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cid 10 escoliose
CID-10

Escoliose idiopática

Curvatura da coluna

Resumo

Escoliose: curva na coluna em adolescentes; pode não ter dor; diagnóstico com radiografia.

Identificação

Código Principal
M41
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Escoliose idiopática
Nome em Inglês
Idiopathic scoliosis
Outros Nomes
Escoliose • Escoliose idiopática • Curvatura da coluna
Siglas Comuns
M41 M41.0 M41.9

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho locomotor
Categoria Principal
Doenças da coluna vertebral
Subcategoria
Coluna vertebral, escolioses
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam prevalência de escoliose entre 2-3% da população juvenil.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais são limitados; estimativas variam, similar à média global.
Faixa Etária Principal
Adolescentes 10-15 anos; pico de crescimento.
Distribuição por Sexo
Maior limiar de progressão em meninas; variação por população.
Grupos de Risco
sexo feminino crescimento rápido história familiar condições neuromusculares síndromes associadas
Tendência Temporal
Aumento gradual no diagnóstico impulsionado por rastreamento e conscientização.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Predominância idiopática com contribuição genética.
Mecanismo Fisiopatológico
Desbalanceamento de crescimento vertebral com deformidade progressiva em plano frontal.
Fatores de Risco
sexo feminino crescimento puberal rápido história familiar pouca atividade física obesidade moderada
Fatores de Proteção
atividade física regular fortalecimento paravertebral controle de peso detecção precoce
Componente Genético
Contribuição genética moderada; herdabilidade observada em séries familiares.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Assimetria visível da linha dos ombros e cintura.
Sintomas Frequentes
diferença de altura de ombros
desnível de cintura
dor lombar ocasional
dor ao alongar-se
rigidez matinal leve
dificuldade de respiração em casos graves
Sinais de Alerta
  • dor torácica súbita
  • fraqueza de membros
  • perda de controle da bexiga
  • deformidade progresiva
  • piora rápida da inclinação
Evolução Natural
Sem tratamento, curva pode progredir com o crescimento; tratamento pode estabilizar ou reduzir progressão.
Complicações Possíveis
Dor crônica Deformidade permanente Redução de capacidade pulmonar em casos graves Impacto estético Limitação de atividades

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exame físico com assimetria e radiografia com ângulo de Cobb para confirmação.
Exames Laboratoriais
hemograma bioquímica ers glicose creatinina
Exames de Imagem
radiografia com ângulo Cobb RM se suspeita de patologia vertebral associada TC não rotineira
Diagnóstico Diferencial
  • hipercifose
  • posturas incorretas
  • anomalias de alinhamento vertebral
  • tumores vertebrais
  • desequilíbrio muscular
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia: semanas a meses desde o trigger inicial.

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento busca manter alinhamento e qualidade de vida por meio de observação, exercícios e órtese.
Modalidades de Tratamento
1 observação
2 fisioterapia
3 órtese
4 cirurgia quando indicada
5 reavaliação periódica
Especialidades Envolvidas
Ortopedista Fisioterapeuta Radiologista Reabilitacao
Tempo de Tratamento
Duração depende da idade e curva; pode durar meses a anos.
Acompanhamento
Consultas regulares e radiografias de follow-up para monitorar curva.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva dependente da gravidade; tratamento adequado melhora desfechos.
Fatores de Bom Prognóstico
  • curvas leves
  • diagnóstico precoce
  • boa adesão ao tratamento
  • ambiente de suporte
Fatores de Mau Prognóstico
  • curvas graves
  • progressão rápida
  • multissistêmica
  • falta de adesão ao tratamento
Qualidade de Vida
Qualidade de vida tipicamente boa com manejo adequado.

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso adequado, atividade física, postura correta.
Medidas Preventivas
atividade física regular
fortalecimento da musculatura dorsal
controle de peso
rastreamento periódico
evitar sedentarismo
Rastreamento
Avaliação periódica em crianças em crescimento para detectar assimetria.

Dados no Brasil

Número de internações por ano; variações regionais.
Internações/Ano
Mortalidade anual associada é baixa e geralmente por condições associadas.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição varia; maiores números onde há detecção e avaliação.

Perguntas Frequentes

1 O que é escoliose idiopática?
Curvatura da coluna sem causa conhecida, detectada pela radiografia Cobb.
2 Como é confirmado o diagnóstico?
Avaliação clínica e radiografias; Cobb define a severidade.
3 Qual é o tratamento comum?
Observação, fisioterapia, órtese ou cirurgia conforme curva e idade.
4 Pode prevenir?
Não sempre; manter atividade física ajuda na saúde geral.
5 Dicas práticas do dia a dia
Postura, pausas ativas, exercícios orientados e acompanhamento médico.

Mitos e Verdades

Mito

escoliose resulta apenas da má postura.

Verdade

postura pode influenciar a aparência, mas não a causa principal.

Mito

curvatura sempre piora com o tempo.

Verdade

progressão depende de idade, tipo e tratamento.

Mito

cirurgia é a única opção.

Verdade

cirurgia é opção apenas em casos específicos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedista com foco em coluna; avaliação inicial necessária.
Especialista Indicado
Ortopedista especialista em coluna
Quando Procurar Emergência
Dor súbita intensa, fraqueza progressiva ou déficit neurológico.
Linhas de Apoio
0800-000-0001 SUS Telefone Associação de Escoliose Brasil

CIDs Relacionados

M41.0 M41.1 M41.9 M42.9 M43

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.