  • Neoplasia biliar
  • Colangite rara
  • Obstrução transitória
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas desde início de sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio sintomático, manejo da obstrução, prevenção de infecção
Modalidades de Tratamento
1 ERCP para remoção de cálculos
2 Cirurgia de vias biliares
3 Drenagem biliar
4 Antibióticos quando infecção
Especialidades Envolvidas
Gastroenterologia Cirurgia Hepatobiliar Radiologia Anestesiologia Radiologia
Tempo de Tratamento
Varia conforme abordagem; curto a longo prazo
Acompanhamento
Monitorar função hepática e dieta

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com tratamento adequado, boa recuperação é comum
Fatores de Bom Prognóstico
  • Obtenção rápida de desobstrução
  • Ausência de infecção
  • Função hepática estável
  • Jejum prolongado não
Fatores de Mau Prognóstico
  • Colangite grave
  • Sepse
  • Insuficiência hepática
  • Idade avançada
Qualidade de Vida
Impacto moderado a longo prazo, com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso saudável, dieta balanceada, prática física
Medidas Preventivas
Controle de obesidade
Hidratação
Dieta com fibras
Evitar álcool excessivo
Atividade física

Dados no Brasil

Estimativas variam; dezenas de milhares/ano
Internações/Ano
Óbitos poucos, mas presentes em complicações
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões centro-oeste e sudeste com maior carga

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sintomas comuns?
Dor no abdômen, icterícia, urina escura e fezes pálidas
2 Como é feito o diagnóstico?
História, exames de imagem e sangue ajudam a confirmar
3 Precisa de cirurgia?
Depende da extensão da obstrução e do estado geral
4 Há prevenção?
Dieta saudável e controle de fatores de risco ajudam
5 O que é recuperação?
Acompanhamento médico facilita retorno às atividades

Mitos e Verdades

Mito

só pessoas gordas têm doença

Verdade

Vários fatores influenciam; nem sempre há relação com peso

Mito

apenas cirurgia resolve

Verdade

Endoscopia pode remover cálculos; nem sempre é cirúrgico

Mito

dor não é grave

Verdade

Sinais podem indicar inflamação; procure atendimento

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento ou gastroenterologista
Especialista Indicado
Gastroenterologista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita intensa com febre forte, procure serviço
Linhas de Apoio
Disque-SUS 136 0800-011 1080

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.