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cid 211.0
CID-10

Nódulo Tireoidiano Benigno

Nódulo na tireoide

Resumo

Nódulo tireoidiano benigno costuma não doer; acompanhamento é comum.

Identificação

Código Principal
CID 211.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Nódulo tireoidiano benigno, CID-10 211.0, nomenclatura OMS
Nome em Inglês
Benign Thyroid Nodule
Outros Nomes
Nódulo tireoidiano • Nódulo da tireoide • Goiter nodular benigno • Nódulo tiroideano benigno • Nódulo tireoide
Siglas Comuns
NTB NT CID211

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças Endócrinas
Categoria Principal
Neoplasias benignas da tireoide
Subcategoria
Neoplasia benigna da tireoide
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Nódulos tireoidianos são comuns; prevalência aumenta com idade, muitos assintomáticos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; estimativas semelhantes às globais.
Faixa Etária Principal
Adultos 40 anos ou mais
Distribuição por Sexo
Mais comum em mulheres; relação ~2:1
Grupos de Risco
Mulheres 40+ História familiar de nódulos Radiação cervical anterior Deficiência de iodo Idade avançada
Tendência Temporal
Geralmente estável; detecção aumenta com exames de imagem.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desenvolvimento de nódulo na tireoide, geralmente benigno, resultado de alterações celulares.
Mecanismo Fisiopatológico
Crescimento focal de células tireoidianas levando a um nódulo; pode ser hiperplasia, cisto ou adenoma.
Fatores de Risco
Sexo feminino Idade adulta História familiar Exposição a radiação Deficiência de iodo
Fatores de Proteção
Iodo adequado Evitar radiação desnecessária Função tireoidiana estável Monitoramento regular
Componente Genético
Predisposição genética rara; maioria casos é esporádica.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Nódulo palpável no pescoço; maioria assintomático.
Sintomas Frequentes
Nódulo visível ou palpável
Sensação de peso no pescoço
Mudanças no tamanho da tireoide
Dificuldade leve para engolir
Alteração na voz se compressão
Sinais de Alerta
  • dor súbita no pescoço
  • dificuldade respiratória
  • dificuldade para engolir
  • nódulo muito duro
  • nódulo fixo ao tecido
Evolução Natural
Sem tratamento, nodulo pode permanecer estável ou crescer lentamente.
Complicações Possíveis
Compressão de estruturas adjacentes Alteração na função tireoidiana Dor persistente Transformação maligna rara Problemas estéticos

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com ultrassom e punção para confirmar benignidade.
Exames Laboratoriais
TSH T4 livre anticorpos anti-TPO anticorpos anti-tireoglobulina calcinina quando suspeita cancer
Exames de Imagem
Ultrassom de tireoide Cintilografia tireoidiana RM cervical Tomografia cervical
Diagnóstico Diferencial
  • Carcinoma tireoidiano
  • Goiter nodular difuso
  • Cisto tireoidiano
  • Adenoma tiroideano
  • Linfadenopatia cervical
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente semanas a meses desde a detecção até confirmação.

Tratamento

Abordagem Geral
Princípio do tratamento: observar nodulos pequenos e indicar cirurgia apenas com critérios.
Modalidades de Tratamento
1 Monitoramento clínico
2 Cirurgia de tireoide
3 Ablação por radiofrequência
4 Iodo radioativo em casos funcionais
5 Terapias adjuntas
Especialidades Envolvidas
Endocrinologista Cirurgião de cabeça e pescoço Radiologista Otorrinolaringologista Clínico geral
Tempo de Tratamento
Duração varia com evolução; acompanhamento regular.
Acompanhamento
Consultas regulares e ultrassom de tireoide conforme plano de cuidado.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa: nodulos benignos não são cancerosos na maioria.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Nódulo benigno confirmado
  • Fução tireoidiana normal
  • Sem compressão
  • Ausência de câncer na biópsia
Fatores de Mau Prognóstico
  • Sinais de malignidade
  • Nódulo com rápido crescimento
  • Compressão severa
  • Função tireoidiana muito alterada
Qualidade de Vida
Geralmente boa; tratamento adequado mantém bem-estar.

Prevenção

Prevenção Primária
Iodo suficiente na dieta e evitar radiação desnecessária no pescoço.
Medidas Preventivas
Iodo suficiente na dieta
Evitar radiação desnecessária no pescoço
Monitoramento de voz
Cuidados de saúde ocupacional
Rotina de exames conforme orientação médica
Rastreamento
Ultrassom periódico ou conforme indicação clínica.

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com acesso a ultrassom e cirurgia variam entre estados.

Perguntas Frequentes

1 Nódulo tireoidiano pode desaparecer sozinho?
Geralmente não; exige monitoramento médico e exames.
2 Quando preciso fazer FNAB?
FNAB indicado quando ultrassom sugere prudentes sinais de risco.
3 Qual é o tratamento para nodulos benignos?
Monitoramento ou cirurgia apenas se houver fatores de risco.
4 É seguro fazer exames com raio-x na tireoide?
Exames solicitados conforme necessidade médica; balancear risco benefício.
5 Como reduzir riscos de nodulos?
Dieta equilibrada, iodo adequado e evitar radiação desnecessária.

Mitos e Verdades

Mito

Nódulos tireoidianos sempre cancerígenos

Verdade

A maioria é benigna; diagnóstico completo evita alarmismo.

Mito

Cirurgia é necessária em todos os nodulos

Verdade

Muitos nodulos não requerem cirurgia; acompanhamento é comum.

Mito

Deficiência de iodo sempre causa nodulos

Verdade

Contribui, mas há outros fatores; manejo é individual.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro médico de família, depois endocrinologista.
Especialista Indicado
Endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, dor súbita, nódulo rápido crescimento. Procure pronto atendimento.
Linhas de Apoio
SUS Chat 136 Linha de apoio local Rede de saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.