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cid 10 dispneia
CID-10

Dispneia

falta de ar

Resumo

Falta de ar é sensação de respiração difícil, comum em várias doenças.

Identificação

Código Principal
R05
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dispneia — sensação de respiração dificultosa
Nome em Inglês
Dyspnea
Outros Nomes
falta de ar • dificuldade respiratória • dispnéia • dispneia ao esforço • falta respiratória
Siglas Comuns
DOE DISP R05

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças respiratórias
Subcategoria
Dispneia
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
aguda
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Síndrome comum em doenças respiratórias e cardíacas; variação conforme definição de dispneia e população.
Prevalência no Brasil
Carga maior em áreas com doenças crônicas, obesidade e acesso variável à saúde.
Faixa Etária Principal
Idade acima de 60 anos predomina, com vulnerabilidade maior em idosos.
Distribuição por Sexo
Distribuição próxima de 1:1, variações por etiologia.
Grupos de Risco
Idosos com cardiopatia DPOC Portadores de obesidade Tabagismo ativo Anemia
Tendência Temporal
Tendência global estável, com ascensão de doenças crônicas, envelhecimento e obesidade.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causas multifatoriais, incluindo alterações pulmonares, cardíacas, anemia e esforço elevado.
Mecanismo Fisiopatológico
Mecanismo: troca gasosa reduzida, inflamação, obstrução ou disfunção cardíaca elevando sensação de falta de ar.
Fatores de Risco
Tabagismo Idade avançada Obesidade Doenças cardíacas Doenças pulmonares crônicas Baixa atividade física
Fatores de Proteção
Vacinação adequada Gestão de comorbidades Cessar tabagismo Reduzir poluição e alérgenos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Falta de ar descrita pelo paciente, ao repouso ou esforço.
Sintomas Frequentes
dispneia ao esforço
taquipneia
fadiga
tosse
hipoxemia
palpitações
Sinais de Alerta
  • dispneia súbita grave
  • cianose marcada
  • alteração mental aguda
  • hipotensão
  • sinais de falência respiratória
Evolução Natural
Sem tratamento, tende a progredir com piora da troca gasosa e limitação funcional.
Complicações Possíveis
insuficiência respiratória hipóxia crônica arritmias infecções respiratórias recorrentes fraqueza muscular respiratória

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica, função pulmonar, gasometria e histórico detalhado.
Exames Laboratoriais
Gasometria arterial Hemoglobina Hematócrito Troponina Marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
Radiografia de tórax Ecocardiograma Tomografia de tórax RM cardíaca
Diagnóstico Diferencial
  • Asma
  • Edema pulmonar cardíaco
  • Infecção pulmonar
  • Pneumonia
  • Anemia grave
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia pela etiologia; diagnóstico rápido em emergências, longo em casos crônicos.

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio sintomático com oxigênio, tratamento da etiologia e monitorização.
Modalidades de Tratamento
1 Oxigenoterapia
2 Broncodilatadores
3 Diuréticos quando indicada
4 Ventilação não invasiva
5 Reabilitação pulmonar
Especialidades Envolvidas
Clínico Geral Pneumologista Cardiologista Emergencista Fisioterapeuta respiratório
Tempo de Tratamento
Duração depende da condição; pode ser semanas a meses.
Acompanhamento
Consultas regulares, ajuste de tratamento e monitoramento de função respiratória.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da etiologia; com manejo adequado, há melhora funcional.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Detecção precoce
  • Gestão eficaz de comorbidades
  • Acesso a tratamento
  • Adesão ao tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Disposição severa da etiologia
  • Dispneia refratária
  • Hipóxia persistente
  • Fraqueza muscular grave
Qualidade de Vida
Impacta a atividade diária; reabilitação melhora bem-estar.

Prevenção

Prevenção Primária
Promoção da saúde com controle de doenças, vacinação e cessação de tabagismo.
Medidas Preventivas
Vacinação regular
Controle de doenças crônicas
Cessar tabagismo
Reduzir poluição
Tratamento de infecções respiratórias
Rastreamento
Rastreamento depende da etiologia; monitoramento de sintomas em pacientes com risco.

Dados no Brasil

Milhares de internações por dispneia e comorbidades associadas.
Internações/Ano
Óbitos atribuídos variam pela etiologia; dados nacionais mostram tendência.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Carga maior em regiões com comorbidades e acesso restrito.

Perguntas Frequentes

1 O que é dispneia?
Falta de ar causada por várias condições; identificar a causa é essencial.
2 Quais exames ajudam no diagnóstico?
Exames de sangue, gasometria, raio X, ecocardiograma e espirometria.
3 Posso prevenir dispneia?
Controle de doenças, vacinação, não fumar, atividade física regular.
4 Como funciona tratamento?
Abordagem direcionada pela causa com alívio sintomático e reabilitação.
5 Qual é o prognóstico?
Depende da etiologia; tratamento adequado melhora o quadro.

Mitos e Verdades

Mito

dispneia sempre indica doença grave.

Verdade

Nem sempre; pode ocorrer por causas reversíveis.

Mito

apenas idosos adoecem.

Verdade

Jovens também podem ter dispneia por várias causas.

Mito

exercícios pioram dispneia.

Verdade

Reabilitação respiratória ajuda a melhorar a tolerância.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Começar com médico de família ou serviço público de saúde.
Especialista Indicado
Pneumologista
Quando Procurar Emergência
Falta ar grave, pele azul, confusão, dor no peito; procure socorro.
Linhas de Apoio
SUS 136 SAMU 192 Centro de atenção à saúde local

CIDs Relacionados

R05 I50.0 J44.9 R09.82 Z87.1

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.