Cisto pilonidal
Quisto pilonidal
Resumo
Nódulo doloroso perto da linha média das nádegas que pode drenar; cirurgia comum.
Identificação
- Código Principal
- L05.0
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Pilonidal sinus
- Nome em Inglês
- Pilonidal sinus
- Outros Nomes
- cisto pilonidal • pilonidal sinus • fístula pilonidal • abscesso pilonidal • quisto pilonidal
- Siglas Comuns
- L05.0 L05 PS
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XII - Doenças da pele e do tecido subcutâneo
- Categoria Principal
- Doenças da pele
- Subcategoria
- Pilonidal sinus
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- adquirida
- Gravidade Geral
- variável
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Baixa prevalência global; predomina em homens jovens (15-35 anos).
- Prevalência no Brasil
- Dados nacionais limitados; mais comum em jovens.
- Faixa Etária Principal
- 15-35 anos
- Distribuição por Sexo
- Predominância masculina
- Grupos de Risco
- Homens jovens Pelagem densa na linha media Higiene inadequada Sentar por longos períodos História familiar
- Tendência Temporal
- Estável com leves aumentos locais.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Canal pilonidal com inflamação crônica por pelos e infecção local.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Pelo penetra pele da linha média, forma canal; inflamação crônica leva ao fêmaco com drenagem.
- Fatores de Risco
- Sexo masculino Jovens Pelagem densa na linha mediana Imobilidade prolongada Obesidade leve a moderada Higiene inadequada
- Fatores de Proteção
- Higiene adequada Remoção de pelos Roupas largas Mobilidade regular
- Componente Genético
- Predisposição genética moderada, não determinante.
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Nódulo doloroso na região sacral; drenagem purulenta pode ocorrer.
- Sintomas Frequentes
-
Dor localNódulo inflamadoSecreção purulentaMau cheiroDor ao sentarFebre quando infecção
- Sinais de Alerta
-
- Febre alta
- Imunidade comprometida
- Celulite extensa
- Dor intensa
- Secreção sanguinolenta
- Evolução Natural
- Sem tratamento, recorrência de abscesso ou fístula tende a ocorrer
- Complicações Possíveis
- Abscesso difuso Celulite Recidiva Fístula persistente Deformidade local
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História de nódulo sacrococcígeo com drenagem; orifícios sinusais visíveis;
- Exames Laboratoriais
- Hemograma com leucocitose PCR elevada Cultura de secreção Hemocultura se febre Bioquímica normal
- Exames de Imagem
- Ultrassom local RM quando dúvida TC se necessário Radiografia pélvica
- Diagnóstico Diferencial
-
- Furúnculo
- Abscesso perianal
- Celulite
- Dermatite infecciosa
- Fístula anal
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Geralmente dias a semanas
Tratamento
- Abordagem Geral
- Higiene local, controle da dor; antibióticos apenas na infecção aguda; avaliação cirúrgica.
- Modalidades de Tratamento
-
1 Drenagem de abscesso2 Excisão de sinus3 Cura de feridas4 Cuidados com feridas5 Cirurgia plástica
- Especialidades Envolvidas
- Cirurgia geral Dermatologia Infectologia Anestesiologia Radiologia
- Tempo de Tratamento
- Semanas a meses, conforme gravidade
- Acompanhamento
- Follow-up a cada 2-4 semanas até cura completa
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Bom com tratamento adequado; recidivas podem ocorrer
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Boa higiene
- Cirurgia adequada
- Seguimento rigoroso
- Ausência de infecção sistêmica
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Recidiva
- Infecção grave
- Comorbidades
- Fator higiene inadequado
- Qualidade de Vida
- Melhora significativamente com cura; dor menor
Prevenção
- Prevenção Primária
- Higiene, controle de pelos, redução de atrito e pressão na região
- Medidas Preventivas
-
Higiene diáriaRemover pelos da regiãoRoupas largasControle de pesoEvitar trauma repetido
- Rastreamento
- Não há rastreamento preventivo recomendado
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
surge apenas por higiene ruim.
envolve pelos, pele e inflamação.
só homens adoecem.
pode ocorrer em qualquer pessoa com pelos.
cura sem cirurgia.
cirurgia correta costuma resolver com baixa recidiva.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure clínica geral ou cirurgia; inicie com higiene local.
- Especialista Indicado
- Cirurgião geral ou dermatologista
- Quando Procurar Emergência
- Febre alta, dor severa, pele quente ou vermelha
- Linhas de Apoio
- 188 0800-771-0000 0800-702-1110
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.