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cid 10 m542
CID-10

Cervicalgia

Dor no pescoço

Resumo

Dor no pescoço comum; melhora com postura, exercícios e fisioterapia.

Identificação

Código Principal
M54.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Cervicalgia, dor na região cervical conforme CID-10 M54.2 (OMS)
Nome em Inglês
Cervicalgia
Outros Nomes
Cervicodorsalgia • Dor cervical • Dor de pescoço • Dor cervical crônica • Cervicalgia torácica
Siglas Comuns
M54.2 CID-10 M54.20

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do aparelho musculoesquelético e do tecido conjuntivo
Categoria Principal
Doenças musculoesqueléticas
Subcategoria
Dorsalgia cervical
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor cervical é comum em adultos, com impacto global entre fatores ocupacionais
Prevalência no Brasil
Presente em trabalhadores com má postura; variação regional
Faixa Etária Principal
Adultos 30-60 anos
Distribuição por Sexo
Equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
postura inadequada no trabalho uso prolongado de tela trauma cervical atividade repetitiva fatores psicossociais
Tendência Temporal
Estável com melhoria com ergonomia

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fatores multifatoriais com dor cervical sem infecção
Mecanismo Fisiopatológico
Irritação neural, inflamação local e alterações posturais que geram dor
Fatores de Risco
postura inadequada uso de telas trauma tabagismo obesidade fatores psicossociais
Fatores de Proteção
ergonomia exercícios regulares fortalecimento cervical controle de peso
Componente Genético
Contribuição genética rara, multifatorial

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
dor cervical com rigidez e movimento limitado
Sintomas Frequentes
dor ao movimento
rigidez matinal
dor que irradia para ombro
dor ao toque cervical
melhora com repouso
dor durante atividades
Sinais de Alerta
  • fraqueza progressiva
  • sintomas neurológicos
  • alteração sensorial grave
  • perda de coordenação
  • sinais de trauma grave
Evolução Natural
Dor pode persistir sem tratamento adequado; melhora com fisioterapia
Complicações Possíveis
dor crônica limitação funcional síndrome facetária radiculopatia cervical disfunção do ombro

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica compatível, exame e necessidade de imagem conforme
Exames Laboratoriais
hemograma ionograma proteína C reativa glicose TSH
Exames de Imagem
Radiografia cervical RM cervical TC cervical Ultrassom de tecidos moles
Diagnóstico Diferencial
  • dor de ombro referida
  • cefaleia tensional
  • radiculopatia cervical
  • dor muscular local
  • espondilose cervical
Tempo Médio para Diagnóstico
1-2 semanas tipicamente

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação clínica com manejo conservador, foco em exercícios, postura e analgesia conforme necessidade
Modalidades de Tratamento
1 fisioterapia
2 exercícios de alongamento
3 educação postural
4 analgesia não opioide
5 infiltração facetária apenas quando indicado
Especialidades Envolvidas
Clínico Geral Fisiatria Fisioterapeuta Ortopedista Neurologista
Tempo de Tratamento
Sem tempo fixo; varia com gravidade e resposta
Acompanhamento
Retornar a cada 4-6 semanas durante fisioterapia; monitorar evolução

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa com manejo adequado; dor pode recidivar
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa resposta à fisioterapia
  • postura ergonômica
  • engajamento em exercícios
  • ausência de radiculopatia
Fatores de Mau Prognóstico
  • dor refratária
  • radiculopatia persistente
  • dor crônica
  • limitação funcional grave
Qualidade de Vida
impacto moderado; com manejo adequado, atividades viáveis

Prevenção

Prevenção Primária
Boa postura, pausas, ergonomia e exercícios diários
Medidas Preventivas
ergonomia no trabalho
alongamento diário
atividade física regular
controle de estresse
evitar tabagismo

Dados no Brasil

Baixa internação; manejo ambulatorial comum
Internações/Ano
Mortalidade rara
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior impacto em regiões com elevada atividade ocupacional

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas comuns?
Postura inadequada, esforço repetitivo e distensões são frequentes.
2 Como é feito o diagnóstico?
História clínica, exame e imagem conforme necessidade.
3 Quando cirurgia é necessária?
Na maioria, manejo conservador melhora a dor.
4 Como prevenir?
Postura correta, pausas e exercícios diários.
5 Quanto tempo leva para melhorar?
Pode levar semanas; progresso depende de tratamento e adesão.

Mitos e Verdades

Mito

Cirurgia é primeira opção

Verdade

A maioria responde bem a fisioterapia e ergonômica

Mito

Dor cervical não melhora

Verdade

Tratamento adequado melhora a dor na maioria dos casos

Mito

Exercícios causam mais dor

Verdade

Exercícios bem orientados aliviam rigidez e dor

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínico geral ou ortopedista; fisioterapeuta pode orientar
Especialista Indicado
Ortopedista ou fisiatra
Quando Procurar Emergência
Sinais de déficit neurológico, fraqueza ou trauma requerem atendimento
Linhas de Apoio
SUS 136 Central de Saúde 0800- Linha de apoio local

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.