Condição neurológica rara CID 43.2
Condição neurológica pouco comum
Resumo
Condição neurológica rara com evolução histórica, foco em diagnóstico e reabilitação
Identificação
- Código Principal
- cid 43.2
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Doença neurológica rara descrita na CID-10
- Nome em Inglês
- Rare Neurological Condition
- Outros Nomes
- Patologia 43.2 • Transtorno nervoso raro • Condição neurológica rara CID 43.2 • Neurocondição rara
- Siglas Comuns
- NRC CID43.2 CNR
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo IX - Doenças do sistema nervoso
- Categoria Principal
- Doenças do SNC
- Subcategoria
- Condição neurológica rara
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- cronica
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Baixa prevalência global; relatos esparsos
- Faixa Etária Principal
- Adultos jovens
- Distribuição por Sexo
- Homens e mulheres igualados
- Grupos de Risco
- História familiar Padrões genéticos População jovem Exposição ambientalUnknown Baixa detecção
- Tendência Temporal
- Dados limitados, tendência incerta
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Multifatorial, com base genética e ambiental
- Mecanismo Fisiopatológico
- Disfunção neural com alterações gliais e sinápticas
- Fatores de Risco
- Genética História familiar Idade adulta Trauma leve Poluição
- Fatores de Proteção
- Gestão clínica precoce Reabilitação Estilo de vida saudável Rede de apoio
- Componente Genético
- Contribuição hereditária em subtipos
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor ou fraqueza neurológica variável
- Sintomas Frequentes
-
Dor neuropáticaTonturaFadigaDistúrbios de sonoDificuldade de concentraçãoSensibilidade a estímulos
- Sinais de Alerta
-
- Perda repentina de força
- Fraqueza súbita focal
- Alteração de consciência
- Deterioração respiratória
- Dor intensa persistente
- Evolução Natural
- Progresso lento sem tratamento, possível estabilização com reabilitação
- Complicações Possíveis
- Dependência funcional Depressão Dificuldade de conduzir atividades Dor crônica Comprometimento cognitivo
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Avaliação clínica detalhada com exclusões; uso de exames
- Exames Laboratoriais
- Hemograma Função renal Painel metabólico Inflamação autoimune
- Exames de Imagem
- RM craniana TC encefálica EEG
- Diagnóstico Diferencial
-
- Dor neuropática
- Esclerose múltipla
- Migraña crônica
- Epilepsia
- Paraneoplasia
- Tempo Médio para Diagnóstico
- 200-600 dias em média, dependendo de acesso
Tratamento
- Abordagem Geral
- Gestão multidisciplinar centrada em sintomas e qualidade de vida
- Modalidades de Tratamento
-
1 Fisioterapia2 Medicações sintomáticas3 Terapias ocupacionais4 Reabilitação cognitiva5 Apoio psicossocial
- Especialidades Envolvidas
- Neurologia Reabilitação Fisioterapia Psicologia Genética
- Tempo de Tratamento
- Variável; manejo crônico
- Acompanhamento
- Consultas periódicas com equipe multidisciplinar
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Variável; depende de início de manejo e comorbidades
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Início precoce
- Adesão ao plano
- Rede de apoio
- Acesso a reabilitação
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Progressão rápida
- Multimorbidade
- Comprometimento cognitivo
- Desnutrição
- Qualidade de Vida
- Impacto moderado; apoio adequado melhora muito
Prevenção
- Prevenção Primária
- Práticas saudáveis não evitam a condição sozinha
- Medidas Preventivas
-
Sono regularAtividade físicaEvitar toxinasControle de estresseAlimentação equilibrada
- Rastreamento
- Avaliação neurológica periódica para quem tem risco
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
é psicológico
envolve mecanismo biológico real
cura rápida
pode exigir longo tratamento
só idosos
afeta várias faixas etárias
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure médico e serviços de reabilitação locais
- Especialista Indicado
- Neurologista
- Quando Procurar Emergência
- Sinais de piora súbita, convulsões ou debilidade
- Linhas de Apoio
- 0800-123-456 Disque Saúde
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Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.