contato@nztbr.com
cid acne
CID-10

Acne vulgaris

Espinhas comuns

Resumo

Acne são espinhas que aparecem pela pele oleosa e hormônios; melhora com tratamento e higiene suave.

Identificação

Código Principal
L70.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Acne vulgaris, doença inflamatória da pele com lesões pilossebáceas, comum na adolescência.
Nome em Inglês
Acne vulgaris
Outros Nomes
acne vulgaris • acne comedonal • acne inflamatória • espinhas • erupção acneiforme
Siglas Comuns
L70.0 CID-10 ACNE

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças da pele e do tecido subcutâneo
Categoria Principal
Doenças dermatológicas
Subcategoria
Acne vulgaris
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Alta prevalência global, especialmente na adolescência, com variações por idade e hormônios.
Prevalência no Brasil
Comum entre adolescentes no Brasil; padrões regionais variam.
Faixa Etária Principal
Início na puberdade, cerca de 12 a 25 anos
Distribuição por Sexo
Mais comum em adolescentes de ambos os sexos; leve predomínio feminino em algumas séries
Grupos de Risco
Adolescentes em puberdade Pele oleosa Histórico familiar de acne Cosméticos comedogênicos Alterações hormonais
Tendência Temporal
Estável nos últimos anos, com picos na adolescência; variação por acesso a tratamento

Etiologia e Causas

Causa Principal
Hiperprodução sebácea com obstrução folicular, colonização por bactérias e inflamação.
Mecanismo Fisiopatológico
Obstrução folicular por queratina, hiperprodução sebácea, colonização bacteriana e inflamação
Fatores de Risco
puberdade pele oleosa histórico familiar cosméticos comedogênicos desequilíbrio hormonal estresse
Fatores de Proteção
higiene suave evitar toque facial cosméticos não comedogênicos protetor solar não comedogênico
Componente Genético
Predisposição genética aumenta o risco; herdabilidade parcial divulgada

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Lesões comedonais, pápulas e pústulas no rosto, pescoço e couro cabeludo.
Sintomas Frequentes
pápulas e pústulas no rosto
comedões abertos e fechados
pele oleosa
manchas pós-inflamatórias
cicatrizes leves a moderadas
sensação de pele engordurada
Sinais de Alerta
  • febre com eritema severo
  • dor intensa que aumenta
  • não melhora com tratamento
  • lesões extensas no tronco
  • sinais de infecção bacteriana
Evolução Natural
Sem tratamento, lesões podem persistir por anos, com recaídas e cicatrizes.
Complicações Possíveis
cicatrizes permanentes hiperpigmentação pós-inflamatória autoestima afetada impacto social

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica pela aparência das lesões e histórico; exames raros não são necessários.
Exames Laboratoriais
nenhum exame obrigatório hormônios se desequilibrio suspeito gravidez antes de retinoide função hepática se uso prolongado
Exames de Imagem
não exigidos na maioria ultrassom se suspeita resistência ou complicação RM apenas em casos raros biopsia rara
Diagnóstico Diferencial
  • foliculite
  • rosácea com pápulas
  • dermatite seborreica
  • piodermite
  • psoríase
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico costuma ocorrer na primeira consulta dermatológica

Tratamento

Abordagem Geral
Seguir plano escalonado com higiene suave, cosméticos não comedogênicos e tratamento adequado.
Modalidades de Tratamento
1 higiene suave e cosméticos não comedogênicos
2 tópico: peróxido de benzoíla/retinoides
3 antibióticos tópicos
4 antibióticos orais
5 isotretinoína em casos graves
Especialidades Envolvidas
Dermatologia Endocrinologia Nutrição Psicologia Cuidados gerais
Tempo de Tratamento
8 a 12 semanas na fase inicial
Acompanhamento
Retornos a cada 4-8 semanas para ajuste de tratamento e monitoramento

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa com manejo adequado; cicatrizes são evitáveis com tratamento.
Fatores de Bom Prognóstico
  • resposta rápida a tratamento
  • lesões leves
  • boa adesão
  • sem cicatrizes preexistentes
Fatores de Mau Prognóstico
  • formas graves
  • cicatrizes profundas
  • resistência a terapias
  • adherência inadequada
Qualidade de Vida
Impacto variável; melhora com tratamento e educação em saúde

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene suave, toque mínimo e cosméticos não comedogênicos
Medidas Preventivas
higiene suave
evitar cosméticos oleosos
protetor solar não comedogênico
evitar esfoliação agressiva
tratamento precoce de inflamações
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Poucas internações; tratamento ambulatorial predominante
Internações/Ano
Sem óbitos diretos por acne na população geral
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Casos principalmente em áreas urbanas; variações regionais observadas

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais comuns de acne?
Pápulas, pústulas e cravos, com pele oleosa.
2 Acne na vida adulta é comum?
Sim, pode surgir por hormônios, estresse ou cosméticos inadequados.
3 Como diagnosticar?
Avaliação clínica por dermatologista, sem exames usuais.
4 Tratamento rápido funciona?
Melhorias aparecem em semanas com tratamento adequado.
5 Como prevenir no dia a dia?
Higiene suave, evitar toque, cosméticos não comedogênicos.

Mitos e Verdades

Mito

sujeira não é causa direta de acne.

Verdade

acne resulta de óleo, pele e inflamação.

Mito

chocolate direto provoca acne.

Verdade

dieta não tem causa única; hábitos podem influenciar.

Mito

acne vem apenas na adolescência.

Verdade

pode persistir ou iniciar na vida adulta.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure dermatologista ou médico de família; iniciar cuidado.
Especialista Indicado
Dermatologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto-socorro se febre alta ou dor severa
Linhas de Apoio
Disque SUS SUS Teleatendimento Número UPA local

CIDs Relacionados

L70.0 L70.9 L70.1 L70.2 L70.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.