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cid 33.2
CID-10

Doença auditiva CID 33.2

Distúrbio auditivo

Resumo

Distúrbio auditivo com progressão; proteja ouvidos e busque avaliação

Identificação

Código Principal
CID 33.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Doença auditiva não especificada segundo a CID-10
Nome em Inglês
Hearing disorder unspecified CID 33.2
Outros Nomes
Perda auditiva não especificada • Dano auditivo • Defeito auditivo • Alteração auditiva
Siglas Comuns
DA OI CID33.2

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VIII - Doenças do ouvido
Categoria Principal
Doenças auditivas
Subcategoria
Distúrbios da audição
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estima-se que distúrbios auditivos afetem centenas de milhões globalmente, com variação por idade.
Prevalência no Brasil
Prevalência relevante no Brasil, com lacunas em diagnóstico precoce.
Faixa Etária Principal
Adultos mais velhos, acima de 60 anos
Distribuição por Sexo
Proporção similar entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Idosos Exposição a ruído ocupacional História familiar de perda auditiva Uso de fones de ouvido em volume alto Infecções crônicas do ouvido
Tendência Temporal
Aumento gradual com envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Envelhecimento natural do sistema auditivo, dano sonoro e fatores genéticos
Mecanismo Fisiopatológico
Degeneração de células ciliadas e degeneração neural progressiva
Fatores de Risco
Exposição a ruído Volume alto de fones Idade avançada Histórico familiar Doenças cardíacas
Fatores de Proteção
Proteção auditiva Redução de ruído ambiental Monitoramento auditivo regular Vacinação adequada quando aplicar
Componente Genético
Contribui para suscetibilidade em algumas famílias

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Perda gradual da audição, geralmente bilateral
Sintomas Frequentes
Redução de sons suaves
Dificuldade com vozes em ambientes barulhentos
Zumbido em ouvido
Diminuição da percepção de fala em ruído
Necessidade de aumentar o volume de TV
Sinais de Alerta
  • Perda súbita de audição
  • Dor intensa com secreção
  • Facial paralisia súbita
  • Fraqueza em ouvido
  • Vermelhidão grave na orelha
Evolução Natural
Tende a progredir ao longo dos anos se não tratado
Complicações Possíveis
Comunicação prejudicada Isolamento social Depressão leve Dificuldade escolar em jovens Dependência de aparelhos

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, exame otológico e audiometria padronizada
Exames Laboratoriais
Audiometria tonal Audiometria verbal Impedanciometria Otoemissões Testes de função coclear
Exames de Imagem
RM de vias auditivas RM/cinturão temporal TC osso temporal
Diagnóstico Diferencial
  • Perda auditiva neurosensorial induzida por ruído
  • Presbiacusia
  • Otite média crônica
  • Perda condutiva isolada
  • Doenças neurológicas
Tempo Médio para Diagnóstico
Aproximadamente 3 a 12 meses em boa parte dos casos

Tratamento

Abordagem Geral
Reduzir ruído, reabilitar por meio de aparelhos ou fonoaudiologia, orientar sobre proteção
Modalidades de Tratamento
1 Proteção auditiva
2 Aparelhos auditivos
3 Implante coclear em casos graves
4 Reabilitação auditiva
5 Terapia de comunicação
Especialidades Envolvidas
Otorrino Fonoaudiologia Audiologia Geriatria
Tempo de Tratamento
Tratamento contínuo ao longo da vida
Acompanhamento
Consultas periódicas a cada 6-12 meses

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia conforme gravidade; com manejo, melhoria na qualidade de vida
Fatores de Bom Prognóstico
  • Detecção precoce
  • Adesão ao tratamento
  • Aparelhos bem ajustados
  • Baixa exposição a ruído
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exposição contínua a ruído
  • Gravidade inicial alta
  • Condições médicas associadas
  • Falta de acesso a reabilitação
Qualidade de Vida
Experiência de vida pode melhorar com tratamento adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção auditiva e redução de ruído em ambientes de trabalho e casa
Medidas Preventivas
Proteção auricular
Redução de ruído
Monitoração periódica
Vacinação quando aplicável
Higiene auricular correta
Rastreamento
Audiometria de rotina para grupos de risco

Dados no Brasil

1200
Internações/Ano
50
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência nas regiões sudeste e sul

Perguntas Frequentes

1 Posso recuperar a audição?
Depende da causa e do tempo de tratamento.
2 Quais aparelhos ajudam?
Aparelhos auditivos e implantes cocleares conforme indicação.
3 O que fazer na suspeita?
Procure avaliação rápida com otorrino ou fonoaudiologia.
4 É hereditária?
Pode ter componentes genéticos, avaliado por especialista.
5 Posso prevenir?
Sim: proteja os ouvidos, trate infecções e evite ototóxicos.

Mitos e Verdades

Mito

protetores atrapalham concentração

Verdade

protetores protegem audição e ajudam concentração

Mito

aparelhos auditivos estragam fala

Verdade

aparelhos melhoram compreensão em ruído

Mito

surdez é inevitável

Verdade

manejo adequado reduz progressão

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure otorrino ou fonoaudiologista.
Especialista Indicado
Otorrinolaringologista
Quando Procurar Emergência
Perda súbita de audição requer atendimento imediato
Linhas de Apoio
Disque 100 SUS Central CAPs

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.