contato@nztbr.com
cid 10 epilepsia
CID-10

Epilepsia

Crises convulsivas recorrentes

Resumo

Epilepsia = crises recorrentes; tratamento reduz crises e melhora vida.

Identificação

Código Principal
G40
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Epilepsia
Nome em Inglês
Epilepsy
Outros Nomes
crises convulsivas • convulsões recorrentes • epilepsia infantil • epiléptico (termo antigo) • crises epilépticas
Siglas Comuns
EPI G40

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Transtornos neurológicos
Subcategoria
Epilepsia e crises convulsivas
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Globalmente afeta ~0,5-1% da população, com variações por idade.
Prevalência no Brasil
Estimativas nacionais similares, com sub-regional variação.
Faixa Etária Principal
Infância e adolescência, 0-14 anos
Distribuição por Sexo
Distribuição semelhante entre sexos; pico infantil.
Grupos de Risco
História familiar de epilepsia Trauma craniano Distúrbios do desenvolvimento Distúrbios do sono Uso de álcool ou drogas
Tendência Temporal
Tendência estável; avanços terapêuticos reduzem crises em alguns lugares.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Disfunção cerebral com descargas elétricas anormais causando crises.
Mecanismo Fisiopatológico
Hiperexcitabilidade neuronal com desregulacao de redes cerebrais
Fatores de Risco
História familiar Lesões cerebrais prévias Distúrbios do sono Uso de álcool/drogas Febre alta na infância Malnutrição
Fatores de Proteção
Tratamento precoce de crises Sono adequado Controle de doenças neurológicas Segurança em atividades
Componente Genético
Contribuição genética em síndromes; hereditariedade variável

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Crises convulsivas recorrentes, de duração variável.
Sintomas Frequentes
Perda de consciencia breve
Movimentos involuntários
Aura pré-crise
Confusão apos crises
Hiperatividade entre crises
Espasmos localizados
Sinais de Alerta
  • Crise >5 minutos
  • Crises que se repetem sem recuperação
  • Dificuldade para respirar durante crise
  • Lesões graves na crise
  • Crise em lactente com febre alta
Evolução Natural
Controle com tratamento adequado; sem tratamento crises frequentes
Complicações Possíveis
Lesoes por quedas Impacto cognitivo Depressao/ansiedade Dificuldade escolar Status epilepticus risco

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de crises + EEG/ RM; confirmação clínica.
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicemia Eletrólitos Creatinina Perfil hepatico
Exames de Imagem
EEG RM encefálica TC cranio Ultrassonografia transfontanelar
Diagnóstico Diferencial
  • Síncope
  • Ataque de pânico
  • Transtornos de movimento
  • Distúrbios do sono
  • Crise psicogenica
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; pode durar meses a anos em alguns casos

Tratamento

Abordagem Geral
Estratégia multidisciplinar: educação, monitoramento e manejo de crises.
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentos antiepilépticos
2 Cirurgia de epilepsia
3 Estimulação vagal
4 Dieta cetogênica
5 Terapia comportamental
Especialidades Envolvidas
Neurologia Pediatria Psicologia Reabilitação Enfermagem neurológica
Tempo de Tratamento
Tratamento pode ser vitalício ou ajustável ao quadro.
Acompanhamento
Consultas regulares, ajuste de medicação, monitorização de efeitos.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia por subtipos; controle adequado melhora qualidade de vida.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resposta boa ao tratamento
  • Diagnóstico precoce
  • Conformidade com medicação
  • Poucos tipos de crise
Fatores de Mau Prognóstico
  • Crises frequentes
  • Dificuldade de controle
  • Comorbidades
  • Status epileptico
Qualidade de Vida
Bem-estar melhora com apoio, educação e gestão eficaz.

Prevenção

Prevenção Primária
Selecao de fatores de risco e manejo de lesoes na infancia.
Medidas Preventivas
Sono adequado
Gerenciar febre
Tratamento de lesões neurológicas
Evitar traumas
Adesao ao tratamento
Rastreamento
Avaliação neurológica periódica para ajuste do plano.

Dados no Brasil

Estimativas indicam centenas de milhares de internações anuais.
Internações/Ano
Óbitos diretos são raros; crises mal controladas elevam risco geral.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com serviços neurológicos têm maior detecção.

Perguntas Frequentes

1 Pergunta comum: o que causa epilepsia sem explicacao?
Resposta: costuma haver origem neurológica variada; múltiplos fatores contribuem.
2 Pergunta comum: como saber se é epilepsia?
Resposta: crises repetidas com retorno entre, avaliacao neurológica confirma.
3 Pergunta comum: diagnostico definitivo depende de?
Resposta: historia de crises mais EEG e imagem cerebral.
4 Pergunta comum: posso prevenir crisis?
Resposta: controle de sono, tratamento adequado, evitar traumas ajuda.
5 Pergunta comum: impacto no dia a dia?
Resposta: acompanhamento, apoio e tratamento reduzem efeitos.

Mitos e Verdades

Mito

epilepsia é sinal de maldade.

Verdade

epilepsia é condição neurológica tratável.

Mito

crises duram sempre horas.

Verdade

muitas duram segundos a minutos com tratamento.

Mito

dieta não ajuda.

Verdade

dieta cetogênica pode beneficiar alguns pacientes.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure neurologista ou pronto-socorro se crise durar >5 minutos.
Especialista Indicado
Neurologista ou epileptologista.
Quando Procurar Emergência
Chame serviço de urgência em crise prolongada ou respirando mal.
Linhas de Apoio
188 (CVV) Samu 192 Centros de atenção em sua cidade

CIDs Relacionados

G40.0 G40.1 G40.2 G40.3 G40.4

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.