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cid anafilaxia
CID-10

Anafilaxia aguda

Anafilaxia

Resumo

Anafilaxia é reação alérgica grave que pode ocorrer rapidamente; busca ajuda imediata.

Identificação

Código Principal
T78.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Reação anafilática grave (choque anafilático)
Nome em Inglês
Anaphylactic reaction
Outros Nomes
Reação anafilática • Choque alérgico • Hipersensibilidade aguda • Anafilaxia grave
Siglas Comuns
ANA SAE

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema imune
Categoria Principal
Reações alérgicas graves
Subcategoria
Reação anafilática aguda
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
potencialmente_fatal

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais sobem com alergias alimentares, venenos e fármacos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais são limitados; variação regional.
Faixa Etária Principal
Todas as idades; pico na infância e adolescência
Distribuição por Sexo
Ambos os sexos, distribuição similar
Grupos de Risco
Indivíduos com alergias prévias Asma associada Atopia História familiar de alergia Pessoas expostas a venenos de insetos
Tendência Temporal
Aumento em cenários de alérgenos diversos, com melhor diagnóstico.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Reação imune a alérgenos alimentares, medicamentos ou venenos.
Mecanismo Fisiopatológico
Mediadores de mastócitos provocam vasodilatação, edema e broncoespasmo.
Fatores de Risco
História prévia de anafilaxia Asma associada Atopia IgE elevada Exposição repetida a alérgenos Uso de certos fármacos
Fatores de Proteção
Identificação precoce Plano de crise disponível Acesso rápido a epinefrina Educação sobre alérênicos
Componente Genético
Predisposição genética modula resposta imune, não determina.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Queda de pressão com mal-estar intenso
Sintomas Frequentes
Dificuldade respiratória
Erupção cutânea
Inchaço facial
Tontura
Náusea/vômito
Síncope
Sinais de Alerta
  • Hipotensão persistente
  • Dificuldade respiratória severa
  • Perda de consciência
  • Pouca resposta a medidas iniciais
  • Disfunção de vias aéreas
Evolução Natural
Progresa rapidamente sem intervenção, com risco de choque.
Complicações Possíveis
Choque distributivo Broncoespasmo Edema de laringe Insuficiência cardíaca Morte se não tratada

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Sinais de hipersensibilidade grave após exposição e resposta a tratamento emergencial.
Exames Laboratoriais
Gasometria arterial Hemograma Tryptase sérico IgE específica Marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
Radiografia de tórax ECG RM/TC quando indicado Ultrassom de vias aéreas
Diagnóstico Diferencial
  • Reação vasovagal
  • Asma aguda
  • Urticária grave
  • Hipotensão sem alergia
  • Intoxicação
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico rápido com sinais clínicos mais confirmação laboratorial.

Tratamento

Abordagem Geral
Reconhecer crise, interromper exposição, suporte básico e encaminhamento.
Modalidades de Tratamento
1 Epinefrina IM
2 Suporte das vias aéreas
3 Oxigênio
4 Fluidos IV
5 Monitorização contínua
Especialidades Envolvidas
Emergência Alergia Pediatria/Adulto Intensivista Enfermagem
Tempo de Tratamento
Intervenção imediata; observação até estabilização.
Acompanhamento
Acompanhamento com alergista; educação e plano de crise.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente favorável com manejo rápido; recorrência em crises futuras.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Mcesso rápido a epinefrina
  • Identificação de gatilhos
  • Acesso a atendimento imediato
  • Adesão ao plano de alergia
Fatores de Mau Prognóstico
  • Atraso no tratamento
  • Exposição repetida a alérgenos
  • Crises graves anteriores
  • Falha de suporte respiratório
Qualidade de Vida
Pode melhorar significativamente com educação, medicação correta e suporte.

Prevenção

Prevenção Primária
Identificar alérgenos, evitar exposição e ter plano de crise.
Medidas Preventivas
Etiqueta de alimentos
Carteira de emergências
Treinamento de familiares
Acesso rápido a epinefrina
Educação contínua
Rastreamento
Monitoramento de alergias com avaliação profissional e testes quando indicado.

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais relacionadas a emergências.
Internações/Ano
Óbitos são raros, variando conforme gravidade e acesso a tratamento.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões urbanas com maior incidência de alergias alimentares.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais de anafilaxia?
Sinais: dificuldade respiratória, pressão baixa, vermelhidão, inchaço.
2 É possível prevenir crises?
Planejamento, evitar gatilhos e educação ajudam a reduzir crises.
3 Como confirmar diagnóstico?
Sinais clínicos com testes laboratoriais quando indicado.
4 Precisa internar?
Pode necessitar, dependendo da gravidade e resposta a tratamento.
5 O que fazer em casa?
Ter plano de crise, evitar gatilhos e buscar atendimento rápido.

Mitos e Verdades

Mito

somente quem tem alergia antiga pode ter anafilaxia.

Verdade

qualquer pessoa pode ter, mesmo sem histórico.

Mito

comida não pode causar choque sem veneno.

Verdade

alimentos são causas comuns de anafilaxia.

Mito

tratamento é lento.

Verdade

rapidez com epinefrina salva vidas.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: acione serviço de emergência ou procure pronto atendimento.
Especialista Indicado
Alergologista ou imunologista.
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, queda de consciência, inchaço grave.
Linhas de Apoio
0800-111-2222 188 - centro de atendimento 192 SAMU

CIDs Relacionados

T78.2 T78.9 R50.9 Z89.11 Z88.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.