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cid 10 r53
CID-10

Fadiga e mal-estar

Cansaço persistente

Resumo

Fadiga é cansaço persistente de origem múltipla; avaliar causas ajuda a ver tratamento adequado.

Identificação

Código Principal
R53
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fadiga inespecífica, termo OMS para fadiga geral
Nome em Inglês
Fatigue
Outros Nomes
fadiga • cansaço • fraqueza • letargia • astenia
Siglas Comuns
R53

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Sintomas, sinais e achados clínicos inespecíficos
Categoria Principal
Sintomas inespecíficos
Subcategoria
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
outra
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; fadiga é sintoma comum em várias condições, sem um percentual único.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; fadiga comum entre adultos, com variações conforme doenças associadas.
Faixa Etária Principal
Adultos 25-55 anos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres, equilíbrio relativo
Grupos de Risco
Estresse crônico Distúrbios do sono Doenças crônicas Anemia Depressão
Tendência Temporal
Varia com causas subjacentes; tendência estável globalmente

Etiologia e Causas

Causa Principal
Múltiplas origens: doenças crônicas, distúrbios do sono, anemia, infecções, desnutrição
Mecanismo Fisiopatológico
Energia celular desequilibrada, inflamação leve, distúrbio do sono e fatores psicossociais influenciam fadiga.
Fatores de Risco
Estresse prolongado Sedentarismo Má alimentação Distúrbios do sono Doenças crônicas Depressão
Fatores de Proteção
Sono regular Atividade física Alimentação equilibrada Gestão do estresse
Componente Genético
Predisposição genética em síndromes associadas; não é traço único

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Cansaço persistente que reduz atividades diárias
Sintomas Frequentes
Cansaço ao acordar
Dificuldade de concentração
Dor de cabeça
Sonolência diurna
Irritabilidade
Baixa energia
Sinais de Alerta
  • Dor no peito com gravidade
  • Fala arrastada
  • Fraqueza súbita
  • Confusão
  • Desmaio
Evolução Natural
Sem tratamento, pode persistir; melhoria depende da abordagem de causas subjacentes
Complicações Possíveis
Baixa qualidade de vida Desempenho no trabalho Problemas de sono Ansiedade Depressão

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com exclusão de doenças graves; histórico detalhado e exames básicos
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH Glicose Ferritina PCR
Exames de Imagem
Radiografia de tórax se indicado RM/TC apenas se necessário Ultrassom se sinais objetivos Exames conforme suspeita
Diagnóstico Diferencial
  • Depressão
  • Distúrbios do sono
  • Hipotireoidismo
  • Anemia
  • Infecção crônica
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a semanas; depende de causas

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento foca em identificar e manejar causas; educação, sono, alimentação, atividade física e apoio emocional.
Modalidades de Tratamento
1 Educacional
2 Mudanças de estilo de vida
3 Terapia cognitivo-comportamental
4 Tratamento de doenças subjacentes
5 Reabilitação física
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Nutrólogo Psiquiatra/Psiólogo Especialista em sono Reabilitacao
Tempo de Tratamento
Variável; não há prazo fixo
Acompanhamento
Consultas regulares, ajuste do tratamento, monitoramento de sintomas

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva varia; melhora provável com manejo adequado das causas subjacentes
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Adesão ao tratamento
  • Sono regular
  • Apoio familiar
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diagnóstico tardio
  • Condições crônicas não tratadas
  • Isolamento social
  • Estresse não controlado
Qualidade de Vida
Impacto na energia, sono, trabalho e relações; melhoria com manejo da condição

Prevenção

Prevenção Primária
Manter sono adequado, alimentação, atividade física e gestão do estresse
Medidas Preventivas
Sono consistente
Alimentação nutritiva
Exercício regular
Hidratação
Redução de álcool
Rastreamento
Não há rastreamento específico; avaliação de sinais de doença subjacente

Dados no Brasil

Não disponível; depende de condições subjacentes
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta pela fadiga
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição semelhante entre regiões; variações dependem de condições associadas

Perguntas Frequentes

1 Fadiga sempre indica doença grave?
Não. Pode ter causas simples; avaliação ajuda a encontrar origem e orientar tratamento.
2 Quais exames são comuns?
Hemograma, TSH e glicose; conforme sinais, outros exames surgem.
3 É contagiosa?
Fadiga em si não contagia; doenças subjacentes podem exigir isolamento se infecciosas.
4 Pode melhorar sem tratamento?
Algumas causas respondem a hábitos saudáveis; outras exigem manejo médico.
5 Quando procurar ajuda rápida?
Procure se dor no peito, desmaio, confusão ou dificuldade para respirar aparecer.

Mitos e Verdades

Mito

Fadiga sempre indica doença grave

Verdade

pode ter causas simples; avaliação médica orienta.

Mito

Repouso total cura fadiga

Verdade

Não; depende da causa subjacente.

Mito

Fadiga afeta apenas idosos

Verdade

Pode ocorrer em qualquer idade; investigação é útil

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica geral inicial; retorno conforme evolução
Especialista Indicado
clínico geral
Quando Procurar Emergência
Dor no peito com dificuldade, desmaio, confusão, fala difícil
Linhas de Apoio
0800-000-0000 0800-123-4567 DisqueSaúde 136

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.