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cid asma
CID-10

Asma brônquica

asma

Resumo

Asma é tosse, chiado e falta de ar por vias inflamadas, controlável com remédios.

Identificação

Código Principal
J45
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Asma brônquica conforme CID-10, OMS
Nome em Inglês
Asthma
Outros Nomes
asma brônquica • asma alérgica • asma não alérgica • asma induzida por esforço • asma obstrutiva
Siglas Comuns
ASMA AIA SMA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças do sistema respiratório
Subcategoria
Asma brônquica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: cerca de 300 milhões de pessoas com asma, com variações por definição.
Prevalência no Brasil
Brasil: 8 a 12% da população, com variações regionais.
Faixa Etária Principal
Crianças e jovens adultos
Distribuição por Sexo
Equilíbrio entre sexos; leve predomínio feminino na infância.
Grupos de Risco
Atopia História familiar de asma Fumo passivo Infâncias com infecções respiratórias Exposição a alérgenos
Tendência Temporal
Tendência global estável com melhor acesso ao tratamento, variações locais.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Inflamação crônica das vias aéreas com hiperreatividade a gatilhos.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação crônica com hiperreatividade, edema, muco e remodelação brônquica em fases avançadas.
Fatores de Risco
Atopia História familiar de asma Fumo passivo Obesidade Poluição ambiental Infecções respiratórias repetidas
Fatores de Proteção
Controle ambiental Adesão ao tratamento inhalado Vacinação contra gripe Acesso rápido a tratamento de crise
Componente Genético
Predisposição genética evidente, herança poligênica contribui para suscetibilidade.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Frequente chiado, aperto no peito e tosse, especialmente à noite.
Sintomas Frequentes
Chiado no peito
Falta de ar
Tosse noturna
Aperto no peito
Dificuldade em respirar durante esforço
Expiração dilatada
Sinais de Alerta
  • Dificuldade para falar
  • Lábios ou dedos azulados
  • Uso intenso de músculos acessórios
  • Confusão
  • Crise não responde a broncodilatador
Evolução Natural
Sem tratamento, crises tornam-se mais frequentes e impactam qualidade de vida.
Complicações Possíveis
Exacerbações frequentes Declínio na função pulmonar Hospitalizações Redução da qualidade de vida Dependência de medicação de resgate

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de sintomas respiratórios recorrentes com reversibilidade na espirometria.
Exames Laboratoriais
Hemograma com eosinofilia IgE total elevada Teste de alergia Marcadores inflamatórios Perfil de eosinófilos
Exames de Imagem
Radiografia de tórax usualmente normal Tomografia apenas se indicado por suspeita de complicação
Diagnóstico Diferencial
  • DPOC ou bronquite crônica
  • Rinite com tosse
  • GERD com tosse
  • Infecções respiratórias crônicas
  • Bronquite alérgica
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar semanas a meses desde início dos sintomas até confirmação.

Tratamento

Abordagem Geral
Controle ambiental, uso adequado de inaladores, ajuste terapêutico conforme gravidade.
Modalidades de Tratamento
1 Tratamento farmacológico com inaladores
2 Educação sobre manejo
3 Tratamento de alergias
4 Imunoterapia quando indicado
5 Monitoramento de controle
Especialidades Envolvidas
Médico de família Pneumologista Alergologista Pediatra Educador em saúde
Tempo de Tratamento
Tratamento contínuo com ajustes periódicos conforme controle.
Acompanhamento
Retornos a cada 3-6 meses para avaliação de sintomas e espirometria.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Controle adequado permite boa qualidade de vida; crises minimizadas.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Baixa exposição a gatilhos
  • Boa resposta à medicação
  • Controle de alergias
Fatores de Mau Prognóstico
  • Crises frequentes
  • Exposição contínua a gatilhos
  • Adesão irregular
  • Doenças associadas não tratadas
Qualidade de Vida
Melhora com controle; atividades diárias habituais passam a ocorrer com menos limitações.

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição a alérgenos e irritantes; hábitos saudáveis.
Medidas Preventivas
Evitar fumo na residência
Reduzir poeira e ácaros
Vacinação contra gripe
Higiene nasal adequada
Ambiente limpo e arejado
Rastreamento
Avaliação anual de controle com espirometria e sintomas.

Dados no Brasil

Hospitalizações variam por região, com picos sazonais.
Internações/Ano
Óbitos são baixos quando controle é adequado.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões urbanas com poluição apresentam maior prevalência.

Perguntas Frequentes

1 Asma é curável?
Não há cura, controle ocorre com tratamento e mudanças de hábito.
2 Como diagnosticar a asma?
História clínica, espirometria com reversibilidade, avaliação de sintomas.
3 Quais são os tratamentos?
Inaladores de controle, broncodilatadores de alívio e educação terapêutica.
4 Como prevenir crises?
Evitar gatilhos, adesão ao plano e vacinação; ajuste de tratamento quando necessário.
5 Impacto no dia a dia?
Com bom controle, atividades normais e menos ausências.

Mitos e Verdades

Mito

Fumar alivia a asma

Verdade

Fumaça piora sintomas e aumenta internações.

Mito

Asma só afeta crianças

Verdade

Adultos também sofrem; manejo é essencial.

Mito

Inaladores são perigosos

Verdade

Uso correto é seguro e essencial.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento médico se perceber chiado frequente ou crises.
Especialista Indicado
Pneumologista ou médico de família; alergologista quando possível.
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se respiração difícil, lábios azuis, confusão.
Linhas de Apoio
SUS 136 SAMU 192 Disque Saúde 136

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.