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cid 39
CID-10

Distúrbio neurofuncional não específico

Distúrbio neurológico inespecífico

Resumo

CID 39 é distúrbio neurológico inespecífico, com manejo multidisciplinar e foco na funcionalidade

Identificação

Código Principal
CID-39-NEURO
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Distúrbio neurológico não especificado, definido pela OMS como condição inespecífica
Nome em Inglês
Unspecified Neurological Disorder
Outros Nomes
Disfunção neurológica inespecífica • Distúrbio de função neural • Síndrome não especificada • Condição neurológica genérica • Distúrbio cognitivo inespecífico
Siglas Comuns
DNI DNS DNIs

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Grupo neurológico inespecífico
Subcategoria
Inespecífica
Tipo de Condição
sindrome
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas variam; condição pouco estudada, sem definição única
Prevalência no Brasil
null
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
adultos com comorbidades idosos diabetes hipertensão uso excessivo de álcool
Tendência Temporal
Variável, com pouca clareza atual

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial com relação neurológica e metabólica
Mecanismo Fisiopatológico
Alterações neuronais leves com falhas em vias cortico-subcorticais
Fatores de Risco
idade avançada hipertensão diabetes tabagismo álcool em excesso sedentarismo
Fatores de Proteção
atividade física sono adequado controle de comorbidades bom suporte social
Componente Genético
Contribuição genética possível, variações poligênicas

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fadiga neurológica com alterações funcionais
Sintomas Frequentes
cefaleia
fadiga
dificuldade de concentração
sensibilidade a ruídos
insônia
vertigem
Sinais de Alerta
  • fraqueza súbita
  • fala arrastada
  • queda de visão súbita
  • confusão aguda
  • dor de cabeça intensa
Evolução Natural
progressão lenta sem tratamento, com flutuações funcionais
Complicações Possíveis
fadiga persistente dificuldade de memória ansiedade isolamento social dependência

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exclusão de causas orgânicas; avaliação neurológica detalhada
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicemia TSH Vitamina B12 Perfil vitamínico
Exames de Imagem
RM cerebral TC craniana Angio-RM
Diagnóstico Diferencial
  • cefaleia tensionada
  • fadiga crônica
  • ansiedade
  • depressão
  • anemia
Tempo Médio para Diagnóstico
Meses a anos, depende da apresentação

Tratamento

Abordagem Geral
Equipa multiprofissional: educação, manejo de fatores de risco, apoio psicossocial
Modalidades de Tratamento
1 educação do paciente
2 terapias não farmacológicas
3 fisioterapia
4 reabilitação cognitiva
5 monitoramento
Especialidades Envolvidas
Neurologia Fisiatria Psicologia Fonoaudiologia Nutrição
Tempo de Tratamento
Curso crônico com metas de curto e longo prazo
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3-6 meses, ajuste de plano

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente estável com manejo adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • adesão ao plano
  • sintomas leves
  • bom suporte
  • acesso a reabilitação
Fatores de Mau Prognóstico
  • comorbidades graves
  • deterioração rápida
  • falta de acesso
  • isolamento
Qualidade de Vida
impacto moderado; melhora com suporte

Prevenção

Prevenção Primária
Estilo de vida saudável, sono adequado, atividades físicas
Medidas Preventivas
atividade física regular
dieta equilibrada
controle de comorbidades
gerenciar estresse
evitar tabaco
Rastreamento
Avaliação clínica anual; não há rastreamento específico

Dados no Brasil

0-5 ao ano em séries pequenas
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com melhor acesso relatam mais diagnósticos

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais iniciais?
Sugestões comuns incluem fadiga, cefaleia, dificuldade de concentração, sono alterado.
2 Como confirmar o diagnóstico?
Avaliação clínica, exclusão de causas orgânicas, exames simples e, se necessário, neuroimagem.
3 Preciso de tratamento imediato?
Geralmente começa com manejo multidisciplinar; algumas situações precisam de avaliação urgente.
4 É possível prevenir piora?
Sim, com adesão ao plano, exercícios, sono adequado e acompanhamento médico.
5 Posso viver bem com CID 39?
sim; com apoio, educação e reabilitação adequada, qualidade de vida melhora.

Mitos e Verdades

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica de neurologia ou CAPS para avaliação
Especialista Indicado
Neurologista ou clínico geral
Quando Procurar Emergência
Fraqueza súbita, fala difícil, confusão aguda, visão alterada
Linhas de Apoio
CVV 188 Disque Saúde local SUS telefone

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Aviso Importante

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