cid 10 n.30
CID-10
Cistite aguda
Cistite, infecção urinária baixa
Resumo
Infecção da bexiga que causa ardor ao urinar e vontade frequente de ir ao banheiro
Identificação
- Código Principal
- N30
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Cistite aguda
- Nome em Inglês
- Acute cystitis
- Outros Nomes
- Cistite aguda • Inflamação vesical • Infecção urinária baixa • Cistite bacteriana
- Siglas Comuns
- ITU ITU-BAIXA CI
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XII - Doenças do aparelho urinário
- Categoria Principal
- Infecções do trato urinário
- Subcategoria
- Cistite aguda (baixa)
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- aguda
- Gravidade Geral
- leve
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência global elevada; ITU é comum; mulheres mais afetadas
- Prevalência no Brasil
- Mais comum em mulheres, especialmente na idade fértil
- Faixa Etária Principal
- Adultas jovens e mulheres
- Distribuição por Sexo
- Maior ocorrência em mulheres; homens menos atingidos
- Grupos de Risco
- Mulheres Gravidez Diabetes mellitus Anomalias urinárias Sonda vesical
- Tendência Temporal
- Taxa estável com variações sazonais
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Infecção urinária bacteriana, principalmente Escherichia coli
- Mecanismo Fisiopatológico
- Colonização uretral ascende à bexiga, causando inflamação da mucosa
- Fatores de Risco
- Mulheres Gravidez Diabetes Sonda vesical Uso de contraceptivos com diafragma
- Fatores de Proteção
- Hidratação adequada Orinar após relações sexuais Higiene íntima correta Urina regular
- Componente Genético
- Predisposição genética rara para ITU recidivante
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Disúria com micção frequente e urgência
- Sintomas Frequentes
-
DisúriaMicção frequenteUrgênciaDor suprapúbicaUrina turvaDor ao iniciar a micção
- Sinais de Alerta
-
- Febre alta
- Dor lombar intensa
- Vômitos persistentes
- Confusão em idosos
- Sinais de pielonefrite
- Evolução Natural
- Sem tratamento, infecção pode progredir para pielonefrite
- Complicações Possíveis
- Pielonefrite Sepsis urinária Infecção recorrente Lesões vesicais crônicas Abscesso perivesical
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Dor pélvica com disúria e micção; confirmação por urina e cultura se necessário
- Exames Laboratoriais
- Urina tipo 1 Sedimento urinário Leucócitos na urina Nitritos na urina Urocultura
- Exames de Imagem
- Ultrassom vesical Ultrassom renal Ressonância não rotineira
- Diagnóstico Diferencial
-
- Uretrite
- Prostatite
- Vaginose bacteriana
- Cistite intersticial
- Pielonefrite
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Horas a dias até confirmação, conforme sintomas e acesso a exames
Tratamento
- Abordagem Geral
- Base clínica, confirmação de infecção e diretrizes atualizadas para manejo
- Modalidades de Tratamento
-
1 Tratamento farmacológico2 Hidratação3 Alívio de dor4 Tratamento baseado em cultura5 Educação do paciente
- Especialidades Envolvidas
- Clínico geral Urologista Ginecologista Enfermagem Farmacologia
- Tempo de Tratamento
- Duração típica: 3 a 7 dias, conforme caso
- Acompanhamento
- Retornos em 48-72h para avaliar resposta e ajustar tratamento
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Excelente para a maioria com tratamento adequado
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Resolução rápida
- Sinais estáveis
- Ausência de febre
- Sem complicações
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Idade avançada
- Recidiva frequente
- Diabetes não controlado
- Imunossupressão
- Qualidade de Vida
- Desconforto temporário, retorno rápido com manejo adequado
Prevenção
- Prevenção Primária
- Hidratação adequada, higiene correta, evitar irritantes vesicais
- Medidas Preventivas
-
Beber água suficienteUrinar após relação sexualHigiene íntima adequadaRoupas largasEvitar retenção urinária
- Rastreamento
- Não há rastreamento de rotina; cultura indicada se suspeita ou febre
Dados no Brasil
Varia com complicações; ITU simples segue caminho ambulatorial
Internações/Ano
Baixa mortalidade para ITU simples
Óbitos/Ano
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.