Infecção viral inespecífica
Infecção viral inespecífica
Resumo
Conjunto de vírus sem etiologia definida, comum em quadros leves.
Identificação
- Código Principal
- B34.9
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Infecções virais inespecíficas sem etiologia definida, conforme OMS
- Nome em Inglês
- Unspecified viral infection
- Outros Nomes
- Infecção viral não especificada • Infecção viral inespecífica • Infecção viral sem etiologia • Vírus não especificado • Infecção viral de origem desconhecida
- Siglas Comuns
- IVI IV inespecífica VNI
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo I - Doenças infecciosas
- Categoria Principal
- Infecções virais
- Subcategoria
- Infecção viral inespecífica
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- infecciosa
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência mundial não é bem definida; inclui muitas infecções virais leves.
- Prevalência no Brasil
- Dados no Brasil são limitados; depende de surtos sazonais.
- Faixa Etária Principal
- Todas as idades; variações por vírus
- Distribuição por Sexo
- Distribuição quase igual entre homens e mulheres
- Grupos de Risco
- população geral imunossuprimidos crianças idosos via exposição ocupacional
- Tendência Temporal
- Tendência variável; picos sazonais dependem do vírus
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Causa principal: infecção viral inespecífica sem etiologia definida, envolvendo diversos vírus comuns.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Entrada por vias respiratórias ou GI, replicação viral com resposta inflamatória inespecífica
- Fatores de Risco
- exposição a vírus em ambientes fechados condições imunossupressoras idade extrema baixa vacinação geral viagens frequentes alto contato social
- Fatores de Proteção
- higiene das mãos evitar aglomerações em surtos vacinação geral de proteção ambiente ventilado
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- febre leve a moderada com mal-estar geral
- Sintomas Frequentes
-
febremal-estardor de cabeçador muscularfadigatosse leve
- Sinais de Alerta
-
- febre alta persistente
- dificuldade respiratória
- confusão mental
- dor torácica intensa
- sinais de desidratação
- Evolução Natural
- Curso autolimitado na maioria dos casos; sem tratamento, melhora em dias a semanas
- Complicações Possíveis
- desidratação desnutrição infecção bacteriana secundária fadiga prolongada piora em imunosuprimidos
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Diagnóstico clínico compatível; exclusão de etiologias estruturais; testes virais quando disponíveis
- Exames Laboratoriais
- hemograma bioquímica básica PCR viral quando disponível serologia se houver vírus específico teste rápido de antígeno
- Exames de Imagem
- radiografia de tórax se sintomático ultrassom abdominal se necessário RM/TC apenas se complicações não rotineiro
- Diagnóstico Diferencial
-
- influenza
- adenovírus
- rotavírus
- SARS-CoV-2
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Depende de acesso a testes; costuma levar dias
Tratamento
- Abordagem Geral
- Suporte clínico com hidratação, repouso e controle de febre; antibióticos só se infecção bacteriana associada
- Modalidades de Tratamento
-
1 suporte2 controle de febre3 hidratação oral/IV4 observação ambulatorial5 monitoramento de sinais de desidratação
- Especialidades Envolvidas
- Clínico geral Pediatria Infectologia Enfermagem Farmácia
- Tempo de Tratamento
- Geralmente dias a semanas, conforme evolução
- Acompanhamento
- Retorno de 1 a 2 semanas para reavaliação; orientação de sinais de alerta
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Perspectiva geralmente favorável; maioria se recupera sem complicações.
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- imunidade intacta
- sem comorbidades
- atendimento precoce
- condições de hidratação adequadas
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- imunossupressão
- idade avançada
- desidratação grave
- comorbidades graves
- Qualidade de Vida
- Impacto moderado a leve na rotina, com recuperação rápida na maioria
Prevenção
- Prevenção Primária
- Higiene das mãos, etiqueta respiratória, vacinação de vírus-alvo quando disponível, evitar exposição a doentes
- Medidas Preventivas
-
higiene das mãosevitar aglomerações em surtoslavagem de superfíciesisolamento de casos sintomáticosvacinação quando disponível
- Rastreamento
- Não há rastreamento específico; vigilância geral de doenças virais
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
antibióticos curam infecção viral.
antibióticos não combatem vírus; uso adequado evita efeitos.
todas infecções virais são contagiosas.
transmissão varia; higiene reduz risco.
vacina cura infecção viral inespecífica.
vacinas protegem contra vírus específicos; não curam infecção existente.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure atendimento médico ao persistirem sintomas ou piora.
- Especialista Indicado
- Clínico geral ou infectologista
- Quando Procurar Emergência
- Sinais de alerta incluem dificuldade respiratória, desidratação ou confusão.
- Linhas de Apoio
- 136 - SUS MS central de atendimento SAMU 192
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.