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cid b00
CID-10

Infecções por herpesvírus (CID B00)

Herpes simples, herpes zoster e varicela

Resumo

Herpesvirus envolve pele, mucosas e nervos; vírus pode permanecer dormentes.

Identificação

Código Principal
B00
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Infecções por herpesvírus, grupo de infecções virais causadas por herpesvírus HSV e VZV.
Nome em Inglês
Herpesviral infections
Outros Nomes
Herpes simples e outros herpesvirus • Infecções por herpes • Herpes vírus • Herpesvírus • Infecções por herpesvirus
Siglas Comuns
HSV VZV HHV-1/2

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Doenças infecciosas e parasitárias (B00)
Categoria Principal
Infecções virais por herpes
Subcategoria
Grupo herpesvírus
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas indicam alta prevalência de HSV-1 e HSV-2 mundialmente.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam por vírus e faixa etária.
Faixa Etária Principal
Todas as idades; pico em infância e início da vida adulta.
Distribuição por Sexo
Proporção similar entre homens e mulheres.
Grupos de Risco
Recém-nascidos Imunossuprimidos Gestantes Populações de risco ocupacional Contato próximo com infectados
Tendência Temporal
Tendência estável com variações locais; resistência é rara.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Herpesvirus HSV-1/HSV-2 e VZV como principais etiologias.
Mecanismo Fisiopatológico
Vírus invade células, fica latente, pode reativar; replicação gera lesões vesiculares.
Fatores de Risco
Contato próximo com infectado Imunossupressão Gestação Recém-nascidos Transmissão sexual desprotegida
Fatores de Proteção
Vacinação VZV Uso de preservativos Higiene de feridas Evitar contato com lesões ativas
Componente Genético
Susceptibilidade envolve fatores genéticos, não determina doença única.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Lesões vesiculares em pele/mucosas com dor aguda, típicas de herpes simplex.
Sintomas Frequentes
Lesões agrupadas
Dor local
Febre leve
Mal-estar
Cansaço
Sinais de Alerta
  • Dor ocular severa
  • Febre alta com confusão
  • Dificuldade para respirar
  • Lesões generalizadas
  • Desidratação
Evolução Natural
Sem tratamento, episódios podem persistir; recorrência é comum.
Complicações Possíveis
Neuralgia pós-herpética Infecção ocular grave Disseminação sistêmica Encefalite rara Impressões neurológicas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com confirmação por PCR ou cultura de vesículas.
Exames Laboratoriais
PCR vesicular Cultura viral Sorologia HSV/VZV Imunofluorescência Hemograma
Exames de Imagem
RM/CT em complicações neurológicas Ultrassom para complicações Tomografia de órbitas
Diagnóstico Diferencial
  • Dermatite de contato
  • Impetigo
  • Herpes zoster mimetizado
  • Molusco contagioso
  • Líquen simples
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico geralmente rápido com exame de vesícula; confirmado em dias.

Tratamento

Abordagem Geral
Gestão visa alívio, evitar transmissão e prevenir complicações.
Modalidades de Tratamento
1 Antivirais orais/IV
2 Cuidados com lesões
3 Analgesia
4 Higiene local
5 Vacinação (VZV)
Especialidades Envolvidas
Medicina Geral Dermatologia Infectologia Ginecologia Oftalmologia
Tempo de Tratamento
Varia por vírus; 5-14 dias típico; recidivas comuns.
Acompanhamento
Consultas de seguimento para cicatrização e recidivas; ajuste terapêutico.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente boa com tratamento; recidivas comuns.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tratamento inicial
  • Baixo envolvimento sistêmico
  • Boa resposta aos antivirais
  • Ausência de complicações
Fatores de Mau Prognóstico
  • Imunossupressão
  • Disseminação
  • Encefalite
  • Recidivas frequentes
Qualidade de Vida
Impacto moderado, com dor e desconforto; manejo adequado ajuda.

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição a lesões ativas; vacinação VZV; higiene de mãos.
Medidas Preventivas
Vacinar VZV
Uso de preservativo com HSV-2
Higiene de feridas
Evitar compartilhamento de itens infectados
Isolamento de lesões ativas
Rastreamento
Rastreamento não universal; orientar casos atípicos ou vulneráveis.

Dados no Brasil

Hosp. por herpes variam por tipo e gravidade.
Internações/Ano
Óbitos são raros em indivíduos sem comorbidades.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Capitais/urbanas descrevem mais; acesso influencia dados.

Perguntas Frequentes

1 Posso curar herpes com antibióticos?
Não; herpes é viral. Antivirais reduzem sintomas; antibióticos não atuam no vírus.
2 Todas as pessoas podem ter HSV?
Sim; HSV-1/2 é comum; muitos infectados sem sinais.
3 Posso transmitir sem feridas?
Sim; vírus pode passar mesmo sem lesões visíveis.
4 Existe vacina para herpes?
Vacinas existem para varicela e zoster em alguns contextos; orientação médica.
5 Como reduzir riscos na relação sexual?
Preservativo, evitar contato durante lesões e considerar vacinação.

Mitos e Verdades

Mito

antibióticos curam herpes.

Verdade

antivirais ajudam; antibióticos não combatem o vírus.

Mito

herpes só pega quem tem relações sexuais.

Verdade

pode ocorrer por contato não sexual, saliva ou parto.

Mito

não existe vacina.

Verdade

vacinas existem para VZV; reduzem herpes zoster.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Unidade básica de saúde, dermatologista ou infectologista.
Especialista Indicado
Infectologista ou dermatologista
Quando Procurar Emergência
Procure atendimento se houver convulsões, dificuldade respiratória ou confusão.
Linhas de Apoio
SUS 136 CVV 188 Disque Saúde 136

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.