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cid 10 f 41
CID-10

Transtornos de Ansiedade

Ansiedade, TAG, pânico, fobia social

Resumo

Ansiedade: preocupação excessiva que pode atrapalhar a vida; tratamento ajuda muito.

Identificação

Código Principal
F41
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Transtornos de ansiedade segundo OMS, CID-10, grupo de quadros com medo e preocupação.
Nome em Inglês
Anxiety Disorders
Outros Nomes
Fobia/Ansiedade • Transtorno de ansiedade generalizada • TAG • Ansiedade generalizada • Pânico
Siglas Comuns
TA GAD PD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo V - Transtornos mentais e comportamentos
Categoria Principal
Transtornos de ansiedade
Subcategoria
Transtorno de ansiedade generalizada
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam que transtornos de ansiedade afetam 7-12% da população mundial.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta prevalência anual de 9-12% em adultos.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e meia-idade, 18-45 anos
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em mulheres.
Grupos de Risco
Mulheres em idade reprodutiva Pessoas sob estresse crônico História familiar de transtornos mentais Uso de álcool ou substâncias Trauma na infância
Tendência Temporal
Tendência global estável com leve aumento em algumas regiões.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Componente biopsicossocial; fatores genéticos, neuroquímicos, ambientais.
Mecanismo Fisiopatológico
Disfunção de circuits de medo: amígdala, cortex pré-frontal, neurotransmissores.
Fatores de Risco
História familiar Transtornos de humor Uso de álcool ou substâncias Eventos estressores Conflitos familiares
Fatores de Proteção
Rede de apoio Técnicas de enfrentamento Sono regular Exercício físico
Componente Genético
Herança moderada; traços sensíveis a estresse elevam risco.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Ansiedade constante, preocupação sem cessar por meses.
Sintomas Frequentes
Preocupação persistente
Insônia ou sono de má qualidade
Tensão muscular
Fadiga
Dificuldade de concentração
Irritabilidade
Sinais de Alerta
  • Ideação suicida
  • Dificuldade extrema para respirar
  • Dor no peito não explicada
  • Desmaio súbito
  • Comportamento agitado extremo
Evolução Natural
Sem manejo, tende a persistir e piorar com estresse.
Complicações Possíveis
Depressão Uso de substâncias Isolamento social Desempenho profissional prejudicado Distúrbios do sono

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Entrevista clínica, critérios DSM-5/ICD-10, exclusão de doenças médicas.
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH Glicemia Função hepática Eletrolytes
Exames de Imagem
Não essencial para diagnóstico inicial Avaliação quando comorbidades presentes ECG se sintomático RM/EEG em situações especiais
Diagnóstico Diferencial
  • Depressão maior
  • Transtorno de pânico com agorafobia
  • TSA
  • Hipertireoidismo
  • Uso de estimulantes
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com acesso; geralmente meses entre início e confirmação.

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multimodal: psicoterapia, educação, manejo de estressores e sono.
Modalidades de Tratamento
1 Terapia cognitivo-comportamental
2 Terapia de exposição
3 Terapia de aceitação e compromisso
4 Medicamentos antidepressivos/ansiolíticos
5 Técnicas de relaxamento e sono
Especialidades Envolvidas
Psiquiatria Psicologia Clínica geral Enfermagem Assistência social
Tempo de Tratamento
Meses a anos, conforme resposta e adesão.
Acompanhamento
Consultas regulares, monitoramento de sintomas e ajustes terapêuticos.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com tratamento adequado, boa resposta e melhoria da qualidade de vida.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Rede de apoio
  • Gravidade inicial leve
  • Ausência de comorbidades graves
Fatores de Mau Prognóstico
  • Comorbidades graves
  • Uso de substâncias
  • Adesão irregular
  • Eventos traumáticos recentes
Qualidade de Vida
Pode melhorar muito com tratamento; mantém participação social.

Prevenção

Prevenção Primária
Promover bem-estar mental com sono adequado, atividade física e apoio social.
Medidas Preventivas
Rotina de sono
Exercício regular
Reduzir álcool e cafeína
Gestão de estresse
Apoio social
Rastreamento
Triagem com questionários em serviços de saúde; monitoramento de sintomas.

Dados no Brasil

Estimativas de internações relacionadas variam.
Internações/Ano
Mortes diretas são raras; prevalecem complicações associadas.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões Sudeste/Nordeste com maior demanda por serviços.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam ansiedade?
Preocupação constante, inquietude, insônia, fadiga.
2 Ansiedade tem cura?
Controle de sintomas e bem-estar; não há cura única.
3 Ansiedade aparece cedo?
Pode ocorrer na adolescência ou idade adulta; varia individua,l
4 Precisa de terapia para diagnosticar?
Avaliação clínica com profissionais de saúde mental essencial.
5 Medicação é inevitável?
Nem sempre; psicoterapia pode ser eficaz sozinha ou com medicação.

Mitos e Verdades

Mito

ansiedade é fraqueza.

Verdade

envolve biologia, genética e ambiente.

Mito

afeta apenas adultos.

Verdade

crianças e adolescentes também podem ter.

Mito

remédios arruinam a cabeça.

Verdade

tratamentos ajudam, com supervisão médica adequada.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Unidade básica, CAPS ou ambulatório de saúde mental.
Especialista Indicado
Psiquiatra ou psicólogo.
Quando Procurar Emergência
Crise aguda: dor no peito, falta de ar, confusão, ideação suicida.
Linhas de Apoio
Disque 136 SUS Teleatendimento Centro de Valorização da Vida 188

CIDs Relacionados

F41.0 F41.1 F41.2 F41.9 F93.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.