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cid abuso sexual
CID-10

Abuso sexual

Abuso sexual

Resumo

Violência sexual é grave; procure ajuda médica e proteção.

Identificação

Código Principal
T74.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Abuso sexual, violência sexual contra adultos ou crianças, conforme diretrizes OMS
Nome em Inglês
Sexual abuse
Outros Nomes
Violência sexual • Abuso sexual infantil • Assédio sexual (contexto clínico) • Exploração sexual • Violação de direitos sexuais
Siglas Comuns
AVS ASX VS

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Causas externas de morbidade
Categoria Principal
Violência e abuso
Subcategoria
Abuso sexual
Tipo de Condição
causa_externa
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam amplamente; subnotificação é comum.
Prevalência no Brasil
Dados variam; subnotificação alta em vítimas e contextos sociais.
Faixa Etária Principal
Pico em crianças e adolescentes; adultos vulneráveis.
Distribuição por Sexo
Mulheres e crianças mais expostas; variação por contexto.
Grupos de Risco
Crianças Mulheres vulneráveis Grupos marginalizados Vítimas de violência doméstica Profissionais de saúde em contextos institucionais
Tendência Temporal
Dados sugerem variação por região; alguns lugares em ascensão.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Padrões de poder, exploração e vulnerabilidade; abuso de confiança.
Mecanismo Fisiopatológico
Uso de coerção, medo e vulnerabilidade, com trauma físico/psicológico.
Fatores de Risco
Pobreza Desigualdade de gênero Dependência econômica Baixa escolaridade Ausência de redes de apoio Ambiental de risco
Fatores de Proteção
Rede de apoio Acesso a serviços Educação sobre consentimento Proteção legal efetiva
Componente Genético
Não há influência genética direta.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Trauma físico ou psicológico, ansiedade e medo persistentes.
Sintomas Frequentes
Lesões físicas
Angústia/medo
Insônia
Ansiedade
Depressão
Sintomas dissociativos
Sinais de Alerta
  • Lesões incompatíveis com relato
  • Coerção visível
  • Alterações de comportamento graves
  • Medo de atendimento
  • Conflitos familiares
Evolução Natural
Sem tratamento, pode evoluir para transtornos psíquicos duradouros.
Complicações Possíveis
PTSD Depressão Ansiedade persistente Dificuldade relacional Desempenho escolar comprometido

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Relatos consistentes, avaliação clínica, evidências de lesões, proteção da vítima.
Exames Laboratoriais
DSTs HIV/Hepatite Teste de gravidez Hemograma Vitais e exames toxicológicos
Exames de Imagem
Radiografia Ultrassom RM/TC apenas quando indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Lesões acidentais
  • Transtornos de ansiedade
  • PTSD não reconhecido
  • Conflitos familiares
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode variar; atraso comum devido a subnotificação.

Tratamento

Abordagem Geral
Cuidados médicos, apoio psicológico, proteção, encaminhamentos legais, rede de proteção.
Modalidades de Tratamento
1 Cuidados médico- legais
2 Acompanhamento psicológico
3 Terapia familiar
4 Rede de proteção
5 Aconselhamento DSTs
Especialidades Envolvidas
Ginecologia Pediatria Psicologia Assistência social Proteção à vitima
Tempo de Tratamento
Variável; depende de gravidade e necessidades.
Acompanhamento
Consultas periódicas, suporte psicossocial, monitoramento de bem-estar e segurança.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva variável; depende de proteção, tratamento e apoio.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Acesso a serviços
  • Rede de apoio
  • Intervenção precoce
  • Ambiente seguro
Fatores de Mau Prognóstico
  • Atraso no reconhecimento
  • Falta de proteção
  • Recidiva de violência
  • Problemas de saúde mental
Qualidade de Vida
Impacto duradouro; apoio adequado melhora bem-estar e autonomia.

Prevenção

Prevenção Primária
Educar sobre consentimento, respeito mútuo e redes de proteção na família e escola.
Medidas Preventivas
Educação sobre consentimento
Treinamento de profissionais
Canais seguros de denúncia
Proteção infantil
Reforço de políticas públicas
Rastreamento
Avaliação de violência e risco em serviços de saúde e proteção.

Dados no Brasil

Número de internações varia; contexto e subnotificação.
Internações/Ano
Óbitos são pouco frequentes mas registrados separadamente.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com vulnerabilidade social apresentam maior incidência.

Perguntas Frequentes

1 Como identificar abuso sexual em pacientes?
Sinais físicos, comportamentais e relatos devem motivar avaliação respeitosa.
2 Quais exames são necessários?
Avaliações médicas, pericial e DSTs conforme contexto.
3 Como falar com crianças?
Converse calmamente, sem culpa, adapte linguagem à idade.
4 Prognóstico com tratamento?
Depende de apoio, acesso a serviços e saúde mental estável.
5 É possível prevenir abuso?
Sim; educação, proteção infantil e ambientes seguros ajudam.

Mitos e Verdades

Mito

crianças provocam; verdade: muitas não relatam.

Verdade

violência sexual é crime; requer proteção.

Mito

é culpa da vítima; verdade: crime não tem justificativa.

Verdade

apoio médico/jurídico é essencial.

Mito

sinais sempre aparecem; verdade: nem sempre aparecem.

Verdade

avaliação profissional é necessária.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure serviço de saúde ou rede de proteção local; apoio imediato.
Especialista Indicado
Ginecologia, pediatria, psicologia, serviço social.
Quando Procurar Emergência
Risco imediato? ligue 192 ou procure pronto atendimento.
Linhas de Apoio
Disque 100 Disque 180 SAMU 192 (em emergências)

CIDs Relacionados

T74.0 T74.1 T74.2 Z64.0 Z65.5

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.