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cid alergia alimentar
CID-10

Alergia alimentar

Alergia a alimentos

Resumo

Reação do corpo a certos alimentos; evitar ingredientes evita desconforto.

Identificação

Código Principal
CID10_AlergiaAl
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Alergia alimentar segundo OMS, resposta imune a alimento específico, IgE ou vias não IgE
Nome em Inglês
Food allergy
Outros Nomes
Hipersensibilidade alimentar • Alergia a alimentos • Alergia a alimentos específicos • Reação alérgica a comida • Alergia alimentar ocupacional
Siglas Comuns
AAF AAL AALER

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Doenças do sistema imune relacionadas a alimentos
Categoria Principal
Alergias e hipersensibilidades
Subcategoria
Alergia alimentar
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam 5-10% de crianças com alergia alimentar.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam com idade; crianças apresentam maior prevalência.
Faixa Etária Principal
Crianças em idade escolar
Distribuição por Sexo
Equilíbrio entre meninos e meninas na infância
Grupos de Risco
Infantes Atopia familiar História de dermatite atópica Exposição precoce a alérgenos Ambiente urbano
Tendência Temporal
Aumento observado em alguns lugares; debate global permanece.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Resposta imune a alérgenos alimentares, IgE ou vias não IgE
Mecanismo Fisiopatológico
IgE mediada com mastócitos; vias não IgE envolvem T-células e inflamação intestinal
Fatores de Risco
História familiar Atopia Infância com dermatite atópica Exposição precoce a alérgenos Ambiente urbano
Fatores de Proteção
Aleitamento exclusivo Introdução gradual de alimentos Ambiente livre de fumaça
Componente Genético
Herança multifatorial; genes como predisposição podem incrementar risco

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira, urticária, inchaço ou vômito após ingestão
Sintomas Frequentes
Urticária/prurido
Vômitos
Dor abdominal
Diarreia
Angioedema leve
Rinite
Sinais de Alerta
  • Dificuldade respiratória
  • Língua inchada
  • Perda de consciência
  • Sinais de choque
  • Pele pálida
Evolução Natural
Sem manejo, exposições repetidas podem provocar novas reações
Complicações Possíveis
Anafilaxia Agravamento de asma Deficiência nutricional Restrição alimentar prolongada

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História detalhada + testes de IgE ou provocação sob supervisão
Exames Laboratoriais
IgE específico IgE total Teste de prick Avaliação nutricional Painel de alérgenos
Exames de Imagem
Não diagnóstico de rotina Ultrassom abdominal para complicações Radiografia apenas se suspeitar
Diagnóstico Diferencial
  • Intolerância alimentar
  • Gastrite/GERD
  • Síndrome do intestino irritável
  • Doença celíaca
  • Reação a aditivos
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias desde a avaliação até confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Identificar alérgenos, evitar exposições, educação do paciente e família
Modalidades de Tratamento
1 Evitar alérgenos
2 Tratamento de sintomas
3 Plano de emergências com adrenalina
4 Imunoterapia oral em pesquisa
5 Acompanhamento nutricional
Especialidades Envolvidas
Alergia/Imunologia Pediatria Nutrição Gastroenterologia Farmácia clínica
Tempo de Tratamento
Indefinido; depende da exposição e gravidade
Acompanhamento
Consultas regulares com alergista; avaliação nutricional a cada 6-12 meses

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia conforme manejo; com cuidado adequado, qualidade de vida boa
Fatores de Bom Prognóstico
  • Identificação precoce
  • Adesão ao plano
  • Acesso a cuidados
  • Educação familiar
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exposição acidental frequente
  • Reações anafiláticas repetidas
  • Nutrição inadequada
  • Dificuldade de acesso a cuidados
Qualidade de Vida
Pode manter boa qualidade com suporte nutricional e educação

Prevenção

Prevenção Primária
Aleitamento até 6 meses; introdução gradual de alimentos; evitar alérgenos conhecidos
Medidas Preventivas
Leitura de rótulos
Plano de ação escolar
Evitar cruzamento de alérgenos
Educação alimentar escolar
Uso de epinefrina conforme necessidade
Rastreamento
Avaliações nutricionais e alergias com acompanhamento médico

Dados no Brasil

Varia por região; números não são estáveis.
Internações/Ano
Óbitos são raros quando manejado adequadamente.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com menor acesso podem ter menor diagnóstico; urbana predominante.

Perguntas Frequentes

1 O que é alergia alimentar?
Reação imune a alimentos específicos, variando de leve a grave.
2 Como confirmar diagnóstico?
História clínica + testes de IgE ou provocação sob supervisão.
3 É possível curar alergia alimentar?
Na maioria, não há cura; evita-se alérgenos e usa-se plano de emergência.
4 Posso comer fora de casa?
Informar o restaurante, ler rótulos, levar plano de ação.
5 Quais sinais indicam gravidade?
Dificuldade para respirar, fala com dificuldade, tontura indicam necessidade de ajuda.

Mitos e Verdades

Mito

leite cru é seguro para alergia.

Verdade

leite pode provocar reação; evitar é essencial.

Mito

alergia ocorre apenas na infância.

Verdade

pode surgir na vida adulta; reações graves podem ocorrer.

Mito

alimentos sem açúcar não causam alergia.

Verdade

qualquer alimento pode ter alérgenos ocultos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procurar alergista/pediatra; apoio nutricional ajuda muito.
Especialista Indicado
Alergista ou imunologista pediátrico.
Quando Procurar Emergência
Sinais de anafilaxia: respiração curta, queda de pressão, confusão.
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS 0800-1 CENTRO DE INFORMAÇÕES

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.