Neoplasia maligna da junção retossigmoide
Câncer da junção retossigmoide
Resumo
Câncer na junção retossigmoide; rastreio salva vidas.
Identificação
- Código Principal
- C19
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Malignant neoplasm of rectosigmoid junction
- Nome em Inglês
- Malignant neoplasm of rectosigmoid junction
- Outros Nomes
- Rectosigmoid cancer • Cancer of rectosigmoid junction • Neoplasia retossigmoide • Carcinoma retossigmoide • Câncer junção retossigmoide
- Siglas Comuns
- CRC CAJR C19
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo II - Neoplasias
- Categoria Principal
- Neoplasia maligna
- Subcategoria
- Neoplasia do junção retossigmoide
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- adquirida
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Globalmente comum entre câncer colorretal; parcela varia por região
- Prevalência no Brasil
- Brasil apresenta altas taxas de câncer colorretal; detecção precoce melhora prognóstico
- Faixa Etária Principal
- Adultos 50 anos ou mais
- Distribuição por Sexo
- Predomínio masculino leve, próximo de 1:1
- Grupos de Risco
- Idosos História familiar Dieta pobre em fibras e rica em carnes processadas Doença inflamatória intestinal Polipose familiar
- Tendência Temporal
- Aumento gradual em muitos países; variações locais
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Primária origem: adenocarcinoma colorretal na junção retossigmoide
- Mecanismo Fisiopatológico
- Alterações genéticas com progressão de pólipos a carcinoma colorretal
- Fatores de Risco
- Idade avançada História familiar Dieta rica em carne vermelha Obesidade Tabagismo Alcoolismo
- Fatores de Proteção
- Dieta rica em fibras Exercício regular Controle de peso Dieta balanceada com frutas e legumes
- Componente Genético
- Influência hereditária moderada; APC e outros genes elevam risco
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Sangramento retal ou hematochezia
- Sintomas Frequentes
-
Mudanças no hábito intestinalDor abdominal leveFadiga por anemiaPerda de peso não intencionalAnemia crônicaAlteração de evacuação
- Sinais de Alerta
-
- Dor abdominal grave com distensão
- Sangramento abundante
- Febre persistente
- Obstrução intestinal
- Alteração de evacuação persistente
- Evolução Natural
- Sem tratamento, cresce localmente e pode metastatizar para fígado e pulmões
- Complicações Possíveis
- Obstrução intestinal Perfuração Metástase hepática Anemia Dor crônica
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Colonoscopia com biópsia; histologia confirma adenocarcinoma
- Exames Laboratoriais
- Hemograma Ferritina CEA elevado Bioquímica hepática Função renal
- Exames de Imagem
- TC abdômen/pelve RM pelvis PET-CT US abdominopélviano
- Diagnóstico Diferencial
-
- Doença diverticular com sangramento
- Pólipos benignos
- Outra neoplasia colorretal
- Inflamação intestinal grave
- Colite ulcerativa
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Tempo até diagnóstico é variável; muitos casos tardios
Tratamento
- Abordagem Geral
- Abordagem multidisciplinar: cirurgia, quimioterapia e radioterapia conforme estágio
- Modalidades de Tratamento
-
1 Cirurgia curativa2 Quimioterapia adjuvante3 Radioterapia (quando indicada)4 Terapias alvo5 Cuidados paliativos
- Especialidades Envolvidas
- Cirurgia Oncológica Oncologia Clínica Gastroenterologia Radiologia Anatomia Patológica
- Tempo de Tratamento
- Duração depende do estadiamento e resposta
- Acompanhamento
- Consultas regulares, exames de imagem e marcadores para monitorar recidiva
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Prognóstico depende do estágio; diagnóstico precoce melhora significativamente
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Estadio I
- Ressecção completa
- Ausência de metástases
- Boa resposta ao tratamento
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Metástases hepáticas
- Estadio IV
- Histologia agressiva
- Mau estado geral
- Qualidade de Vida
- Impacta qualidade de vida; suporte nutricional ajuda na recuperação
Prevenção
- Prevenção Primária
- Manter peso saudável, dieta rica em fibras e atividade física
- Medidas Preventivas
-
Rastreamento regularRedução de álcoolNão fumarConsumo de fibrasControle de peso
- Rastreamento
- Rastreamento com colonoscopia conforme diretrizes nacionais
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
Dieta sozinha cura câncer colorretal.
Tratamento multimodal salva vidas.
A idade é o único fator de risco.
Há fatores genéticos e ambientais.
Todos os cânceres colorretais são iguais.
Há variações no comportamento tumoral e resposta ao tratamento
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Fale com médico ou gastroenterologista; procure orientação
- Especialista Indicado
- Gastroenterologista, oncologista, cirurgião oncológico
- Quando Procurar Emergência
- Sangramento intenso, dor severa, sinais de obstrução
- Linhas de Apoio
- SUS 136 Central Onco 0800-ONCO Apoio emocional 188
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.