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cid 10 j45
CID-10

Asma brônquica alérgica

asma alérgica comum

Resumo

Asma é inflamação crônica das vias aéreas; gatilhos pioram; tratamento regular reduz crises

Identificação

Código Principal
J45
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Asma brônquica, doença inflamatória crônica das vias aéreas
Nome em Inglês
Asthma
Outros Nomes
asma alérgica • asma de origem alérgica • bronquite asmática • asma alérgica brônquica • asma alérgica infantil
Siglas Comuns
AB ASMA AIA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doença respiratória crônica
Subcategoria
asma brônquica alérgica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global estimada entre 1% e 18%, maior em crianças e jovens; variações regionais
Prevalência no Brasil
Brasil: estimada entre 6% e 9%, com variações regionais e subgrupos
Faixa Etária Principal
Crianças em idade escolar; pico na infância
Distribuição por Sexo
Proporção semelhante entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Atopia familiar Poluição do ar Alergênicos ambientais Infecções virais na infância Tabagismo passivo
Tendência Temporal
Tendência global estável com variações locais; aumento em áreas urbanas com poluição

Etiologia e Causas

Causa Principal
Inflamação crônica das vias aéreas mediada por alérgenos e fatores genéticos
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação crônica com hiperresponsividade brônquica, edema e muco, remodelamento ao longo do tempo
Fatores de Risco
Atopia familiar Poluição do ar Alergênicos ambientais Infecções virais na infância Tabagismo passivo Obesidade
Fatores de Proteção
Uso adequado de medicações controladas Ambiente sem alérgenos Vacinação atualizada Acesso rápido ao tratamento
Componente Genético
Herança multifatorial com genes que aumentam sensibilidade a alergias

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Chiado no peito com falta de ar, piora à noite ou com esforço
Sintomas Frequentes
Chiado no peito
Falta de ar
Tosse persistente
Dificuldade para dormir por tosse
Uso de inalador com crises
Piora com exercícios
Sinais de Alerta
  • Respiração muito rápida
  • Uso de músculos acessórios
  • Cianose perioral
  • Fala entrecortada
  • Crises prolongadas
Evolução Natural
Crônica com variação de controle; crises podem piorar sem manejo adequado
Complicações Possíveis
Broncoespasmo agudo Exacerbações graves com hospitalização Sono perturbado Limitação de atividades físicas Dano funcional se não tratado

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de crises recorrentes, espirometria com broncodilatador e testes de alergia
Exames Laboratoriais
Eosinofilia sanguínea IgE total elevado Painel de alérgenos inaláveis FeNO alto PCR pode ser normal
Exames de Imagem
Espirometria com broncodilatador Radiografia de tórax normal entre crises Avaliação de hiperresponsividade Tomografia não rotineira
Diagnóstico Diferencial
  • DPOC em fumante
  • Rinite alérgica sem asma
  • Tosse crônica sem chiado
  • Bronquite crônica
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente semanas a meses até confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Manejo da inflamação com plano escalonado, educação e ações para gatilhos
Modalidades de Tratamento
1 Broncodilatadores inalados
2 Corticosteroides inalados
3 Terapias biológicas em casos graves
4 Plano de ação de asma
5 Educação sobre manejo de gatilhos
Especialidades Envolvidas
Alergia e Imunologia Pneumologia Clínica Geral Enfermagem Fisioterapia Respiratória
Tempo de Tratamento
Duração contínua, com ajustes trimestrais conforme controle
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3 meses; ajuste de tratamento conforme controle

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com controle adequado; crises reduzidas com adesão
Fatores de Bom Prognóstico
  • Controle eficaz da inflamação
  • Adesão ao tratamento
  • Baixa exposição a gatilhos
  • Acesso rápido ao cuidado
Fatores de Mau Prognóstico
  • Descontrole frequente
  • Crises graves
  • Poluição persistente
  • Comorbidades não tratadas
Qualidade de Vida
Melhora com controle; sono melhor, menos cansaço e mais atividades

Prevenção

Prevenção Primária
Redução de gatilhos e manejo de alergias desde cedo
Medidas Preventivas
Evitar fumaça de cigarro
Reduzir poeira e ácaros
Vacinação em dia
Uso de máscara em poeira
Tratamento adequado de rinite
Rastreamento
Monitoramento regular de sintomas e função pulmonar, conforme necessidade

Dados no Brasil

Números variam ano a ano; consultar DATASUS
Internações/Ano
Mortalidade baixa com manejo; dados nacionais variam
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior prevalência em áreas urbanas, variações regionais

Perguntas Frequentes

1 É possível curar a asma?
Não há cura definitiva; controle diário reduz crises e melhora qualidade de vida.
2 Quais são os gatilhos comuns?
Poeira, ácaros, pólen, fumaça, frio e esforço intenso costumam desencadear crises.
3 Como confirmar diagnóstico?
História de crises, espirometria com broncodilatador e testes de alergia ajudam.
4 Tratamento costuma ser caro?
Planos públicos e privados existem; adesão é chave para controle efetivo.
5 Posso praticar exercícios?
Sim, com orientação; uso correto de inalador facilita atividades físicas.

Mitos e Verdades

Mito

vento e frio sempre pioram a asma

Verdade

Vento frio não impede; controle adequado permite prática de esportes.

Mito

inaladores viciam

Verdade

Não causam dependência; uso correto é seguro e necessário.

Mito

asma desaparece sem tratamento

Verdade

Tratamento mantém doença sob controle; crises costumam retornar sem manejo.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade básica de saúde para avaliação inicial
Especialista Indicado
Alergia e Imunologia ou Pneumologia
Quando Procurar Emergência
Dificuldade extrema, lábios/pele azulados, respiração rápida
Linhas de Apoio
Disque saúde 136 Liga SUS 0800-011-0540 SUS atendimento 0800 726 4422

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.