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cid c 43
CID-10

Melanoma cutâneo

Melanoma de pele

Resumo

Pele, pinta ou lesão suspeita: procure dermatologista para avaliação rápida e segura.

Identificação

Código Principal
C43
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Melanoma maligno da pele
Nome em Inglês
Malignant melanoma of skin
Outros Nomes
Melanoma cutâneo • Melanoma pigmentado • Melanoma da pele • Melanoma maligno de pele
Siglas Comuns
MM MM cutâneo MM pele

Classificação

Capítulo CID
Capítulo II - Neoplasias
Categoria Principal
Neoplasias malignas da pele
Subcategoria
Melanoma cutâneo
Tipo de Condição
doenca
Natureza
neoplasica
Gravidade Geral
grave

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Globalmente, melanoma representa ~1% de todos os tumores; maior em pele clara.
Prevalência no Brasil
Brasil tem incidência menor que outros tumores, com aumento em pele clara.
Faixa Etária Principal
Adultos, 40 a 60 anos
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em homens
Grupos de Risco
pele clara exposição solar intensa nevo displásico história familiar idade avançada
Tendência Temporal
Incidência aumenta em muitos países; diagnóstico precoce melhora sobrevida.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Mutação de melanócitos induzida por UV, associada a predisposição genética.
Mecanismo Fisiopatológico
Mutação genética em melanócitos levando proliferação descontrolada e invasão tumoral.
Fatores de Risco
pele clara exposição solar intensa queimaduras na infância história familiar nevo displásico origem europeia
Fatores de Proteção
proteção solar regular autoexame de pele evitar bronzeamento artificial fotoproteção ao longo da vida
Componente Genético
Contribuição genética moderada; histórico familiar aumenta risco.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Lesão pigmentada que muda de forma, bordas irregulares e crescimento
Sintomas Frequentes
mudança de tamanho/formato
bordas irregulares
variação de cor
surgimento de nova lesão
sangramento ou crostas
prurido local
Sinais de Alerta
  • crescimento rápido
  • dor persistente
  • sangramento sem trauma
  • alteração de pigmentação irregular
  • lesão que não cicatriza
Evolução Natural
Sem tratamento, cresce localmente e pode disseminar aos linfonodos
Complicações Possíveis
metástases linfonodais metástases à distância ulceração de pele dor grave

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Biópsia de pele com avaliação histológica
Exames Laboratoriais
Hemograma Química geral LDH Função hepática Imunoistoquímica
Exames de Imagem
USG de linfonodos TC contrastada RM PET-CT
Diagnóstico Diferencial
  • Nevo displásico
  • Melanose
  • Carcinoma basocelular pigmentado
  • Melanoma in situ
  • Melanoma amelanótico
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; costuma levar semanas a meses desde o aparecimento

Tratamento

Abordagem Geral
Plano multiprofissional com cirurgia, avaliação de linfonodos e terapias conforme estágio.
Modalidades de Tratamento
1 cirurgia com margens adequadas
2 avaliação de linfonodos
3 imunoterapia
4 terapias alvo (BRAF)
5 radioterapia pontual
Especialidades Envolvidas
Dermatologia Cirurgia oncológica Oncologia médica Radiologia Anatomia Patológica
Tempo de Tratamento
Depende do estágio; pode exigir meses
Acompanhamento
Visitas a cada 3-6 meses nos primeiros 2-3 anos

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com estágio; detecção precoce amplia chance de cura.
Fatores de Bom Prognóstico
  • estágio inicial
  • boa resposta a imunoterapia
  • pequena espessura tumoral
  • sem metástases
Fatores de Mau Prognóstico
  • metástases à distância
  • alto Breslow
  • invasão linfonodal
  • resistência a terapias
Qualidade de Vida
Impacto na imagem corporal; apoio psicológico é importante

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção solar, evitar bronzeamento, monitoramento de lesões suspeitas
Medidas Preventivas
protetor solar SPF 30+
roupas/chapéu/sombra
autoexame mensal
consulta dermatológica anual
evitar queimaduras
Rastreamento
Autoexame e Check-up dermatológico periódico

Dados no Brasil

Internações variam anualmente; dados específicos dependem do estado.
Internações/Ano
Óbitos variam com estágio e acesso a tratamento.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais ocorrências em Sul/Sudeste, com variações regionais.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais devem alertar?
Pinta que muda de tamanho, formato, cor, bordas irregulares ou sangra merece avaliação.
2 É possível curar melanoma?
Sim, com detecção precoce e tratamento adequado, a cura é possível.
3 Como é feito o diagnóstico?
Biópsia da lesão com exame histológico confirma melanoma.
4 Quais são as opções de tratamento?
Cirurgia, avaliação de linfonodos, imunoterapia e terapias alvo conforme estágio.
5 É possível prevenir?
Proteção solar, evitar bronzeamento e monitorar nevos com dermatologista.

Mitos e Verdades

Mito

melanoma afeta apenas pele clara.

Verdade

pode ocorrer em qualquer pele; risco maior com pele clara, porém não exclusivo.

Mito

protetor solar elimina todo risco.

Verdade

reduz, não elimina; inspeção continua essencial.

Mito

melanoma é sempre visível.

Verdade

pode ser amelanótico ou oculto, mais difícil de notar.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Diante de lesão suspeita, procure dermatologista rapidamente
Especialista Indicado
Dermatologista
Quando Procurar Emergência
Sangramento intenso, dor aguda ou crescimento rápido pedem atendimento imediato
Linhas de Apoio
Disque 136 (SUS) Centros de apoio ao paciente

CIDs Relacionados

C43 C43.9 C44.9 C80 Z85.3

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.