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cid abscesso perianal
CID-10

Abscesso perianal

Abscesso anal; abscesso na região anal

Resumo

Abscesso perianal é pus na região anal tratável com drenagem; procure atendimento rápido

Identificação

Código Principal
K61.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Abscesso perianal, condição inflamatória aguda da região anal causada por infecção de glândulas anais
Nome em Inglês
Perianal abscess
Outros Nomes
Abscesso anal • Abscesso perianal agudo • Abscesso anorretal • Abscesso da região anal
Siglas Comuns
AP APA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho digestivo
Categoria Principal
Abscessos do ânus e região perianal
Subcategoria
Abscesso perianal
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Incidência global não bem definida; varia por saneamento e acesso a tratamento
Prevalência no Brasil
null
Faixa Etária Principal
adultos de meia idade e idosos
Distribuição por Sexo
ambos sexos afetados igualmente
Grupos de Risco
Diabetes Higiene precária Imunossupressão Obesidade Doenças inflamatórias intestinais
Tendência Temporal
Varia por região; melhoria com acesso a saúde

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infecção local de glândulas anais com obstrução e acúmulo de pus
Mecanismo Fisiopatológico
Obstrução de glândula anal, infecção, formação de abscesso com pus e cápsula
Fatores de Risco
Diabetes Higiene inadequada Imunossupressão Obesidade Uso de corticoides Doenças inflamatórias
Fatores de Proteção
Higiene adequada Cuidados após evacuação Tratamento precoce de fissuras Controle de infecções locais
Componente Genético
Sem relação genética definida

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor perianal aguda com inchaço e sensibilidade
Sintomas Frequentes
Dor local intensa
Inchaço e calor
Secreção purulenta
Vermelhidão
Febre baixa
Mal-estar
Sinais de Alerta
  • Dor muito intensa com febre alta
  • Quadro sistêmico febril
  • Gangrena local
  • Dificuldade para urinar
  • Sinais de sepse
Evolução Natural
Pode piorar sem tratamento, com risco de fístula
Complicações Possíveis
Fístula anal Recidiva Celulite extensa Sepse se não tratado Dor crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com exame físico; presença de pus e inflamação
Exames Laboratoriais
Hemograma com leucocitose PCR elevada Cultivo da secreção Glicemia se diabetes Urina
Exames de Imagem
Ultrassom regional Ressonância perianal RM de tecidos moles TC se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Fissura anal com abscesso
  • Hemorroidas inflamatadas
  • Celulite perianal
  • Abscesso pilonidal
  • Linfadenopatia
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias desde início dos sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Drenagem do abscesso é fundamental; antibióticos apenas em complicações
Modalidades de Tratamento
1 Drenagem cirúrgica
2 Cuidados locais
3 Higiene anal
4 Controle da dor
5 Seguimento
Especialidades Envolvidas
Clínica geral Cirurgia colorretal Proctologia Enfermagem Fisioterapia
Tempo de Tratamento
Geralmente dias; retorno rápido após drenagem
Acompanhamento
Reavaliação em 24-72h; monitorar sinais de cura

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa com drenagem adequada; risco de recorrência menor
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Drenagem efetiva
  • Baixo risco de complicações
  • Boa higiene
Fatores de Mau Prognóstico
  • Recorrência
  • Fístula
  • Diabetes mal controlado
  • Imunossupressão
Qualidade de Vida
Quase sempre boa após tratamento; desconfortos transitórios

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene adequada e cuidado com a evacuação, sem trauma
Medidas Preventivas
Higienização após evacuação
Roupas limpas
Tratar fissuras rapidamente
Controle de diabetes
Evitar irritantes
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Varia conforme gravidade e acesso
Internações/Ano
Baixa mortalidade com manejo adequado
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais frequente em regiões com saneamento precário

Perguntas Frequentes

1 Abscesso perianal dói muito; é necessário cirurgia?
Drenagem é necessária na maioria; antibióticos ajudam apenas em casos específicos
2 Posso evitar com higiene apenas?
Higiene ajuda, mas drenagem pode ainda ser necessária se houver pus
3 O diagnóstico leva muito tempo?
Avaliação rápida viabiliza tratamento imediato na maioria dos casos
4 Há prevenção após tratamento?
Sim; higiene, controle de doenças e monitoramento reduzem risco
5 Isso pode voltar a acontecer?
Recidiva pode ocorrer; cuidado para evitar complicações

Mitos e Verdades

Mito

abscesso aparece sem sinal de dor

Verdade

Dor intensa é comum; sinais de infecção pedem avaliação

Mito

antibióticos sempre curam sem cirurgia

Verdade

Cirurgia é comum; antibióticos ajudam apenas em casos específicos

Mito

abscesso é raro

Verdade

Não raro; é tratável com drenagem

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento ao notar dor perianal, inchaço ou pus
Especialista Indicado
Proctologista ou cirurgião colorretal
Quando Procurar Emergência
Febre alta, dor extrema ou sinais de sepse requerem atendimento
Linhas de Apoio
Disque 136 SUS Central de Atendimento 0800-SUS

CIDs Relacionados

K61.0 K61.2

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.