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cid 10 dor abdominal
CID-10

Dor abdominal inespecífica

dor de barriga

Resumo

Dor de barriga tem várias causas; avaliação médica ajuda a entender qual é.

Identificação

Código Principal
R10.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor abdominal inespecífica (R10) conforme CID-10 OMS
Nome em Inglês
Abdominal pain, unspecified
Outros Nomes
dor abdominal • dor de barriga • dor na barriga • desconforto abdominal • dor abdominal inespecífica
Siglas Comuns
DA R10 DAB

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema digestivo
Categoria Principal
Dor e desconforto abdominal
Subcategoria
Dor inespecífica
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
variavel
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor abdominal é sintoma comum com variação por etiologia; prevalência global alta.
Prevalência no Brasil
Brasil: frequência alta devido a gastrite, IBS e infecções; variações regionais.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e meia-idade; crianças com gastroenterites.
Distribuição por Sexo
Proporção semelhante entre homens e mulheres; IBS mais frequente em mulheres.
Grupos de Risco
Gastrite associada ao uso de NSAIDs Infecções gastrointestinais Hábito alimentar inadequado Estresse Doenças inflamatórias intestinais
Tendência Temporal
Tendência estável a longo prazo; variações conforme sazonalidade de infecções.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem comum inclui gastrite, dispepsia, IBS e infecções gastrointestinais.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação, distensão, irritação mucosa; alterações neurais digestivas causam dor.
Fatores de Risco
Anamnese de NSAID Hábito alimentar gorduroso Tabagismo Estresse crônico IDA Rotina irregular
Fatores de Proteção
Hidratação Dieta equilibrada Exercícios Sono regular
Componente Genético
Predisposição genética em IBS e doença celíaca; casos específicos podem ocorrer.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor abdominal como queixa central, localizada ou difusa, pode vir acompanhada de desconforto.
Sintomas Frequentes
Náusea
Vômitos
Distensão abdominal
Flatulência
Alteração de hábito intestinal
Febre leve
Sinais de Alerta
  • Dor súbita com rigidez
  • Vômitos persistentes
  • Sangramento
  • Hipotensão
  • Desconforto com febre alta
Evolução Natural
Pode evoluir rapidamente em infecções graves ou permanecer estável em dispepsia funcional.
Complicações Possíveis
Desidratação Irritação GI crônica Sangramento GI Obstrução intestinal Choque em casos graves

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História detalhada, exame físico e exclusão de causas graves com exames básicos.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR Ureia e creatinina Lipase/amylase Teste de gravidez
Exames de Imagem
Ultrassom abdominal Tomografia simples Rx abdominal Endoscopia digestiva alta (quando indicado)
Diagnóstico Diferencial
  • Gastrite
  • IBS
  • Apendicite
  • Obstrução intestinal
  • Doença inflamatória intestinal
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com etiologia; pode levar dias até confirmação.

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliar gravidade, confirmar etiologia e aliviar dor com medidas não farmacológicas.
Modalidades de Tratamento
1 Observação
2 Hidratação oral/venosa
3 Analgesia leve
4 Tratamento específico conforme etiologia
5 Endoscopia terapêutica quando indicado
Especialidades Envolvidas
Clínica geral Gastroenterologia Cirurgia Pediatria Nutrição
Tempo de Tratamento
Varia com etiologia; duração depende do diagnóstico.
Acompanhamento
Retorno em 1-2 semanas ou antes se piora; ajuste conforme evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da etiologia; muitas causas são benignas com boa evolução.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Etiologias benignes
  • Resposta rápida a hidratação
  • Tratamento precoce da gastrite
  • Ausência de sinais de alarme
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor aguda com rigidez abdominal
  • Rigidez peritoneal
  • Sinais de sepse
  • Hipotensão refratária
Qualidade de Vida
Impacta bem-estar; melhora com diagnóstico e manejo adequados.

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene alimentar, hidratação, evitar NSAIDs sem orientação, dieta equilibrada.
Medidas Preventivas
Lavar bem alimentos
Hidrate-se
Coma fibras moderadamente
Faça refeições regulares
Evite álcool em excesso
Rastreamento
Não há rastreamento único; siga diretrizes para suspeita de doenças.

Dados no Brasil

Estimativas variam; cerca de dezenas de milhares a depender da etiologia
Internações/Ano
Mortalidade baixa para dor abdominal inespecífica
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Carga maior em regiões com acesso sanitário precário

Perguntas Frequentes

1 Dor abdominal pode sinalizar doença grave?
Sim, pode indicar algo grave; avalie com médico rapidamente.
2 Quais exames ajudam no diagnóstico?
Hemograma, marcadores inflamatorios, ultrassom, conforme caso.
3 É possível prevenir dor abdominal?
Algumas causas respondem a dieta, hidratação e estilo de vida.
4 Quando a dor persiste?
Procure orientação se durar mais de 2-3 dias ou piorar.
5 O que fazer no dia a dia?
Mantenha hidratação, refeições leves e registre sintomas.

Mitos e Verdades

Mito

dor abdominal sempre é gravíssima.

Verdade

muitas causas são benignes; avaliação é essencial.

Mito

antibióticos curam tudo.

Verdade

antibióticos só se indicados clinicamente.

Mito

jejum prolongado cura.

Verdade

jejum prolongado não é solução; alimentação adequada ajuda.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento médico ao primeiro sinal de dor aguda ou grave.
Especialista Indicado
Gastroenterologista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com rigidez, febre alta, desfalecimento exige pronto atendimento.
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SAMU 192 Central de Teleatendimento 188

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.