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cid 10 k30
CID-10

Dispepsia

Indigestão comum

Resumo

Dor na região superior sem doença grave aparente; manejo depende de estilo de vida

Identificação

Código Principal
K30
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dispepsia segundo OMS, desconforto epigástrico persistente sem etiologia orgânica definida
Nome em Inglês
Dyspepsia
Outros Nomes
indigestão • dispepsia funcional • dor gástrica • desconforto epigástrico • mal-estar digestivo
Siglas Comuns
Dyspepsia DPX K30

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XI - Doenças do sistema digestivo
Categoria Principal
Distúrbios Digestivos
Subcategoria
Dispepsia funcional
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dispepsia funcional afeta uma parcela significativa da população adulta global, com variações por diagnóstico.
Prevalência no Brasil
Brasil possui ampla morbidade; dados variam conforme critérios diagnósticos.
Faixa Etária Principal
adultos 20-60 anos
Distribuição por Sexo
leve predomínio feminina em alguns estudos
Grupos de Risco
estresse crônico uso de NSAIDs dieta rica em gordura tabaco álcool
Tendência Temporal
Acesso a diagnóstico aumenta; tendência de estabilidade geral.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causa principal: dispepsia funcional, multifatorial
Mecanismo Fisiopatológico
dismotilidade gástrica, sensibilidade visceral aumentada e inflamação leve associada
Fatores de Risco
estresse dieta rica em gordura tabaco álcool NSAIDs infecção leve
Fatores de Proteção
dieta balanceada atividade física sono adequado controle de estresse
Componente Genético
contribuição genética provável, ainda em estudo

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
dor ou desconforto epigástrico após refeições
Sintomas Frequentes
dor epigástrica
plenitude pós-prandial
nausea leve
flatulência
indigestão
dor ao fundo do estômago
Sinais de Alerta
  • dor súbita intensa
  • emagrecimento não intencional
  • hemorragia GI
  • vômitos persistentes
  • febre alta
Evolução Natural
sem tratamento, piora gradual de desconfortos
Complicações Possíveis
dor crônica perda de apetite anemia por sangramento oculto alteração de peso restrição alimentar

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
sintomas de dispepsia por 4-6 semanas, sem doença orgânica grave identificada
Exames Laboratoriais
hemograma ferro sérico função hepática amilase/p lipase teste de ferritina
Exames de Imagem
Endoscopia digestiva alta Ultrassom abdominal TC quando indicado RM se suspeita de doença associada
Diagnóstico Diferencial
  • gastrite
  • úlceras gástrica/duodenal
  • ERGE
  • pancreatite leve
  • doença biliopancreática
Tempo Médio para Diagnóstico
média de semanas a meses conforme acesso a avaliação

Tratamento

Abordagem Geral
mudanças de estilo de vida e dieta; avaliação médica para descartar causas graves
Modalidades de Tratamento
1 modificações dietéticas
2 gestão do estresse
3 medicações prescritas sob supervisão
4 endoscopia se indicado
5 tratamento de H. pylori se positivo
Especialidades Envolvidas
Gastroenterologia Clínica Geral Nutrição Psicologia Farmácia
Tempo de Tratamento
resposta varia; reavaliação em 4-8 semanas
Acompanhamento
retornos periódicos para ajuste e monitoramento de sintomas

Prognóstico

Prognóstico Geral
bom com manejo adequado e educação do paciente
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa adesão ao tratamento
  • sintomas leves
  • ausência de alarmas
  • resposta a mudanças de dieta
Fatores de Mau Prognóstico
  • dor persistente
  • alarmas persistentes
  • comorbidades
  • uso inadequado de NSAIDs
Qualidade de Vida
variável; melhora com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
adotar hábitos saudáveis e alimentação balanceada
Medidas Preventivas
comer devagar
evitar exageros
reduzir cafeína
atividade física
controle de estresse
Rastreamento
exames preventivos conforme idade e risco

Dados no Brasil

milhares de internações associadas a causas leves
Internações/Ano
baixa mortalidade associada a dispepsia funcional
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste e Sul com maior relatório; dados variam

Perguntas Frequentes

1 Quais são os principais sintomas?
Dor ou desconforto no abdômen superior pós-prandial.
2 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica com exames conforme idade e risco.
3 É possível curar dispepsia?
Não cura única; melhora com dieta, estilo de vida e tratamento quando necessário.
4 Quais são os fatores de risco?
Estresse, dieta rica em gordura, NSAIDs, tabaco, álcool.
5 Existe prevenção?
Alimentação balanceada, sono adequado, reduzir álcool e tabaco.

Mitos e Verdades

Mito

Dieta lava a dispepsia

Verdade

Dieta ajuda, mas não cura sozinha; manejo multifatorial.

Mito

Antácidos curam para sempre

Verdade

Aliviam sintomas; não resolvem a causa subjacente.

Mito

Dispepsia sempre é câncer

Verdade

A maioria é funcional; avaliação médica necessária.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
procure clínico geral ou gastroenterologista para avaliação
Especialista Indicado
Gastroenterologista
Quando Procurar Emergência
dor intensa, sangramento, emagrecimento, vômito persistente
Linhas de Apoio
0800-611-9910 0800-111-1234 0800-000-0000

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.