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cid 80.9
CID-11

Doença cerebrovascular não especificada

AVC não especificado

Resumo

Doença vascular cerebral inespecífica; sinais aparecem de forma súbita.

Identificação

Código Principal
CID-80.9
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Doenças cerebrovasculares não especificadas
Nome em Inglês
Unspecified Cerebrovascular Disease
Outros Nomes
Doenças cerebrovasculares inespecíficas • Patologia vascular cerebral inespecífica • Doença vascular cerebral não especificada • Doença cerebrovascular inespecífica • Lesão cerebrovascular inespecífica
Siglas Comuns
AVC ACV CVB

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho circulatório
Categoria Principal
Doenças cerebrovasculares
Subcategoria
Doença cerebrovascular inespecífica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam alta prevalência entre adultos, variando por definição.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam por estudo; há carga relevante entre adultos e idosos.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos, acima de 65 anos
Distribuição por Sexo
Proporção próximo de equilíbrio; leve predomínio feminino em alguns subtipos
Grupos de Risco
Hipertensão Diabetes Tabagismo Dislipidemia Idade avançada
Tendência Temporal
Tendência estável ou levemente crescente com envelhecimento populacional.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Obstrução ou ruptura de vasos cerebrais provoca AVC.
Mecanismo Fisiopatológico
Redução ou interrupção do fluxo sanguíneo cerebral levando à lesão neuronal com edema.
Fatores de Risco
Hipertensão arterial Tabagismo Diabetes Dislipidemia Idade avançada Sedentarismo
Fatores de Proteção
Controle hipertensão Dieta equilibrada Exercício regular Não fumar
Componente Genético
Contribuição genética moderada em subtipos; herança não é dominante na maioria.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Déficit focal súbito, como fraqueza de um lado ou fala prejudicada.
Sintomas Frequentes
Fraqueza de um lado
Dificuldade para falar
Perda súbita de visão
Tontura/queda de equilíbrio
Confusão aguda
Dor de cabeça intensa
Sinais de Alerta
  • Fraqueza facial repentina
  • Dificuldade de fala severa
  • Perda de visão repentina
  • Confusão súbita
  • Derrame suspeito requer atendimento rápido
Evolução Natural
Sem tratamento, déficits podem persistir; tratamento rápido reduz danos.
Complicações Possíveis
Deficits permanentes Paralisia residual Disfagia Problemas de fala Depressão pós AVC

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Quadro súbito com déficit focal, confirmado por TC/RM cabeça.
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicemia Perfil lipídico Coagulação Bioquímica básica
Exames de Imagem
Tomografia de crânio RM cerebral Angiografia cerebral Doppler de vasos
Diagnóstico Diferencial
  • TIA
  • Hemorragia intracerebral
  • Convulsão com déficit
  • Hipoglicemia grave
  • Tumor com déficit
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico rápido com imagem; tempo varia conforme serviço.

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação rápida, identificação do subtipo e início de proteção cerebral.
Modalidades de Tratamento
1 Trombólise intravenosa quando indicado
2 Trombectomia mecânica
3 Controle da pressão arterial
4 Anticoagulantes conforme subtipo
5 Reabilitação precoce
Especialidades Envolvidas
Neurologia Neurorradiologia Cirurgia Vascular Cardiologia Reabilitação
Tempo de Tratamento
Ações agudas dependem do subtipo; início rápido importa.
Acompanhamento
Acompanhamento multiprofissional nos primeiros meses.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva varia por subtipo; tempo ao tratamento molda o desfecho.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tempo de atendimento rápido
  • Menor área afetada
  • Reabilitação eficaz
  • Controle de fatores de risco
Fatores de Mau Prognóstico
  • Atraso no tratamento
  • Hemorragia extensa
  • Idade avançada
  • Dano cerebral prévio
Qualidade de Vida
Impacto na autonomia; reabilitação pode restaurar funções.

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de fatores de risco como hipertensão, diabetes, tabagismo e sedentarismo.
Medidas Preventivas
Tratamento da hipertensão
Controle glicêmico
Dieta equilibrada
Exercício regular
Parar de fumar
Rastreamento
Rastreamento de fatores de risco em indivíduos de risco.

Dados no Brasil

Estimativas variam; centenas a milhares anuais.
Internações/Ano
Mortalidade relevante; depende de acesso ao tratamento.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Taxas maiores em áreas com maior risco cardiovascular.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam AVC?
Sinais súbitos de déficit neurológico exigem atendimento rápido.
2 AVC pode ser curado?
Tratamento reduz danos; recuperação depende do tempo e da reabilitação.
3 Como prevenir AVC?
Controlar pressão, diabetes, peso, dieta e exercícios.
4 Tempo de busca por ajuda?
Tempo é crítico; agilidade salva funções.
5 AVC pode voltar?
Risco de recidiva existe; adesão ao tratamento reduz.

Mitos e Verdades

Mito

AVC só em idosos.

Verdade

pode ocorrer em jovens com fatores de risco.

Mito

dieta cura AVC.

Verdade

alimentação ajuda no controle de fatores, não cura.

Mito

AVC é sempre fatal.

Verdade

prognóstico melhora com atendimento rápido e reabilitação.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento médico imediato com sinais de AVC, ligue 192.
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Sinais súbitos de AVC requerem pronto atendimento sem demora.
Linhas de Apoio
SAMU 192 Central de AVC Linha de cuidado local

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.