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cid ansiedade generalizada
CID-10

Transtorno de Ansiedade Generalizada

Ansiedade generalizada

Resumo

TAG é ansiedade crônica com preocupação persistente; tratamento aumenta qualidade de vida.

Identificação

Código Principal
F41.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Transtorno de Ansiedade Generalizada, conforme OMS, diagnóstico por duração e critérios clínicos.
Nome em Inglês
Generalized Anxiety Disorder
Outros Nomes
TAG • GAD • Transtorno de ansiedade generalizada
Siglas Comuns
GAD TAG

Classificação

Capítulo CID
Capítulo V - Transtornos mentais e comportamentais
Categoria Principal
Transtornos de ansiedade
Subcategoria
Transtorno de ansiedade generalizada
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global estimada entre 2% e 5% de adultos ao longo da vida.
Prevalência no Brasil
Brasil: prevalência similar, com variações regionais.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade (20-40 anos)
Distribuição por Sexo
Leve predomínio feminino; relação próxima de 1:1,5
Grupos de Risco
Histórico familiar Estresse prolongado Trauma Insônia crônica Depressão comórbida
Tendência Temporal
Estável com tratamento; variações regionais podem ocorrer.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial: genética, neurotransmissores, estressores ambientais.
Mecanismo Fisiopatológico
Disfunção em circuitos de medo e antecipação: amígdala hiperativa, HPA ativado, GABA/serotonina desequilibrados.
Fatores de Risco
História familiar Estresse ocupacional Distúrbios do sono Depressão associada Baixa resiliência Isolamento social
Fatores de Proteção
Rede de apoio Acesso a psicoterapia Exercício regular Higiene do sono
Componente Genético
Hereditabilidade moderada; risco maior com histórico familiar.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Preocupação excessiva, difícil de controlar, por meses.
Sintomas Frequentes
Dificuldade de concentração
Fadiga
Tensão muscular
Insônia
Irritabilidade
Relaxamento dificultado
Sinais de Alerta
  • Ideação suicida
  • Descontrole emocional intenso
  • Uso de substâncias para alívio
  • Sinais de risco agudo
Evolução Natural
Sem manejo, sintomas podem piorar; afetam sono, trabalho e relacionamentos.
Complicações Possíveis
Depressão Uso de álcool/medicamentos Distúrbios do sono Baixa qualidade de vida Isolamento social

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Duração ≥ 6 meses de preocupação excessiva, difícil de conter, com 3+ sintomas.
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH Eletrólitos Função hepática Exames de rotina
Exames de Imagem
RM/CT apenas para exclusão de condições Avaliação direcionada conforme sintomas
Diagnóstico Diferencial
  • Depressão maior
  • Transtorno de pânico
  • Fobia social
  • TDAH adulto
  • ESTP
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar meses a anos até confirmação.

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem combinada: psicoterapia, educação e manejo de estressores; fármacos conforme necessidade.
Modalidades de Tratamento
1 TCC
2 Terapia de aceitação e compromisso
3 Mindfulness
4 Educ ação em saúde mental
5 Intervenções psicossociais
Especialidades Envolvidas
Psiquiatria Psicologia clínica Medicina de família Enfermagem
Tempo de Tratamento
Horas de terapia semanais; duração depende da resposta.
Acompanhamento
Consultas a cada 4-8 semanas; monitorar sintomas e adesão.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com tratamento adequado, melhora significativa; funcionamento estável é comum.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Engajamento no tratamento
  • Rede de apoio
  • Aderência terapêutica
  • Melhoria gradual
Fatores de Mau Prognóstico
  • Comorbidade depressiva
  • Uso de álcool/drogas
  • Isolamento social
  • Falta de suporte
Qualidade de Vida
Melhora com manejo adequado; impactos inicialmente significativos reduzem com tratamento.

Prevenção

Prevenção Primária
Promoção de sono adequado, atividades físicas, manejo de estresse.
Medidas Preventivas
Sono regular
Exercício
Redução de cafeína
Técnicas de respiração
Apoio social
Rastreamento
Triagem periódica em grupos de risco; avaliação clínica frequente.

Dados no Brasil

Internações são incomuns; manejo é majoritariamente ambulatorial.
Internações/Ano
Óbitos diretamente atribuídos são baixos.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Diagnósticos mais frequentes em áreas urbanas; variações regionais.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam TAG?
Preocupação constante, difícil de conter, por meses, com sintomas físicos.
2 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica, duração dos sintomas e uso de escalas de ansiedade.
3 Existem tratamentos eficazes?
TCC, mindfulness e, se necessário, medicação sob acompanhamento.
4 Posso prevenir?
Hábitos saudáveis e manejo de estresse reduzem riscos; tratamento precoce ajuda.
5 Posso trabalhar com TAG?
Sim, com manejo adequado; ajustes ajudam a manter a produtividade.

Mitos e Verdades

Mito

ansiedade é fraqueza.

Verdade

Ansiedade é condição médica tratável com ajuda profissional.

Mito

Medição sempre vicia.

Verdade

Alguns fármacos são seguros com supervisão; dependência não é regra.

Mito

Quem tem TAG não trabalha.

Verdade

Muitas pessoas trabalham com tratamento adequado.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade básica de saúde ou CAPS para avaliação inicial.
Especialista Indicado
Psiquiatra ou psicólogo clínico.
Quando Procurar Emergência
Ideação suicida, descontrole perigoso ou incapacidade de se cuidar.
Linhas de Apoio
188 CVV SUS 136 (se disponível)

CIDs Relacionados

F41.0 F41.1 F41.9 F43.22 F32.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.