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cid 10 ivas
CID-10

Infecção viral das vias aéreas superiores

IVAS; resfriado comum

Resumo

IVAS são resfriados virais comuns; cuidados básicos promovem recuperação.

Identificação

Código Principal
J06.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Infecção viral das vias aéreas superiores
Nome em Inglês
Acute Viral Upper Respiratory Infection
Outros Nomes
Infecção viral das vias aéreas superiores • IVAS • Resfriado comum • Vias aéreas superiores viral • Gripe leve não especifica
Siglas Comuns
IVAS URI viral VRS

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Infecções virais respiratórias superiores
Subcategoria
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Infecções virais das vias aéreas superiores são extremamente comuns globalmente, com milhões de casos anuais.
Prevalência no Brasil
Alta incidência no Brasil, especialmente em estações frias, impactando crianças.
Faixa Etária Principal
Todas as idades, especialmente crianças
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
crianças pequenas idosos pessoas com alergias fumantes imunossuprimidos
Tendência Temporal
Tendência sazonal estável, picos no frio.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Vírus respiratórios comuns: rinovírus, influenza, coronavírus, parainfluenza, adenovírus.
Mecanismo Fisiopatológico
Vírus atingem mucosa nasal/faringe, provocando inflamação, edema, secreção e tosse.
Fatores de Risco
exposição a vírus ambientes lotados crianças pequenas tabagismo imunossupressão desnutrição
Fatores de Proteção
vacinas sazonais quando disponíveis higiene das mãos evitar contato com doentes boas práticas de higiene

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Congestão nasal com corrimento claro e tosse leve
Sintomas Frequentes
tosse
dor de garganta
febre baixa
mal-estar
dor de cabeça
cansaço
Sinais de Alerta
  • dispneia progressiva
  • fala difícil
  • desidratação
  • confusão
  • dor no peito súbita
Evolução Natural
Melhora geralmente em 7-10 dias; tosse pode persistir semanas
Complicações Possíveis
superinfecção bacteriana otite média sinusite crônica bronquite aguda asma desencadeada

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica típica; confirmação adicional depende do contexto
Exames Laboratoriais
Sinais vitais Exame físico completo Laboratório apenas se indicado PCR viral se influenza/RSV suspeitado Teste rápido influenza
Exames de Imagem
Radiografia de seios paranasais apenas se sinusite suspeita Tórax apenas se complicação respiratória
Diagnóstico Diferencial
  • rinite alérgica
  • sinusite viral
  • influenza leve
  • COVID-19
  • bronquite viral
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico frequente ocorre entre 1-3 dias do início dos sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento de suporte: hidratação, repouso, antipiréticos; antibióticos não costumam ajudar IVAS
Modalidades de Tratamento
1 Analgesicos/antipireticos leves
2 Descongestionantes conforme idade
3 Hidratacao adequada
4 Descanso
5 Acompanhamento clínico
Especialidades Envolvidas
Clínica geral Pediatria Otorrinolaringologia Enfermagem Saúde Pública
Tempo de Tratamento
3-7 dias na maioria; tosse pode durar semanas
Acompanhamento
Retorno em 48-72h ou antes se piorar

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente favorável com manejo adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • sintomas leves
  • bom suporte familiar
  • vacinação atualizada
  • acesso fácil a cuidados
Fatores de Mau Prognóstico
  • comorbidades respiratórias
  • imunossupressão
  • desidratação
  • dificuldade de acesso a cuidados
Qualidade de Vida
Atinge sono e atividades diárias, melhora com cuidado adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene, descanso, vacinação conforme disponível, evitar contato com doentes
Medidas Preventivas
Higiene das mãos
Evitar aglomerações
Vacinação sazonal
Ambiente bem ventilado
Cobrir nariz e boca ao tossir
Rastreamento
Rastreamento não específico; alertas para complicações em grupos de risco

Dados no Brasil

Internações são raras; mais comuns em menores de 5 anos.
Internações/Ano
Óbitos são muito incomuns, associando comorbidades.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência no sul/sudeste; sazonalidade varia por região.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sintomas típicos de IVAS?
Congestão, tosse, febre baixa, mal-estar; melhora em dias.
2 Preciso de antibiótico?
Geralmente não; antibióticos apenas se houver infecção bacteriana.
3 Quando retornar ao médico?
Piorar, respirar mal, desidratar ou febre alta devem levar a avaliação.
4 Como prevenir?
Higiene, vacinação, evitar contato com doentes, boa hidratação.
5 IVAS pode evoluir para gripe?
Quadros virais podem ser confundidos com gripe; avaliação clínica ajuda.

Mitos e Verdades

Mito

antibiótico cura resfriado.

Verdade

vírus não responde a antibióticos; uso indiscriminado prejudica.

Mito

frio causa resfriado.

Verdade

vírus é causa; frio facilita exposição a agentes.

Mito

vacina influenza causa gripe.

Verdade

vacina não causa gripe; pode reduzir risco de influenza.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: unidade básica de saúde para avaliação inicial
Especialista Indicado
Clínico geral ou pediatra
Quando Procurar Emergência
Procure atendimento se respiração difícil, desidratação ou confusão
Linhas de Apoio
SUS 136 Central de Saúde Pública Linha de apoio local

CIDs Relacionados

J06.9 J00 R50.9 Z00.8 B34.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.