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cid alergia
CID-10

Alergia

alergia comum

Resumo

Alergia envolve resposta imune a alérgenos; evitar gatilhos reduz sintomas.

Identificação

Código Principal
cid alergia
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
IgE mediada a alérgenos comuns
Nome em Inglês
Allergic disease
Outros Nomes
Hipersensibilidade alérgica • Reação alérgica • Alergia alimentar • Alergia sazonal • Sensibilidade a alérgenos
Siglas Comuns
IgE SPT RAST

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema imune
Categoria Principal
Grupo de alergias e hipersensibilidade
Subcategoria
Alergias sazonais e alimentares
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: 20-40% já apresentam alergia em algum tipo.
Prevalência no Brasil
Brasil: variações por tipo; sazonalidade comum entre jovens.
Faixa Etária Principal
Crianças e jovens adultos
Distribuição por Sexo
Proporção semelhante entre homens e mulheres
Grupos de Risco
crianças expostas a alérgenos história familiar de alergias asma associada poluição urbana ambiente úmido
Tendência Temporal
Aumento de alergias nas últimas décadas

Etiologia e Causas

Causa Principal
Hipersensibilidade a alérgenos comuns
Mecanismo Fisiopatológico
IgE se liga ao alérgeno, liberando histamina e mediadores; inflamação crônica com congestão nasal.
Fatores de Risco
história familiar asma associada rinite alérgica eczema exposição a poluição ambiente urbano
Fatores de Proteção
exposição precoce a ambientes variados aleitamento materno vacinação adequada controle de poluentes domésticos
Componente Genético
Predisposição genética multifatorial; herança poligênica aumenta risco.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira nasal e ocular com espirros frequentes
Sintomas Frequentes
espirros sazonais
rinorreia
congestão nasal
coceira ocular
tosse
erupções cutâneas em alguns casos
Sinais de Alerta
  • dificuldade respiratória súbita
  • edema de face ou língua
  • alteração da voz
  • colapso ou desmaio
  • dor torácica aguda
Evolução Natural
Sem tratamento, episódios se repetem; inflamação pode tornar-se crônica
Complicações Possíveis
otite média recorrente sinusite crônica bronquite asma persistente distúrbios do sono

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica compatível, IgE específica, testes de pele e avaliação de sensibilidade
Exames Laboratoriais
IgE total IgE específica eosinófilos sanguíneos painel de alérgenos teste de pele (SPT)
Exames de Imagem
Radiografia de seios paranasais Tomografia/ RM conforme necessidade Endoscopia nasal Ressonância conforme indicar
Diagnóstico Diferencial
  • rinite infecciosa
  • rinite não alérgica
  • sinusite crônica
  • asma não alérgica
  • dermatite atópica sem alergia sistêmica
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente semanas a meses com acesso aos testes

Tratamento

Abordagem Geral
Redução de exposição + alívio sintomático com medicações conforme orientação clínica.
Modalidades de Tratamento
1 antihistamínicos
2 corticosteroides intranasais
3 descongestionantes
4 imunoterapia
5 educação sobre manejo de crises
Especialidades Envolvidas
Alergia/Imunologia Otorrinolaringologia Pediatria Clínica Geral Imunologia
Tempo de Tratamento
Duração depende do tipo; controle sustentável possível.
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 6-12 meses; ajuste de tratamento conforme resposta.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Prognóstico tende a bom com controle adequado e adesão.
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa adesão ao tratamento
  • exposição controlada
  • resposta adequada a anti-histamínicos
  • imunoterapia segura
Fatores de Mau Prognóstico
  • exposição contínua a alérgenos
  • poluição elevada
  • asma não controlada
  • falta de acesso a especialistas
Qualidade de Vida
Controle adequado reduz impacto sobre sono, trabalho e bem-estar.

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição a alérgenos, higiene adequada, aleitamento materno quando possível.
Medidas Preventivas
evitar gatilhos
manter ambiente limpo
higiene de mãos
vacinações em dia
educação em manejo de crises
Rastreamento
Rastreamento de sensibilização em população de risco com testes apropriados.

Dados no Brasil

Estimativas variam de centenas a milhares de internações.
Internações/Ano
Óbitos são raros em alergias controladas.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste com maior concentração; Sul e Nordeste com variações.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais de alergia grave?
Dificuldade para respirar, inchaço facial ou da garganta, alteração da voz, desmaio.
2 Como confirmar alergia alimentar?
História clínica, IgE específicas e testes de provocação sob supervisão.
3 Diferença entre alergia e intolerância?
Alergia envolve resposta imune; intolerância envolve metabolismo.
4 Existe cura para alergia?
Geralmente não há cura; controle com evitação e tratamento.
5 Como prevenir crises?
Identificar gatilhos, evitar exposição e seguir o plano terapêutico.

Mitos e Verdades

Mito

alergia é rara; verdade: comum e subdiagnosticada.

Verdade

Alergia é diversidade de condições; controle é essencial.

Mito

alimentação cura alergia; verdade: não cura.

Verdade

Tratamento foca em evitar gatilhos e aliviar sintomas.

Mito

apenas crianças têm alergia; verdade: pode surgir em qualquer idade.

Verdade

Alergia pode iniciar na vida adulta com exposição.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica básica para avaliação inicial e encaminhamentos.
Especialista Indicado
Alergia/Imunologia
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória grave, inchaço importante ou desmaio
Linhas de Apoio
CVV 188 SUS 136 Disque Saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.