contato@nztbr.com
cid 10 fibromialgia
CID-10

Fibromialgia

Fibromialgia

Resumo

Fibromialgia: dor crônica, fadiga, sono ruim; manejo envolve exercício, sono e apoio.

Identificação

Código Principal
M79.7
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fibromyalgia, síndrome de dor crônica generalizada definida pela OMS
Nome em Inglês
Fibromyalgia
Outros Nomes
Fibromialgia • Síndrome da dor generalizada • Dor musculoesquelética crônica • Fibromialgia sindrômica • Dor generalizada crônica
Siglas Comuns
FM FMS

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético
Categoria Principal
Doenças musculoesqueléticas
Subcategoria
Dor musculoesquelética crônica
Tipo de Condição
sindrome
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam entre 2% e 4% da população, com predominância feminina.
Prevalência no Brasil
Brasil: 2% a 5%, maior impacto em mulheres, dados regionais variam.
Faixa Etária Principal
Adultos 30-60 anos
Distribuição por Sexo
Predominância feminina, cerca de 70-90%
Grupos de Risco
História familiar de FM Mulheres Transtornos de humor Estresse crônico Privação de sono
Tendência Temporal
Tendência estável com leve aumento de diagnóstico por melhor reconhecimento.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Multifatorial: genes, neuromodulação e fatores psicossociais influenciam a dor.
Mecanismo Fisiopatológico
Sensibilização central da dor com amplificação de estímulos e alterações neuroquímicas.
Fatores de Risco
História familiar de FM Sexo feminino Dor crônica prévia Estresse prolongado Distúrbios do sono Baixa atividade física
Fatores de Proteção
Exercício regular Sono de qualidade Gestão do estresse Alimentação balanceada
Componente Genético
Contribuição genética presente em estudos familiares; não define a doença.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor generalizada difusa, crônica, em pontos dolorosos.
Sintomas Frequentes
Fadiga constante
Distúrbios de sono
Rigidez matinal
Dor muscular difusa
Sensibilidade ao toque
Transtornos de humor
Sinais de Alerta
  • Dor súbita com fraqueza
  • Perda de sensibilidade abrupta
  • Febre alta com rigidez
  • Fraqueza facial súbita
  • Dor de pescoço com piora rápida
Evolução Natural
Dor crônica com impacto funcional; pode permanecer estável com manejo adequado.
Complicações Possíveis
Redução da qualidade de vida Distúrbios do sono crônicos Depressão associada Ansiedade persistente Isolamento social

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dor generalizada por ≥3 meses com alta pontuação de sintomas (WPI/SS).
Exames Laboratoriais
Hemograma normal PCR normal TSH normal Vitamina B12 normal Proteína C reativa normal
Exames de Imagem
RM/MRI pode ser normal Raio-X sem alterações Ultrassom sem alterações específicas Laudo estrutural geralmente normal
Diagnóstico Diferencial
  • Artrite reumatoide
  • Lúpus
  • Hipermobilidade articular
  • Síndrome de fadiga crônica
  • Depressão/ansiedade
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo médio de diagnóstico: meses desde o início dos sintomas.

Tratamento

Abordagem Geral
Educação, exercícios, sono de qualidade, manejo do estresse e apoio psicossocial.
Modalidades de Tratamento
1 Exercício supervisionado
2 TCC
3 Manejo do sono
4 Técnicas de relaxamento
5 Medicamentos apenas sob orientação médica
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Reumatologista Fisioterapeuta Psicólogo Nutrólogo
Tempo de Tratamento
Duração varia; manutenção a longo prazo conforme evolução.
Acompanhamento
Frequência de retornos mensal a trimestral, ajustando o plano conforme progresso.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Dor crônica persistente; qualidade de vida pode melhorar com manejo adequado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao tratamento
  • Exercício regular
  • Sono adequado
  • Redução de estresse
Fatores de Mau Prognóstico
  • Atraso no diagnóstico
  • Comorbidades psiquiátricas
  • Sedentarismo
  • Baixa adesão ao tratamento
Qualidade de Vida
Impacto variável; apoio social e tratamentos ajudam na funcionalidade.

Prevenção

Prevenção Primária
Não há prevenção específica; hábitos saudáveis ajudam a reduzir impacto.
Medidas Preventivas
Exercício regular
Sono de qualidade
Gestão do estresse
Alimentação balanceada
Evitar tabagismo
Rastreamento
Avaliação clínica anual para monitorar sintomas e resposta ao tratamento.

Dados no Brasil

Hospitalizações raras, geralmente associadas a comorbidades.
Internações/Ano
Mortalidade baixa; não reduz a expectativa de vida.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição varia por região; maior acesso a serviços favorece.

Perguntas Frequentes

1 Fibromialgia é contagiosa?
Não; não há transmissão entre pessoas.
2 Existe cura definitiva?
Não há cura definitiva; foco em controle de sintomas.
3 Como confirmar diagnóstico?
Critérios de dor generalizada com avaliação clínica.
4 Pode evitar piora com exercício?
Sim; atividade física regular ajuda a reduzir sintomas.
5 Quais atividades ajudam no dia a dia?
Caminhada, natação leve, alongamento e sono regular.

Mitos e Verdades

Mito

fibromialgia é apenas ansiedade.

Verdade

envolve dor real e alterações no processamento neural.

Mito

só atinge mulheres.

Verdade

homens também podem ter FM.

Mito

não há tratamento.

Verdade

manejo multidisciplinar melhora sinais e vida.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Converse com médico de família; procure unidades de saúde.
Especialista Indicado
Reumatologista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com fraqueza, fala afetada ou queda exige atendimento.
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 CVV 188 SUS telefone local

CIDs Relacionados

M79.7 G89.4 R52.9 M25.51 F45.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.