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cid 2000 atestado
CID-10

Hipertensão arterial essencial

Hipertensão arterial essencial

Resumo

Hipertensão arterial essencial é pressão alta sem causa clara; controle com estilo de vida e, se necessário, remédios.

Identificação

Código Principal
CID 2000 atestado
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hipertensão arterial essencial segundo OMS, elevação persistente da pressão arterial sem condição secundária
Nome em Inglês
Essential Hypertension
Outros Nomes
HTA primária • Hipertensão arterial primária • HTA essencial • Hipertensão arterial sem causa
Siglas Comuns
HTA HAS HTA-Primária

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho circulatório
Categoria Principal
Doenças hipertensivas
Subcategoria
Hipertensão arterial essencial
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; hipertensão atinge cerca de 25% da população adulta.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta alta prevalência e variações regionais; adultos acima de 18 anos afetados.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade e idosos são os grupos mais atingidos.
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres mostram patamares próximos; variações por idade.
Grupos de Risco
Idade avançada Obesidade História familiar Sedentarismo Tabagismo
Tendência Temporal
Tendência global estável, com variações conforme região; melhoria com prevenção.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial sem causa identificável em muitos pacientes.
Mecanismo Fisiopatológico
Aumento da resistência vascular periférica com retenção de sódio e ativação do RAAS.
Fatores de Risco
Idade avançada Obesidade Sedentarismo Dieta rica em sódio História familiar Consumo excessivo de álcool
Fatores de Proteção
Dieta balanceada Exercício regular Controle de peso Abstinência de tabaco
Componente Genético
Contribuição genética relevante; familiares apresentam risco aumentado.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Pouco sintoma; diagnóstico por medição de PA elevada.
Sintomas Frequentes
Dores de cabeça frequentes
Tontura leve
Zumbido nas orelhas
Fadiga
Visão turva
Náuseas ocasionais
Sinais de Alerta
  • Dor no peito intensa
  • Fraqueza súbita de membros
  • Dificuldade respiratória grave
  • Fala ou visão alteradas súbitas
  • Desmaio
Evolução Natural
Pode evoluir lentamente sem tratamento; danos ao coração, rins e cérebro podem ocorrer.
Complicações Possíveis
Doença cardíaca AVC Insuficiência renal Infarto do miocárdio Aneurisma

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Leituras elevadas em consultas distintas; PA ≥140/90 em duas ocasiões.
Exames Laboratoriais
Perfil lipídico Glicemia de jejum Creatinina e ureia Eletrólitos Urina com proteína
Exames de Imagem
Ecocardiograma ECG Ultrassom renal Ressonância quando indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Síndrome metabólica
  • Doença renal crônica
  • Hiperlipidemia
  • Aterosclerose precoce
  • Distúrbios hormonais
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo típico até diagnóstico: meses a anos, dependendo do acompanhamento.

Tratamento

Abordagem Geral
Metas individualizadas, alimentação saudável, atividade física e educação em saúde.
Modalidades de Tratamento
1 Mudanças no estilo de vida
2 Tratamento farmacológico conforme necessidade médica
3 Monitoramento da PA
4 Controle de comorbidades
5 Reabilitação quando indicado
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Cardiologista Nefrologista Endocrinologista Nutricionista
Tempo de Tratamento
Duração varia com controle; acompanhamento mensal no início.
Acompanhamento
Consultas mensais até PA estável; revisar metas e adesão.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com controle adequado, risco cardiovascular reduz; danos evitáveis com tratamento.
Fatores de Bom Prognóstico
  • PA estável
  • Boa adesão
  • Acesso a cuidados
  • Carga de comorbidades baixa
Fatores de Mau Prognóstico
  • PA não controlada
  • Danos de órgãos
  • Múltiplas doenças
  • Desigualdade no tratamento
Qualidade de Vida
Pode melhorar com controle; manter atividades diárias sem limitações.

Prevenção

Prevenção Primária
Adotar estilo de vida saudável desde jovem para evitar hipertensão.
Medidas Preventivas
Redução de sódio
Dieta rica em frutas/vegetais
Exercício regular
Controle de peso
Não fumar
Rastreamento
Medir PA regularmente; monitorar pressão arterial.

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais por complicações.
Internações/Ano
Óbitos anuais vinculados a hipertensão.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga em áreas com menos acesso; variações regionais.

Perguntas Frequentes

1 Posso ter hipertensão sem sintomas?
Sim; diagnóstico frequente ocorre sem dor ou mal-estar.
2 A hipertensão é curável?
Não há cura; tolera-se com controle e adesão.
3 Quais sinais de alarme?
Dor no peito, respiração curta, fala ou fraqueza súbita.
4 Posso prevenir?
Sim: alimentação saudável, peso adequado, exercício, menos sódio.
5 Como acompanhar em casa?
Meça PA diariamente e registre; leve valores ao médico.

Mitos e Verdades

Mito

HTA só atinge velhos.

Verdade

pode ocorrer em adultos de várias idades.

Mito

dor é sempre presente.

Verdade

muitos não sentem dor; diagnóstico pela PA.

Mito

remédios são desnecessários.

Verdade

quando indicados, reduzem riscos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade básica de saúde ou médico de família para avaliação.
Especialista Indicado
Cardiologista ou clínico geral.
Quando Procurar Emergência
Dor no peito, fala enrolada, fraqueza súbita, dificuldade respiratória.
Linhas de Apoio
0800-000-000 SUS 136 CAPS próximo

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.