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cid 48
CID-10

Neoplasia maligna do peritônio

Câncer do peritônio

Resumo

Resumo: CID-48 trata neoplasia maligna do peritônio, raro, diagnóstico difícil, tratamento multimodal.

Identificação

Código Principal
CID-48
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Neoplasia maligna do peritônio conforme OMS
Nome em Inglês
Malignant neoplasm of peritoneum
Outros Nomes
Neoplasia peritoneal maligna • Câncer peritoneal • Neoplasia peritoneal • Carcinoma peritoneal
Siglas Comuns
NPM CaPer PerP

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Neoplasias do peritônio
Categoria Principal
Neoplasias malignas
Subcategoria
Peritoneal cancer
Tipo de Condição
doenca
Natureza
neoplasica
Gravidade Geral
grave

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Distribuição global rara; grupos de peritoneo maligno somam uma fração pequena das neoplasias.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; registros indicam baixa prevalência no país.
Faixa Etária Principal
Adultos 60 anos ou mais
Distribuição por Sexo
Proporção equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Idade avançada História de câncer abdominal Doenças inflamatórias abdominais Cirrose Genética rara
Tendência Temporal
Varia entre regiões; tendência geral estável

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem primária rara; envolve mutações celulares e alterações genéticas
Mecanismo Fisiopatológico
Proliferação de células mesoteliais e infiltração da serosa abdominal
Fatores de Risco
Idade acima de 60 História de câncer abdominal Doenças inflamatórias Cirrose Genética rara Baixo acesso a saúde
Fatores de Proteção
Detecção precoce Acesso a diagnóstico Tratamento adequado Estilo de vida saudável
Componente Genético
Relações genéticas são incomuns; certas síndromes elevam risco

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor abdominal inespecífica com ascite
Sintomas Frequentes
Dor abdominal
Ascite
Perda de peso
Fadiga
Náusea
Inchaço
Sinais de Alerta
  • Dor intensa súbita
  • Febre alta
  • Hipotensão
  • Obstrução intestinal aguda
  • Massa abdominal grande
Evolução Natural
Sem tratamento, ascite persistente e deterioração gradual
Complicações Possíveis
Obstrução intestinal Falência hepática Malnutrição Hipercalcemia

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Biópsia com confirmação histológica + imagem
Exames Laboratoriais
Hemograma Função hepática Marcadores tumorais (CA-125) Perfil metabólico Eletrólitos
Exames de Imagem
TC abdominal RM Ultrassom com ascite TC de pelve
Diagnóstico Diferencial
  • Ascite por cirrose
  • Carcinomatose ovariana
  • Tuberculose peritoneal
  • Neoplasia mesotelial
  • Doenças inflamatórias intestinais
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia amplamente; diagnóstico pode levar semanas

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento multidisciplinar com cirurgia, quimioterapia e suporte nutricional
Modalidades de Tratamento
1 Cirurgia de citoredução
2 Quimioterapia sistêmica
3 Quimioterapia intraperitoneal (HIPEC)
4 Cuidados paliativos
5 Suporte nutricional
Especialidades Envolvidas
Oncologia Cirurgia Digestiva Ginecologia-Oncologia Radiologia Nutrição
Tempo de Tratamento
Duração depende de protocolo; HIPEC envolve ciclos curtos
Acompanhamento
Acompanhamento com exames periódicos e imagens

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende de disseminação; pode ser variável
Fatores de Bom Prognóstico
  • Limitar Disseminação
  • Boa resposta ao tratamento
  • Função orgânica preservada
  • Carga tumoral baixa
Fatores de Mau Prognóstico
  • Disseminação extensa
  • Fraqueza geral
  • Falência orgânica
  • Ascite refratária
Qualidade de Vida
Impacto significativo na vida, com dor e fadiga

Prevenção

Prevenção Primária
Não há preventiva específica; manejo de doenças abdominais ajuda
Medidas Preventivas
Tratar inflamações abdominais
Acesso ao diagnóstico
Acompanhamento médico
Estilo de vida saudável
Vacinas conforme recomendação
Rastreamento
Rastreamento não padronizado; diagnóstico guiado por clínica

Dados no Brasil

Baixas internações anuais registradas
Internações/Ano
Óbitos variam conforme região e acesso a tratamento
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior registro em grandes centros; desiguldade de dados

Perguntas Frequentes

1 Como é confirmado o diagnóstico?
Biópsia com histologia e imagem
2 Quais tratamentos existem?
Cirurgia, quimioterapia e HIPEC conforme caso
3 É provável curar?
Rara, o objetivo é controle e qualidade de vida
4 Precisa de acompanhamento longo?
Sim, exige monitoramento periódico
5 Posso evitar a doença?
Não há prevenção primária específica; saúde geral importa

Mitos e Verdades

Mito

é contagioso

Verdade

não se transmite entre pessoas

Mito

dor resolve sozinha

Verdade

exige avaliação para diagnóstico

Mito

cirurgia resolve tudo

Verdade

requer abordagem multidisciplinar

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica de família ou oncologia para avaliação
Especialista Indicado
Oncologista ou Cirurgião Oncológico
Quando Procurar Emergência
Dor aguda, febre, vômitos persistentes, obstrução
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SAMU 192 Central de apoio local

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.