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cid cardiopatia grave
CID-10

Cardiopatia Grave

Insuficiência cardíaca grave

Resumo

Condição em que o coração não bomba bem, afetando atividades diárias.

Identificação

Código Principal
I50.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Insuficiência cardíaca grave, condição avançada do sistema circulatório, reconhecida pela OMS
Nome em Inglês
Severe Heart Failure
Outros Nomes
Insuficiência cardíaca grave • Cardiopatia grave • Dano cardíaco severo • Fase terminal cardíaca • Doença cardíaca grave
Siglas Comuns
IC grave ICG CHF

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho circulatório
Categoria Principal
Doenças do sistema circulatório
Subcategoria
Insuficiência cardíaca grave
Tipo de Condição
doenca
Natureza
crônica
Gravidade Geral
grave

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam 1-2% da população adulta com insuficiência cardíaca.
Prevalência no Brasil
Brasil registra IC relevante em adultos, variação regional
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade a idosos
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
Idosos HAS DM2 Dislipidemia Tabagismo
Tendência Temporal
Tendência ascendente com envelhecimento e melhor sobrevida

Etiologia e Causas

Causa Principal
Doença cardíaca estrutural crônica, incluindo alterações isquêmicas e valvulares
Mecanismo Fisiopatológico
Dano estrutural reduz débito, congestão, ativa neuro-humoral e remodelação
Fatores de Risco
Hipertensão arterial Diabetes mellitus Dislipidemia Tabagismo Obesidade Sedentarismo
Fatores de Proteção
Dieta balanceada Exercício regular Adesão medicamentosa Controle de peso
Componente Genético
Contribuição genética em algumas formas, herdabilidade variável

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fadiga persistente com falta de ar durante atividades habituais
Sintomas Frequentes
Dispneia aos esforços
Edema periférico
Taquicardia
Tontura
Ortopneia
Cansaço extremo
Sinais de Alerta
  • Dor no peito intenso
  • Desmaio súbito
  • Edema agudo de membros
  • Piora repentina da respiração
  • Palpitações fortes
Evolução Natural
Sem tratamento, piora para insuficiência avançada e complicações
Complicações Possíveis
Arritmias Doença valvar Falência renal associada Tromboembolismo Morte súbita

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica, ecocardiograma, biomarcadores, histórico familiar
Exames Laboratoriais
BNP/NT-proBNP Creatinina Hemoglobina Hemograma Doppler venoso
Exames de Imagem
Ecocardiograma Radiografia de tórax ECG RM cardíaca
Diagnóstico Diferencial
  • Doença pulmonar cardíaca
  • Tromboembolismo
  • Anemia grave
  • Síndrome coronariana aguda
  • Hipertensão pulmonar
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com acesso a ecocardiografia; diagnóstico rápido com imagem

Tratamento

Abordagem Geral
Gerenciamento multidisciplinar visando alívio de sintomas e reduzir mortalidade
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentos
2 Dispositivos
3 Cirurgia
4 Reabilitação
5 Suporte ventilatório
Especialidades Envolvidas
Cardiologia Nutrição Fisioterapia Reabilitação Geral
Tempo de Tratamento
Duração depende do regime; muitas vezes crônico
Acompanhamento
Consultas regulares, monitoramento de peso, sinais de alerta

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com gravidade; controle adequado melhora qualidade de vida
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Funcional classe II/III
  • Baixo NT-proBNP
  • Ausência de comorbidades graves
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Baixa função de ejeção
  • Falência multiorgânica
  • Diabetes grave
Qualidade de Vida
Impacto significativo em mobilidade, sono e atividades diárias

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de fatores de risco, alimentação saudável, atividade física
Medidas Preventivas
PA estável
Dieta mediterrânea
Exercício regular
Controle de DM
Não fumar
Rastreamento
Rastreamento de fatores de risco em adultos: PA, lipídios, DM

Dados no Brasil

Entre 5k e 15k internações/ano
Internações/Ano
Mortalidade anual varia por gravidade
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste com maior concentração, mais acesso

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais de alerta da doença?
Fala de piora respiratória, edema imediato, dor torácica ou desmaios
2 Como fica o diagnóstico sem exames?
História clínica somada a sinais objetivos orienta suspeita, confirmada por exames
3 É possível tratar a doença sem hospitalização?
Sim, muitos casos são gerenciados no ambulatório com medicamentos e estilo de vida
4 Quais hábitos ajudam a prognóstico?
Controle de pressão, dieta equilibrada, atividade física e adesão ao tratamento
5 Preciso de exames frequentes?
Sim, visitas regulares ajudam ajustar o tratamento e evitar descompensação

Mitos e Verdades

Mito

cardiopatia grave some sozinha

Verdade

requer tratamento contínuo e monitoramento

Mito

doença atinge só idosos

Verdade

afeta adultos de várias idades

Mito

dieta não importa

Verdade

alimentação saudável é parte essencial

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: procure atendimento médico local
Especialista Indicado
Cardiologista
Quando Procurar Emergência
Sinais de descompensação exigem atendimento imediato
Linhas de Apoio
0800-123-4567 SUS Central Disque 136

CIDs Relacionados

I50.9 I25.9 I11.0 I48.9 I42.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.