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cid c40
CID-10

Neoplasia maligna de osso e articulações

Câncer ósseo

Resumo

Doença rara; diagnóstico exige biópsia e avaliação multidisciplinar

Identificação

Código Principal
C40
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Neoplasia maligna dos ossos e das articulações segundo OMS
Nome em Inglês
Malignant bone and joint neoplasm
Outros Nomes
Câncer ósseo • Tumor ósseo maligno • Osteossarcoma genérico • Neoplasia óssea maligna • Neoplasia óssea
Siglas Comuns
OS C.O.S.

Classificação

Capítulo CID
Capítulo II - Neoplasias
Categoria Principal
Neoplasias de tecido ósseo
Subcategoria
Neoplasias ósseas malignas
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Neoplasias ósseas são raras, ~0,2% de todas as malignidades.
Prevalência no Brasil
Baixa incidência nacional; casos distribuídos em grandes centros.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Leve predomínio masculina
Grupos de Risco
Radioterapia prévia História familiar de neoplasias ósseas Síndromes de predisposição Lesões ósseas crônicas Exposição a radiação
Tendência Temporal
Melhorias com diagnóstico precoce e tratamento

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial; genética somática frequente
Mecanismo Fisiopatológico
Células malignas ósseas promovem destruição e formação desorganizada
Fatores de Risco
Radioterapia Histórico familiar Displasias ósseas Idade jovem-média Alto índice de sobrevivência
Fatores de Proteção
Detecção precoce Tratamento multimodal adequado Avaliação multidisciplinar Adesão ao acompanhamento
Componente Genético
Alterações genéticas somáticas costumam influenciar risco

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor óssea persistente com edema local
Sintomas Frequentes
Dor crescente
Massa palpável
Fraturas patológicas
Limitação de movimento
Fadiga
Pode haver febre
Sinais de Alerta
  • Dor que piora com a noite
  • Fratura sem trauma
  • Massas em rápida expansão
  • Lesão que não cicatriza
Evolução Natural
Progride lento sem tratamento; pode metastatizar
Complicações Possíveis
Metástases pulmonares Dor crônica Fraturas Redução funcional Invasão de tecidos adjacentes

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Histologia confirmatória após biópsia óssea
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/VS Calcemia Fosfatase alcalina Função renal
Exames de Imagem
Rx óssea RM TC PET-CT
Diagnóstico Diferencial
  • Lesões benignas
  • Osteomielite
  • Metástases de outro tumor
  • Sarcoma de tecidos moles
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente semanas a meses desde início dos sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento multimodal com cirurgia, quimioterapia e radioterapia conforme histologia
Modalidades de Tratamento
1 Cirurgico
2 Quimioterapia
3 Radioterapia
4 Terapias-alvo
5 Imunoterapia
Especialidades Envolvidas
Oncologia Ortopedia Radioterapia Radiologia Patologia
Tempo de Tratamento
Dura meses a anos, conforme resposta
Acompanhamento
Consultas periódicas com equipe multidisciplinar

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com histologia, estágio e resposta ao tratamento
Fatores de Bom Prognóstico
  • Estágio inicial
  • Cirurgia completa
  • Boa resposta à quimioterapia
  • Pouca ou nenhuma metástase
Fatores de Mau Prognóstico
  • Metástases secundárias
  • Resposta fraca ao tratamento
  • Tumor volumoso
  • Alterações genéticas adversas
Qualidade de Vida
Impacto físico e emocional, suporte adequado ajuda

Prevenção

Prevenção Primária
Não há prevenção direta; reduzir exposições de risco e manter saúde óssea
Medidas Preventivas
Dieta rica em cálcio
Exercício físico regular
Controle de radiações desnecessárias
Avaliação de lesões ósseas persistentes
Acompanhamento médico
Rastreamento
Não há rastreamento populacional; avaliar sintomas persistentes

Dados no Brasil

Baixo volume anual varia por região
Internações/Ano
Óbitos baixos em relação a totais nacionais
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Concentração em grandes centros especializados

Perguntas Frequentes

1 Como confirmar o diagnóstico de tumor ósseo?
Histologia pela biópsia é essencial para confirmação
2 Quais exames são necessários antes do tratamento?
Imagem, laboratórios, e biópsia para histologia
3 Existe cura para todos os subtipos?
Depende do subtipo, estágio e resposta ao tratamento
4 Posso evitar recidivas?
Acompanhamento estreito reduz o risco; adesão é chave
5 Como melhorar qualidade de vida durante o tratamento?
Rotina simples, apoio familiar e fisioterapia ajudam

Mitos e Verdades

Mito

Dor óssea sempre é câncer

Verdade

Pode ter várias causas; avaliação médica é necessária

Mito

Câncer ósseo é comum

Verdade

É raro; diagnóstico exige confirmação

Mito

Radioterapia sempre causa câncer

Verdade

Em geral não é causal direta; riscos dependem de dose e contexto

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família diante de dor óssea persistente
Especialista Indicado
Oncologista especializado em tumores ósseos
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, deformidade, febre alta, dificuldade respiratória
Linhas de Apoio
136 0800-000-0000 0800-111-2222

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.