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cid cisto ovariano
CID-10

Cisto ovariano simples

Cisto ovariano

Resumo

Cisto ovariano é uma bolha no ovário comum; costuma sumir sozinha.

Identificação

Código Principal
N83.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Folículo cístico do ovário
Nome em Inglês
Ovarian Follicular Cyst
Outros Nomes
Cisto do folículo • Cisto folicular • Quisto ovariano • Cisto são comuns
Siglas Comuns
N83.0 N83 CistoOv

Classificação

Capítulo CID
Capítulo II - Doenças do sistema reprodutor feminino
Categoria Principal
Doenças do ovário
Subcategoria
Cistos ovarianos
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Cistos ovarianos são comuns na idade reprodutiva, muitos funcionais.
Prevalência no Brasil
Comum em mulheres jovens; função hormonal regula o tamanho.
Faixa Etária Principal
Mulheres em idade reprodutiva
Distribuição por Sexo
Predominantemente mulheres
Grupos de Risco
Idade reprodutiva Gravidez Disfunção hormonal Histórico de cistos Uso de hormônios
Tendência Temporal
Geralmente estável; hormônios influenciam alguns casos.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desequilíbrio hormonal com folículos que persistem, formando cisto funcional
Mecanismo Fisiopatológico
Falha de regresso do folículo após a ovulação, gerando vesícula simples
Fatores de Risco
Idade jovem adulta Menstruação irregular Uso de hormônios Histórico de cistos Gravidez
Fatores de Proteção
Acompanhamento ginecológico Contracepção adequada Peso estável Vida saudável
Componente Genético
Predisposição familiar pode existir, não é determinante

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor pélvica leve a moderada ou sensação de peso
Sintomas Frequentes
Dor pélvica
Distensão abdominal
Ciclo menstrual irregular
Sensibilidade pélvica
Dor durante relação
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa
  • Febre alta
  • Hemorragia vaginal abundante
  • Torção ovariana suspeita
  • Sinais de gravide?
Evolução Natural
Pode regredir, permanecer ou crescer; depende do tipo
Complicações Possíveis
Torção ovariana Rotura com dor aguda Infecção Perda de função ovárica rara Calcificação

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica mais confirmação por imagem de ultrassom
Exames Laboratoriais
Hemograma Beta-hCG CA-125 quando suspeita de malignidade PCR se febre Hormônios
Exames de Imagem
Ultrassom transvaginal RM pélvica quando necessário Doppler para torção
Diagnóstico Diferencial
  • Endometriose cística
  • Quisto dermoide
  • Neoplasia ovariana
  • Torção ovariana
  • Gravidez ectópica
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas com exames

Tratamento

Abordagem Geral
Observação para cistos funcionais; cirurgia em casos persistentes ou grandes
Modalidades de Tratamento
1 Observação
2 Controle da dor
3 Cirurgia laparoscópica
4 Aspiração guiada em casos especiais
5 Tratamento hormonal quando indicado
Especialidades Envolvidas
Ginecologia Radiologia Medicina de Família Anestesiologia
Tempo de Tratamento
Curto para observação; maior se cirurgia
Acompanhamento
Ultrassom de acompanhamento a cada 3-6 meses

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom para cistos simples; monitoramento adequado melhora desfecho
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resolução espontânea
  • Baixo tamanho
  • Ausência de dor
  • Diagnóstico precoce
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor persistente
  • Torção aguda
  • Crescimento rápido
  • Sinais de malignidade
Qualidade de Vida
Impacto leve quando assintomático; desconforto ocasional

Prevenção

Prevenção Primária
Não há prevenção única; manter saúde hormonal e exames regulares
Medidas Preventivas
Acompanhamento médico
Contracepção adequada
Gravidez planejada
Tratamento de condições associadas
Estilo de vida saudável
Rastreamento
Ultrassom pélvico periódico conforme orientação médica

Dados no Brasil

Baixas; variam por região
Internações/Ano
Baixos; casos de malignidade são raros
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Registra-se mais em regiões com maior acesso

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sintomas comuns?
Dor pélvica, peso no baixo ventre, irregularidade menstrual
2 Quando cirurgia é indicada?
Cirurgia por torção, ruptura ou crescimento rápido
3 Câncer é comum?
Casos malignos são raros; a maioria é benigna
4 Como evitar recorrência?
Acompanhamento médico e tratamento de condições associadas
5 Tempo de recuperação após cirurgia?
Pode variar; muitos retornam a atividades em 1-2 semanas

Mitos e Verdades

Mito

câncer é a regra

Verdade

a maioria é benigna

Mito

cirurgia é sempre necessária

Verdade

muitas vezes observa-se sem cirurgia

Mito

infertilidade é inevitável

Verdade

fertilidade pode permanecer com manejo

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure obstetra ou ginecologista ao sentir dor pélvica persistente
Especialista Indicado
Ginecologista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita intensa, febre ou vômitos, procure atendimento
Linhas de Apoio
0800-000-0000 Disque Saúde 136

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.