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cid broncoespasmos
CID-10

Broncoespasmo

Chiado e aperto no peito durante crises

Resumo

Explicação simples: aperto no peito e chiado; melhora com tratamento.

Identificação

Código Principal
J98.4
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Bronchospasm, não especificado
Nome em Inglês
Bronchospasm
Outros Nomes
Broncoespasmo • Espasmo brônquico • Espasmo de vias aéreas • Constrição brônquica • Espasmo respiratório
Siglas Comuns
BSP ESPBR BRSP

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças do sistema respiratório
Subcategoria
Broncoespasmo
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global variável; comum em crises asmáticas.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam por região e diagnóstico.
Faixa Etária Principal
Crianças e adultos com crises respiratórias
Distribuição por Sexo
Equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
asma bronquite alergias poluição história familiar
Tendência Temporal
Varia com controle de asma e meio ambiente

Etiologia e Causas

Causa Principal
Irritação ou inflamação brônquica levando espasmo
Mecanismo Fisiopatológico
Contração do músculo liso brônquico com inflamação, estreitando vias aéreas
Fatores de Risco
asma fumante ativo poluição do ar temperaturas extremas história familiar infecções virais
Fatores de Proteção
controle da asma evitar irritantes uso adequado de inaladores vacinação adequada
Componente Genético
Predisposição genética associada ao risco de asma

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Piora rápida com aperto no peito e chiado
Sintomas Frequentes
chiado audível
tosse seca
dispneia
dor no peito
fala difícil
respiração ofegante
Sinais de Alerta
  • falta de ar severa
  • cianose
  • alteração mental
  • uso intenso de musculatura acessória
  • faixa de saturação baixa
Evolução Natural
sem tratamento pode progredir rapidamente
Complicações Possíveis
ataque agudo de asma hipoxemia insuficiência respiratória crise recorrente limitação funcional

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história de sintomas, resposta a broncodilatadores e exclusão de outras causas
Exames Laboratoriais
hemograma com eosinofilia gasometria se saturação baixa IgE total peaks flow baixo marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
Radiografia de tórax TC de tórax se indicado RM não rotineira ECG se suspeita
Diagnóstico Diferencial
  • asma mal controlada
  • DPOC
  • edema agudo de pulmão
  • infecção respiratória grave
  • insuficiência cardíaca
Tempo Médio para Diagnóstico
horas a dias na prática clínica

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio imediato com broncodilatador de curta ação, controle da inflamação e educação sobre gatilhos.
Modalidades de Tratamento
1 Broncodilatadores inalatórios de curta ação
2 Corticosteroides inhalatórios
3 Terapias anti-inflamatórias
4 Educação sobre manejo
5 Vacinação
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Pneumologista Alergologista Pediatria Fisioterapia respiratória
Tempo de Tratamento
duração depende da crise; variável
Acompanhamento
Consultas regulares; ajuste conforme sintomas e função pulmonar

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com manejo adequado; ataques podem ocorrer
Fatores de Bom Prognóstico
  • bom controle da asma
  • adesão ao tratamento
  • controle de gatilhos
  • acesso a cuidado regular
Fatores de Mau Prognóstico
  • asma mal controlada
  • exposição contínua a irritantes
  • comorbidades graves
  • acesso limitado a cuidado
Qualidade de Vida
Impacto diário, sono prejudicado e ansiedade durante crises

Prevenção

Prevenção Primária
Evitar gatilhos, manter controle da asma e ambiente livre de irritantes
Medidas Preventivas
controle da asma
evitar fumaça
higiene de ambientes
vacinação adequada
evitar alérgenos específicos
Rastreamento
Acompanhamento periódico de função pulmonar e controle de sintomas

Dados no Brasil

Entre 0 e dezenas por região.
Internações/Ano
Baixa mortalidade, varia com comorbidades.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior prevalência em áreas urbanas com poluição.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sintomas típicos de broncoespasmo?
Chiado, aperto no peito, tosse e dificuldade para respirar durante crises.
2 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica, resposta a broncodilatadores e testes de função pulmonar.
3 Existe cura?
Gestão adequada reduz crises; não há cura única, depende do manejo da doença.
4 O que fazer durante uma crise?
Usar inalador de ação rápida e procurar ajuda médica se piorar.
5 Quais são os sinais de alerta?
Respiração muito difícil, lábios azuis, confusão: procure emergência.

Mitos e Verdades

Mito

broncoespasmo ocorre apenas com gripe.

Verdade

gatilhos alergênicos podem desencadear ataques.

Mito

inaladores viciam; verdade: não causam dependência.

Verdade

manejo adequado reduz crises e melhora qualidade de vida.

Mito

antibiótico cura broncoespasmo.

Verdade

broncoespasmo envolve vias aéreas; antibiótico não trata.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento inicial com clínico ou pediatra; sinal de alerta imediato.
Especialista Indicado
Pneumologista ou alergologista recomendado.
Quando Procurar Emergência
Sinais: respiração muito difícil, lábios azulados, confusão.
Linhas de Apoio
Disque-Saúde 136 Samu 192 Centro de Informação da Asma

CIDs Relacionados

J45.909 J98.4 R05 R09.82 J45.40

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.