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cid b91
CID-10

Sequela de infecção do SNC

Sequelas SNC

Resumo

Sequelas de infecção SNC persistem; foco na reabilitação para melhorar função

Identificação

Código Principal
B91
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Sequela de infecção do sistema nervoso central
Nome em Inglês
Sequelae of CNS infection
Outros Nomes
Sequela SNC • Sec SNC • Sequelas neuroinfecciosas • Lesão residual SNC
Siglas Comuns
SSNC SNC-Sec SNC-Residual

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Sequelas de infecção do SNC
Subcategoria
Sequelas infecciosas do SNC
Tipo de Condição
sindrome
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência mundial baixa; varia com a etiologia infecciosa e acesso a tratamento.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam por região; vigilância limitada em sequelas de SNC.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos, variando conforme etiologia
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre sexo
Grupos de Risco
Imunossupressão Idade avançada Infecção prévia do SNC Diabetes Acesso limitado a saúde
Tendência Temporal
Varia entre estável a tendência de crescimento com melhoria de diagnóstico

Etiologia e Causas

Causa Principal
Sequela de Infecção prévia do SNC com etiologia não especificada
Mecanismo Fisiopatológico
Dano neural persistente pela inflamação, necrose e alterações vasculares após infecção
Fatores de Risco
Imunossupressão Idade avançada Diabetes Desnutrição Acesso limitado a saúde
Fatores de Proteção
Vacinação adequada Tratamento oportuno de infecções Reabilitação precoce Acesso a serviços de saúde
Componente Genético
Influência genética possível, não determinante na maioria

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Déficits neurológicos residuais após infecção
Sintomas Frequentes
Fraqueza focal
Deficits cognitivos leves
Dificuldade de fala
Alteração de memória
Problemas de equilíbrio
Cansaço crônico
Sinais de Alerta
  • Piora súbita de força
  • Confusão marcada
  • Dor de cabeça intensa com rigidez
  • Novos déficits focais
  • Convulsões
Evolução Natural
Sem tratamento, permanece estável ou progride lentamente
Complicações Possíveis
Dependência funcional Quedas frequentes Convulsões crônicas Depressão Isolamento social

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de infecção prévia + déficits persistentes + exclusão de outras causas
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/ Sorologias em LCR Proteínas do LCR Inflamação sistêmica Bioquímica
Exames de Imagem
RM cerebral Tomografia de crânio RM com sequências, se disponível Angio-RM se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Demência
  • Traumatismo cranioencefálico
  • Doença neurodegenerativa
  • AVC crônico
  • Distúrbio metabólico
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar meses devido à variabilidade clínica

Tratamento

Abordagem Geral
Multidisciplinar: reabilitação, ajuste de déficits e suporte funcional
Modalidades de Tratamento
1 Reabilitação cognitiva
2 Fisioterapia
3 Terapia ocupacional
4 Fonoaudiologia
5 Gestão de comorbidades
Especialidades Envolvidas
Neurologia Reabilitação Neurofuncional Fisiatria Fonoaudiologia Psicologia
Tempo de Tratamento
Duração prolongada com metas trimestrais
Acompanhamento
Consultas regulares com equipe multidisciplinar

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia amplamente; depende de gravidade, reabilitação e comorbidades
Fatores de Bom Prognóstico
  • Acesso à reabilitação
  • Diagnóstico precoce
  • Poucos déficits
  • Boa adesão ao plano
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Gravidade inicial elevada
  • Danos extensos
  • Baixa adesão ao tratamento
Qualidade de Vida
Pode melhorar com suporte e adaptações, mantendo autonomia

Prevenção

Prevenção Primária
Prevenir infecção com vacinação, higiene e manejo rápido de doenças
Medidas Preventivas
Vacinação adequada
Higiene eficaz
Tratamento oportuno de infecções
Monitoramento de sequelas
Reabilitação precoce
Rastreamento
Avaliações periódicas para detectar déficits precocemente

Dados no Brasil

Números variados por região; não há estimativa nacional consolidada.
Internações/Ano
Mortalidade depende de gravidade; não uniforme por região.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais comum em áreas com menor acesso à saúde e reabilitação

Perguntas Frequentes

1 Essa condição é curável?
Não cura; foca em reabilitação e melhoria da qualidade de vida
2 Quais exames ajudam no diagnóstico?
Avaliação clínica, imagens, neuropsicologia e exames laboratoriais
3 É contagiosa?
Não transmite entre pessoas; vínculo com infecção prévia do SNC
4 Como prevenir piora?
Reabilitação contínua, adesão ao plano e controle de comorbidades
5 Qualidade de vida pode melhorar?
Sim, com suporte, adaptação e continuidade de tratamento

Mitos e Verdades

Mito

apenas idosos ficam com sequelas.

Verdade

sequelas podem ocorrer em qualquer idade após infecção.

Mito

repouso cura tudo.

Verdade

recuperação requer reabilitação e apoio multidisciplinar.

Mito

vacinas causam infecção.

Verdade

vacinas protegem; infecção pode ocorrer apesar de vacinação com cuidado médico.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Dirija-se à UBS para encaminhamento e início do cuidado
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se piora súbita, convulsões ou fraqueza
Linhas de Apoio
Disque-Saúde 136 CAPS SUS Teleatendimento

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.