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cid a53
CID-10

Sífilis adquirida, não especificada

Sífilis adquirida

Resumo

Sífilis é infecção sexual tratável com antibióticos; diagnóstico precoce evita danos.

Identificação

Código Principal
A53
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Sífilis adquirida, não especificada (OMS)
Nome em Inglês
Acquired syphilis, unspecified
Outros Nomes
Sífilis adquirida não especificada • Sífilis não especificada • Sífilis adquirida (A53) • Sífilis sem especificação • Sifilis adquirida
Siglas Comuns
SIF STI RPR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo I - Doenças infecciosas e parasitárias
Categoria Principal
Doenças infecciosas e parasitárias
Subcategoria
Sífilis adquirida, não especificada
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global ainda relevante; variações regionais e melhora com ITS.
Prevalência no Brasil
Casos no Brasil requerem atenção na atenção básica e rastreamento.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e adultos
Distribuição por Sexo
Proporção equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Múltiplos parceiros sexuais Inconstante uso de preservativo Trabalho sexual Coinfecção HIV Populações vulneráveis
Tendência Temporal
Tendência global está estável; quedas locais com rastreio.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Treponema pallidum, espirqueta bacteriana transmitida sexualmente
Mecanismo Fisiopatológico
Bactéria penetra feridas, dissemina pela circulação, atingindo mucosas e SNC se não tratada
Fatores de Risco
Múltiplos parceiros sexuais Uso irregular de preservativo Trabalho sexual Drogas injetáveis Gravidez Desinformação
Fatores de Proteção
Preservativo consistente Rastreamento de parceiros Tratamento de contatos Educação em saúde
Componente Genético
Fator genético não determina ocorrência; influencia pouco

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Ferida indolor no local de transmissão (chancre) no início
Sintomas Frequentes
Lesões cutâneas
Erupção na pele
Gânglios inchados
Febre leve
Mal-estar
Dor de cabeça
Sinais de Alerta
  • Febre alta com cefaléia
  • Confusão mental
  • Dor torácica
  • Dificuldade visual
  • Fraqueza intensa
Evolução Natural
Sem tratamento pode progredir para fases latentes e neurossífilis
Complicações Possíveis
Neurossífilis Sífilis cardiovascular Sífilis ocular Sífilis congênita HIV co-infecção

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, sorologia treponêmica e não treponêmica; confirmação treponêmica
Exames Laboratoriais
VDRL RPR FTA-ABS TPPA PCR treponêmico
Exames de Imagem
Radiografia/torax RM/CT conforme indicação Ultrassom abdômen RM de SNC em neurossífilis
Diagnóstico Diferencial
  • Dermatites infecciosas
  • Líquen plano
  • Herpes genital
  • HIV com erupções
  • Doenças autoimunes
Tempo Médio para Diagnóstico
Semanas a meses desde exposição

Tratamento

Abordagem Geral
Antibióticos conforme fase; foco na erradicação e prevenção
Modalidades de Tratamento
1 Penicilina G benzatina
2 Doxiciclina alternativa
3 Azitromicina em situações específicas
4 Tratamento de contatos
Especialidades Envolvidas
Clínica geral Ginecologia Infectologia Dermatologia Saúde pública
Tempo de Tratamento
Duração depende da fase; semanas a meses
Acompanhamento
Seguimento sorológico e exame clínico até resposta

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com tratamento adequado, bom prognóstico; latente pode progredir sem cuidado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Adesão ao tratamento
  • Ausência de coinfecção
  • Ausência de neurossífilis
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diagnóstico tardio
  • Não tratamento
  • Coinfecção HIV
  • Sífilis terciária
Qualidade de Vida
Qualidade de vida geralmente boa com tratamento adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Educação, preservativo e rastreamento de ITS
Medidas Preventivas
Teste de sífilis para gestantes
Rastreamento de parceiros
Tratamento de contatos
Educação em saúde
Acesso a serviços
Rastreamento
Rastreamento periódico em grupos de risco

Dados no Brasil

Internações variam por região; tendência de queda com tratamento
Internações/Ano
Óbitos registrados variam por local e co-infecções
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em capitais; subregistro em regiões com acesso limitado

Perguntas Frequentes

1 A sífilis é curável com antibióticos?
Sim. Antibióticos eficazes curam a sífilis quando administrados cedo.
2 Quem precisa fazer teste para sífilis?
Grupos de risco, gestantes e contatos de caso devem testar.
3 Como saber se estou curado?
Sorologia repetida mostra queda de títulos; orientação médica é essencial.
4 Sífilis pode voltar após cura?
Recidiva ocorre com nova exposição não tratada ou infecção persistente.
5 Posso prevenir sífilis na vida adulta?
Uso de preservativo, testes regulares e tratamento de contatos ajudam.

Mitos e Verdades

Mito

remédios naturais curam sífilis.

Verdade

antibióticos são necessários para cura eficaz.

Mito

só homens pegam sífilis.

Verdade

afeta pessoas de todos os gêneros.

Mito

sífilis não é grave.

Verdade

pode causar danos sérios sem tratamento.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Unidades de saúde e serviços de atenção básica
Especialista Indicado
Clínico geral ou infectologista
Quando Procurar Emergência
Dor repentina, confusão, alterações visuais ou falha de respiração
Linhas de Apoio
Linha de apoio de ITS Contato de serviços de saúde Apoio psicossocial

CIDs Relacionados

A50 A51 A52 A53 A54

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.