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cid a04
CID-10

Outras infecções intestinais bacterianas

Infecções intestinais bacterianas variadas

Resumo

Infecções intestinais por bactérias causam diarreia; tratar com fluidos e alimentação segura

Identificação

Código Principal
A04
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras infecções intestinais bacterianas, não especificadas em outra categoria
Nome em Inglês
Other bacterial intestinal infections
Outros Nomes
Enterite bacteriana inespecífica • Infecções intestinais bacterianas diversas • Infecção intestinal bacteriana não especificada • Gastrenterite bacteriana variada • Infecção intestinal por bactéria não definida
Siglas Comuns
IBI EIB CID A04

Classificação

Capítulo CID
Capítulo I - Doenças infecciosas e parasitárias
Categoria Principal
Infecções gastrointestinais bacterianas
Subcategoria
Infecções intestinais bacterianas não especificadas
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; não há uma cifra única.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variados; ocorre em várias regiões.
Faixa Etária Principal
Todas as idades, com maior frequência em adultos jovens
Distribuição por Sexo
Distribuição quase igual entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Higiene alimentar precária Alimentos mal cozidos Água não tratada Viagens para áreas com saneamento precário Convivência em grupos fechados
Tendência Temporal
Ocorrência estável com variações regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Ingestão de bactérias patogênicas por alimentos contaminados
Mecanismo Fisiopatológico
Ingestão de bactéria desencade inflamação intestinal com secreção aumentada e diarreia.
Fatores de Risco
Higiene inadequada Alimentos mal conservados Água contaminada Viagens para áreas com surtos Ambientes com aglomeração Uso indiscriminado de antibióticos
Fatores de Proteção
Higiene adequada Cozimento completo de alimentos Tratamento de água Armazenamento seguro de alimentos
Componente Genético
Herança não é determinante; risco varia por fatores imunes e exposição.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Diarreia aquosa com cólicas abdominais
Sintomas Frequentes
Diarreia aquosa
Dor abdominal cólica
Náuseas
Vômitos
Febre leve
Desidratação leve
Sinais de Alerta
  • Desidratação severa
  • Vômitos persistentes
  • Sede intensa
  • Confusão em idosos
  • Sangue nas fezes
Evolução Natural
Melhora com manejo adequado; sem tratamento pode durar alguns dias
Complicações Possíveis
Desidratação grave Choque hipovolêmico Distúrbios eletrolíticos Infecção sistêmica Prolongação de diarreia

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Quadro clínico compatível mais confirmação por coprocultura ou PCR
Exames Laboratoriais
Hemograma Proteína C reativa Coprocultura Exames de eletrólitos PCR de patógenos
Exames de Imagem
Ultrassom abdominal Radiografia de abdômen TC quando indicado RM em pesquisas
Diagnóstico Diferencial
  • Gastroenterite viral
  • Gastrite aguda
  • Intoxicação alimentar
  • Doença inflamatória intestinal
  • Parasitoses intestinais
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; diagnóstico pode ocorrer em dias, dependendo do acesso a exames

Tratamento

Abordagem Geral
Hidratação, reposição de eletrólitos, dieta leve; antibióticos apenas para etiologias específicas
Modalidades de Tratamento
1 Reidratação oral
2 Reposição de eletrólitos
3 Antibióticos apenas para etiologias específicas
4 Tratamento de náuseas
5 Acompanhamento nutricional
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Gastroenterologista Pediatria Enfermeiros Nutricionista
Tempo de Tratamento
Dura dias até uma semana conforme agente
Acompanhamento
Retorno em 24-48 h para evolução; ajuste conforme melhora

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva excelente com manejo; maioria se recupera sem sequelas
Fatores de Bom Prognóstico
  • Hidratação eficaz
  • Ausência de complicações
  • Resposta rápida ao tratamento
  • Boa acesso a cuidado
Fatores de Mau Prognóstico
  • Desidratação grave
  • Desnutrição
  • Comorbidades graves
  • Desfechos graves em idosos
Qualidade de Vida
Pode causar desconforto temporário; recuperação tende a normal

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene alimentar rigorosa, água tratada, cozimento completo
Medidas Preventivas
Lavar mãos
Cozinhar bem os alimentos
Beber água segura
Evitar alimentos crus inadequados
Manter utensílios limpos
Rastreamento
Rastreio não específico; vigilância de surtos

Dados no Brasil

Milhares anualmente no SUS (varia com o ano)
Internações/Ano
Mortalidade baixa comparada a outras infecções intestinais
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior frequência em regiões com saneamento precário

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais de alarme na diarreia?
Desidratação, febre alta, sangue nas fezes, vômitos persistentes, confusão.
2 Posso pegar de outra pessoa?
Sim, pela água/alimento contaminados; higiene reduz risco.
3 Quando usar antibiótico?
Somente com orientação médica para o agente específico.
4 Posso prevenir com dieta?
Dieta leve, hidratação adequada e higiene ajudam a prevenir.
5 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica mais testes laboratoriais para confirmar agente.

Mitos e Verdades

Mito

leite agrava diarreia

Verdade

hidratação vem primeiro; leite pode ser tolerado conforme tolerância.

Mito

antibiótico cura tudo

Verdade

antibiótico só com indicação para patógeno específico.

Mito

diarreia é sempre grave

Verdade

a maioria é leve com manejo adequado.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Unidade básica de saúde ou pronto atendimento em desidratação
Especialista Indicado
Clínico geral
Quando Procurar Emergência
Desidratação grave, sangramento, vômitos persistentes, confusão
Linhas de Apoio
Disque-Saúde 136 SUS 150 Linha de apoio local

CIDs Relacionados

A04.0 A04.1 A04.2 A04.9 A09

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.