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cid bexiga neurogenica
CID-10

Bexiga Neurogênica

Bexiga neurogênica

Resumo

Bexiga que não funciona bem; controle urina pode exigir tratamento longo

Identificação

Código Principal
N31.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Bexiga neurogênica (N31.9)
Nome em Inglês
Neurogenic bladder
Outros Nomes
Bexiga neurogênica • Vesical neurogênico • Disfunção vesical neurológica • Disfunção vesical por danos neurais
Siglas Comuns
BN BNeg VNeu

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Doenças do aparelho urinário
Categoria Principal
Disfunção urinária
Subcategoria
Disfunção vesical neurogênica
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global pouco definida; depende da etiologia neurológica
Prevalência no Brasil
Dados no Brasil são limitados; evidência regional.
Faixa Etária Principal
Adultos 20-60 anos
Distribuição por Sexo
Proporção homem:mulher relativamente equilibrada
Grupos de Risco
lesões medulares diabetes com neuropatia doenças neurológicas trauma pélvico cirurgias urológicas
Tendência Temporal
Tendência estável com variações conforme etiologia

Etiologia e Causas

Causa Principal
Lesão neurológica que afeta vesical e detrusor
Mecanismo Fisiopatológico
Descoordenação detrusor-esfínter por lesão neural
Fatores de Risco
Lesões medulares Neuropatias Diabetes Cirurgias pélvicas Infecções urinárias crônicas Idade avançada
Fatores de Proteção
Controle glicêmico Reabilitação neurológica Monitoração urinária Hidratação adequada
Componente Genético
Contribuição genética em algumas síndromes, variável

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dificuldade de esvaziamento com episódios de incontinência
Sintomas Frequentes
urgência
disúria
incontinência
retenção aguda
micção frequente
Fluxo urinário reduzido
Sinais de Alerta
  • Febre alta com dor lombar
  • Retenção urinária severa
  • Dor súbita no abdômen
  • Oligúria
  • Infecção sistêmica
Evolução Natural
Sem tratamento, progressiona com risco de dano renal
Complicações Possíveis
Infecção urinária recorrente Hidronefrose Insuficiência renal Cálculos vesicais Vesicoureteral reflux

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, exame e testes urodinâmicos com imagem
Exames Laboratoriais
Urina tipo 1 Creatinina Urocultura Bioquímica renal Hemograma se indicado
Exames de Imagem
Ultrassom renal Urodinâmica Ressonância pélvica Cistoscopia
Diagnóstico Diferencial
  • Infecção urinária
  • Obstrução urinária
  • Hidronefrose funcional
  • Doença neurológica não relacionada
  • Síndrome bexiga hiperativa
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com acesso a serviços; semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Manejo neuro-urológico visando esvaziamento seguro e preservação renal
Modalidades de Tratamento
1 Abordagem comportamental
2 Cateterismo intermitente
3 Medicação do detrusor
4 Cirurgia quando necessário
5 Reabilitação vesical
Especialidades Envolvidas
Urologia Neurologia Nefrologia Fisioterapia uroginecológica Reabilitação neurológica
Tempo de Tratamento
Longo prazo, com ajustes periódicos
Acompanhamento
Consultas regulares, monitoramento renal e infecção urinária

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da etiologia; controle adequado preserva função renal
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa resposta ao tratamento
  • preservação renal
  • adoção de plano
  • educação do paciente
Fatores de Mau Prognóstico
  • progressão da neuropatia
  • retenção grave
  • infecções recorrentes
  • adesão irregular
Qualidade de Vida
Varia; adaptações diárias e monitoramento influenciam

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de doenças neurológicas e prevenção de trauma
Medidas Preventivas
controle glicêmico
reabilitação
monitoramento urinário
hidratação
higiene
Rastreamento
Avaliacao urodinâmica quando indicado

Dados no Brasil

Varia por ano; dados não consistentes
Internações/Ano
Mortalidade baixa com manejo adequado
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior detecção em centros com neuro-urologia

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais de alerta da bexiga neurogênica?
Dor intensa, febre, sangue na urina ou retenção aguda requerem avaliação
2 Como é feito o diagnóstico?
História, exames, urodinâmica e imagens ajudam a confirmar
3 Existe cura?
Não cura definitiva; foco em controle de sintomas e preservação renal
4 Como prevenir complicações?
Acompanhamento regular e controle de infecções reduzem riscos
5 Uso prático no dia a dia?
Hidratação, higiene e orientação médica ajudam na rotina

Mitos e Verdades

Mito

é inevitável após qualquer lesão neurológica

Verdade

manejo adequado reduz piora e preserva função

Mito

não há tratamento

Verdade

opções reduzem sintomas e protegem rins

Mito

apenas idosos ficam assim

Verdade

adultos jovens também podem ser afetados

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure urologista ou neurologista para avaliação inicial
Especialista Indicado
Urologista com neuro-urologia
Quando Procurar Emergência
Dor intensa ao urinar com febre alta ou sangue na urina exige atendimento
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS Teleatendimento Centro de apoio local

CIDs Relacionados

N31.9 N31.0 N39.0 Z87.3 N28.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.