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cid 10 k529
CID-10

Gastroenterite e colite não infecciosas, não especificadas

Gastroenterite não infecciosa não especificada

Resumo

Não é infecção; envolve inflamação intestinal com causas diversas.

Identificação

Código Principal
K52.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Gastroenterite e colite não infecciosas, não especificadas
Nome em Inglês
Noninfective gastroenteritis and colitis, unspecified
Outros Nomes
Gastroenterite não inflamatória • Colite não infecciosa • Gastroenterite inespecífica • Colite inespecífica • G.E. não infecciosa
Siglas Comuns
GI-NI GNI GE-NI

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XI - Doenças do aparelho digestivo
Categoria Principal
Doenças do sistema digestivo
Subcategoria
Gastroenterite e colite não infecciosas
Tipo de Condição
doenca
Natureza
outra
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global varia por região; não há cifra única para todas as formas não infecciosas.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; não há estimativas consolidadas para K52.9.
Faixa Etária Principal
Todas as idades, sem predomínio claro
Distribuição por Sexo
Sexo equilibrado em muitos casos
Grupos de Risco
Uso de antibióticos prolongado Doença inflamatória intestinal Imunossupressão Má alimentação Tabagismo
Tendência Temporal
Estimativas indicam estabilidade geral; variam por subgrupo.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Processos inflamatórios não infecciosos do trato digestivo com etiologia multifatorial.
Mecanismo Fisiopatológico
Respostas imunes desreguladas com inflamação intestinal, alterações na barreira mucosa e microbiota.
Fatores de Risco
Idade avançada Uso prolongado de antibióticos Doenças inflamatórias Imunossupressão Má alimentação Tabagismo
Fatores de Proteção
Dieta balanceada Hidratação adequada Atividade física regular Acesso a atendimento médico precoce
Componente Genético
Contribuição genética moderada em alguns subtipos.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor abdominal com diarreia crônica ou recorrente
Sintomas Frequentes
Dor abdominal
Diarreia persistente
Flatulência
Inchaço abdominal
Cansaço
Perda de peso leve
Sinais de Alerta
  • Perda de peso acentuada
  • Sangramento abundante
  • Dor abdominal intensa
  • sinais de desidratação
  • Vômitos persistentes
Evolução Natural
Curso crônico com períodos de exacerbação e remissão
Complicações Possíveis
Anemia Desnutrição Desidratação Obstrução rara Síndrome de má absorção

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com exclusão de infecciosos, exames laboratoriais e endoscopia conforme necessidade.
Exames Laboratoriais
Hemograma completo Proteína C-reativa Calprotectina fecal Albumina Função hepática
Exames de Imagem
Ultrassonografia abdominal Tomografia computadorizada Ressonância magnética Endoscopia digestiva
Diagnóstico Diferencial
  • Doença de Crohn
  • Colite ulcerativa
  • Síndrome do intestino irritável
  • Infecção bacteriana não específica
  • Doença celíaca
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme acesso a exames; costuma seguir semanas.

Tratamento

Abordagem Geral
Gestão multidisciplinar com foco em alívio de sintomas, nutrição e suporte.
Modalidades de Tratamento
1 Ajustes alimentares
2 Suplementação nutricional
3 Medicamentos sintomáticos
4 Terapias imunomoduladoras
5 Cirurgia quando indicada
Especialidades Envolvidas
Gastroenterologia Nutrição Fisioterapia Psicologia Cuidados paliativos
Tempo de Tratamento
Duração variável conforme etiologia e resposta
Acompanhamento
Consultas periódicas a cada 3-6 meses, com avaliações clínicas e nutricionais

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variável; depende da etiologia subjacente, mas muitos mantêm qualidade de vida.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resposta positiva ao tratamento
  • Diagnóstico precoce
  • Boa adesão ao plano
  • Nutrição estável
Fatores de Mau Prognóstico
  • Comorbidades graves
  • Desnutrição avançada
  • Inatividade médica
  • Altos riscos de complicações
Qualidade de Vida
Pode oscilar; apoio nutricional e psicológico ajuda

Prevenção

Prevenção Primária
Adotar dieta equilibrada, hidratação adequada, sono adequado e higiene
Medidas Preventivas
Hábito alimentar saudável
Hidratação
Redução de irritantes GI
Controle de comorbidades
Acesso a exames regulares
Rastreamento
Avaliações individualizadas conforme doença associada; sem rastreamento universal

Dados no Brasil

Varia com gravidade; dados nacionais não são específicos.
Internações/Ano
Mortalidade geral baixa; depende da etiologia e complicações.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição desigual por região; acesso influencia dados.

Perguntas Frequentes

1 Essa condição é contagiosa?
Não; não é transmitida por germes, é inflamatória.
2 Precisa de exames contínuos?
Depende da evolução; muitos precisam de monitoramento periódico.
3 Como é confirmado o diagnóstico?
Combina avaliação clínica, exames e, se necessário, endoscopia.
4 É possível prevenir recaídas?
Tratamento adequado e dieta ajudam a reduzir episódios.
5 Qual é o cuidado diário?
Seguir plano médico, manter nutrição estável e hidratar.

Mitos e Verdades

Mito

fibrose cura rapidamente.

Verdade

trata-se de manejo a longo prazo, não cura rápida.

Mito

antibióticos são a solução universal.

Verdade

antibióticos não tratam doenças não infecciosas.

Mito

alimentação leve evita tudo.

Verdade

dieta ajuda, mas requer abordagem médica completa.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica geral ou gastroenterologista para avaliação inicial.
Especialista Indicado
Gastroenterologista
Quando Procurar Emergência
Sangramento intenso, dor abdominal aguda, desidratação severa, desmaio.
Linhas de Apoio
Disque 136 (SUS) Central de Atendimento do SUS Ligações de apoio emocional

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.