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cid cefaleia cronica
CID-10

Cefaleia Crônica

Dor de cabeça crônica

Resumo

Cefaleia crônica é dor de cabeça que volta com frequência; tratamento foca em hábitos saudáveis e acompanhamento médico.

Identificação

Código Principal
G43.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Cefaleia Crônica (Migraine, Chronic) segundo OMS
Nome em Inglês
Chronic Migraine
Outros Nomes
Migraine crônica • Cefaleia crônica diária • Dor de cabeça persistente • Enxaqueca crônica
Siglas Comuns
CC G43.2 MCC

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Doenças neurológicas
Subcategoria
Cefaleia primária: crônica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam dezenas de milhões afetados por cefaleia crônica.
Prevalência no Brasil
Prevalência entre adultos varia por região e método de estudo.
Faixa Etária Principal
20 a 50 anos
Distribuição por Sexo
Mais comum em mulheres; relação próxima de 3:2
Grupos de Risco
Mulheres em idade fértil Fatores genéticos Estresse crônico Pouco sono Uso frequente de analgésicos
Tendência Temporal
Tendência estável; diagnóstico mais rápido com acesso a neurologia.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Cefaleia crônica resulta de alterações cerebrais com fatores genéticos e ambientais.
Mecanismo Fisiopatológico
Alterações na excitabilidade cerebral com sensitização das vias trigeminovasculares e hipotálamo.
Fatores de Risco
Estresse crônico Privação de sono Fatores hormonais Uso frequente de analgésicos Histórico familiar Tabagismo
Fatores de Proteção
Sono regular Hidratação adequada Gestão de estresse Diário de gatilhos
Componente Genético
Contribuição genética moderada; familiares podem ter padrões parecidos.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor de cabeça recorrente, muitas vezes pulsátil, com fadiga e sensibilidade à luz.
Sintomas Frequentes
Dor pulsátil
Náusea
Fotofobia
Fonofobia
Sonolência
Aura leve (às vezes)
Sinais de Alerta
  • Nova dor súbita muito intensa
  • Dor com fraqueza focal progressiva
  • Déficit neurológico focal
  • Febre alta com rigidez de nuca
  • Alterações de fala ou visão
Evolução Natural
Crises recorrentes podem persistir sem tratamento; qualidade de vida reduzida.
Complicações Possíveis
Dependência de analgésicos Distúrbios do sono Ansiedade/depressão Redução da qualidade de vida Isolamento social

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica consistente com crises recorrentes e exclusão de causas secundárias.
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH Função renal PCR Ferritina
Exames de Imagem
RM craniana TC de crânio Angioencefalografia quando indicado Doppler transcraniano
Diagnóstico Diferencial
  • Enxaqueca episódica
  • Cefaleia tensional
  • Cefaleia por uso excessivo de analgésicos
  • Neuralgia trigeminal
  • Tumor cerebral a ser descartado
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente meses; diário de cefaleias facilita confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Estratégia multimodal: identificar gatilhos, melhorar sono, reduzir estressores e planejar prevenção.
Modalidades de Tratamento
1 Terapia preventiva com ajuste de padrão
2 Terapias não farmacológicas
3 Técnicas de relaxamento
4 Estimulação nervosa quando indicado
5 Educação em autocuidado
Especialidades Envolvidas
Neurologia Medicina do sono Psicologia Fisioterapia Reabilitação
Tempo de Tratamento
Duração varia; prevenção contínua necessária.
Acompanhamento
Consultas trimestrais para monitorar crises e ajustes.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com manejo adequado, controle das crises melhora a qualidade de vida.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao plano
  • Bom apoio familiar
  • Sono regular
  • Baixo estresse
Fatores de Mau Prognóstico
  • Uso abusivo de analgésicos
  • Comorbidades psiquiátricas
  • Fator genético forte
  • Gravidade elevada
Qualidade de Vida
Impacto significativo na vida social, trabalho e lazer; manejo adequado pode melhorar.

Prevenção

Prevenção Primária
Rotina de sono, hidratação, dieta equilibrada, redução de estresse.
Medidas Preventivas
Diário de cefaleias
Higiene do sono
Gestão de estresse
Identificação de gatilhos
Evitar álcool em excesso

Dados no Brasil

Internações nacionais variam; números variam por período.
Internações/Ano
Mortalidade direta é baixa; impacto maior é de qualidade de vida.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior reconhecimento em áreas urbanas; desigualdades persistem.

CIDs Relacionados

G43.2 R51 G43.0 G44.1 G43.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.