contato@nztbr.com
cid amputação
CID-10

Amputação de membros

perda de membros

Resumo

Explicação direta: amputação é remoção de parte do membro, por trauma ou doença, com reabilitação.

Identificação

Código Principal
cid amputação
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Amputação de membros
Nome em Inglês
Limb amputation
Outros Nomes
amputação de extremidades • perda de membro • extremidade amputada • amputação • membro ausente
Siglas Comuns
AMP AMPU AMT

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho locomotor
Categoria Principal
Lesões traumáticas
Subcategoria
Amputação parcial ou total
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
grave

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência mundial associada a trauma, doença vascular e complicações, variando com acesso a cuidado.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam por região; maior carga em áreas de trauma ocupacional e acesso limitado a reabilitação.
Faixa Etária Principal
Adultos, variando por causa principal
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres igualmente afetados
Grupos de Risco
trauma ocupacional diabetes com vasculopatia acidentes de trânsito idosos com vasculopatia trabalho de risco
Tendência Temporal
Variável; melhora com reabilitação e prevenção de danos.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma severo de membro ou isquemia crítica que exige remoção
Mecanismo Fisiopatológico
Trauma ou isquemia causam necrose tecidual, levando à remoção necessária para salvar função.
Fatores de Risco
trauma ocupacional diabetes com neuropatia tabagismo hipertensão obesidade alcoolismo
Fatores de Proteção
controle de diabetes reabilitação precoce uso de EPIs cessação de tabagismo
Componente Genético
Pouco papel genético; ocorre principalmente por fatores adquiridos.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda no membro afetado, seguida de perda de sensibilidade e ferida.
Sintomas Frequentes
dor aguda
perda de pulso distal
hemorragia variável
ferida extensa
edema marcante
limitação de movimento
Sinais de Alerta
  • dor desproporcional
  • sangramento intenso
  • choque
  • frieza cutânea
  • fraqueza progressiva
Evolução Natural
Sem intervenção, necrose pode evoluir com risco de infecção sistêmica.
Complicações Possíveis
infecção necrose adicional dor crônica deformidade residual dificuldade de reabilitação

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com inspeção, sinais vasculares; confirmação por imagem e avaliação de função nervosa.
Exames Laboratoriais
Hemograma completo PCR Velocidade de hemossedimento Glicemia Função renal
Exames de Imagem
Radiografia Doppler ultrassom Angiografia RM de membro
Diagnóstico Diferencial
  • Lesões de tecidos moles
  • Fraturas graves sem amputação
  • Infecção profunda
  • Neuromas dolorosos
  • Isquemia aguda
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias, conforme acesso a serviço de urgência

Tratamento

Abordagem Geral
Controle de sangramento, manejo da dor, proteção de feridas e planejamento de amputação ou salvamento de membro.
Modalidades de Tratamento
1 estabilização
2 cirurgia de amputação
3 cirurgia de salvamento quando possível
4 controle de infecção
5 reabilitação precoce
Especialidades Envolvidas
Cirurgia Ortopédica Cirurgia Vascular Anestesiologia Enfermagem Fisioterapia
Tempo de Tratamento
Horas a dias, conforme gravidade
Acompanhamento
Acompanhamento multidisciplinar com cirurgia, fisioterapia e ajuste de prótese.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende da extensão e reabilitação; muitos mantêm independência com apoio.
Fatores de Bom Prognóstico
  • reabilitação precoce
  • acesso a prótese
  • controle de comorbidades
  • apoio familiar
Fatores de Mau Prognóstico
  • infecção grave
  • doença vascular extensa
  • dor crônica persistente
  • falta de adesão à reabilitação
Qualidade de Vida
Impacto na mobilidade e bem-estar; suporte adequado melhora muito.

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir impactos com proteção, educação e manejo de doenças vasculares.
Medidas Preventivas
uso de EPIs
controle de diabetes
segurança no trânsito
habitação segura
exames de rotina vascular
Rastreamento
null

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Casos variam por região; maior carga onde trauma e acesso a reabilitação são limitados.

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas comuns de amputação?
Trauma grave, isquemia vascular e infecções avançadas costumam levar à cirurgia.
2 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica, exames de imagem e testes vasculares ajudam a confirmar.
3 Quais tratamentos existem?
Cirurgia, cuidados com feridas, antibióticos quando há infecção e reabilitação.
4 Como fica a qualidade de vida após amputação?
Com prótese adequada e fisioterapia, muitos mantêm independência e participação.
5 Há formas de prevenir complicações?
Controle de doenças como diabetes, segurança no trabalho e acesso à reabilitação.

Mitos e Verdades

Mito

amputação impede viver plenamente

Verdade

muitos voltam a atividades com prótese e apoio.

Mito

prótese substitui o corpo

Verdade

prótese amplia função, não substitui tudo.

Mito

recuperação é rápida

Verdade

exige tempo, fisioterapia e ajustes.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento de urgência ou unidade de reabilitação; inicie avaliação.
Especialista Indicado
Cirurgião ortopedista ou vascular
Quando Procurar Emergência
Sangramento intenso, dor extrema, sinais de choque exigem atendimento imediato.
Linhas de Apoio
SUS 136 Ligações locais de apoio Linha de cuidado regional

CIDs Relacionados

Z89.0 Z89.2

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.