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C61
CID-10

Carcinoma de próstata

Câncer de próstata

Resumo

Câncer de próstata é tumor da glândula masculina; com diagnóstico cedo, há boas opções de tratamento.

Identificação

Código Principal
C61
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Carcinoma de próstata (neoplasia maligna da próstata) segundo OMS
Nome em Inglês
Prostate Cancer
Outros Nomes
Neoplasia maligna da próstata • Carcinoma prostático • Ca de próstata • CaP • Prostate cancer
Siglas Comuns
CaP PCa Ca Prost

Classificação

Capítulo CID
Capítulo II - Neoplasias
Categoria Principal
Neoplasias malignas do sistema geniturinário
Subcategoria
Neoplasia maligna da próstata
Tipo de Condição
doenca
Natureza
neoplasica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam dezenas de milhões de casos vivos, com alta incidência em homens mais velhos.
Prevalência no Brasil
Brasil tem alta prevalência entre homens 60–70; diagnóstico precoce melhora desfecho.
Faixa Etária Principal
Homens acima de 50 anos, com pico após 65.
Distribuição por Sexo
Predominantemente masculino; relação homem:mulher alta.
Grupos de Risco
Idade >50 História familiar Raça afrodescendente Dieta rica em gordura Sedentarismo
Tendência Temporal
Incidência estável globalmente; detecção precoce vem aumentando em muitos países.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causa multifatorial com fatores genéticos, hormonais e ambientais.
Mecanismo Fisiopatológico
Proliferação de células prostáticas mal condicionadas com invasão local e metástases.
Fatores de Risco
Idade avançada História familiar Raça afrodescendente Dieta rica em gordura Baixa atividade física Obesidade
Fatores de Proteção
Dieta mediterrânea Exercício físico regular Detecção precoce via rastreamento Não fumar
Componente Genético
Influência hereditária; BRCA2 entre os genes estudados.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Queda da força do jato urinário e sensação de esvaziamento incompleto.
Sintomas Frequentes
Dificuldade para urinar
Jato fraco
Necessidade de urinar à noite
Sangue na urina
Dor pélvica
Perda de peso lenta
Sinais de Alerta
  • Dor óssea persistente
  • Dificuldade urinária grave
  • Febre alta persistente
  • Perda de peso rápida
  • Inchaço de membros
Evolução Natural
Sem tratamento, tende a progredir com invasão local e metástases.
Complicações Possíveis
Metástases ósseas Obstrução urinária Disfunção sexual Incontinência urinária Dor crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, PSA elevado, confirmação por biópsia prostática.
Exames Laboratoriais
PSA seriado Hemograma Creatinina Perfil hepático Eletrólitos
Exames de Imagem
RM multiparamétrica TC abdomino-pélvica PET-PSMA para estadiamento
Diagnóstico Diferencial
  • Hiperplasia prostática benigna
  • Prostatite
  • Infecção urinária
  • Câncer de bexiga
  • Câncer de uretra
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia de semanas a meses; rastreamento acelera.

Tratamento

Abordagem Geral
Equipe multidisciplinar com cirurgia, radioterapia e hormonioterapia conforme estágio.
Modalidades de Tratamento
1 Cirurgia prostática radical
2 Radioterapia externa ou braquiterapia
3 Hormonoterapia
4 Quimioterapia
5 Terapias alvo (PSMA)
Especialidades Envolvidas
Urologia Oncologia Radiologia Fisioterapia Enfermagem
Tempo de Tratamento
Varia por protocolo; cirurgia dias, radioterapia semanas, hormonoterapia meses.
Acompanhamento
Consultas regulares com PSA, exames de imagem e ajuste terapêutico.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende do estágio no diagnóstico; diagnóstico precoce melhora significativamente.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Estágio inicial
  • Gleason baixo
  • Resposta ao tratamento
  • Boa saúde geral
Fatores de Mau Prognóstico
  • Estágio avançado
  • Metástases ósseas
  • PSA muito alto
  • Comorbidades graves
Qualidade de Vida
Impacto variável; apoio médico e familiar melhora bem-estar.

Prevenção

Prevenção Primária
Não existe prevenção garantida, hábitos saudáveis ajudam a reduzir o risco geral.
Medidas Preventivas
Rastreamento regular
Dieta equilibrada
Exercício
Controle do peso
Não fumar
Rastreamento
PSA e toque retal conforme orientações médicas e idade.

Dados no Brasil

Varia por região; números do SUS ano a ano.
Internações/Ano
óbitos relacionados dependem de dados oficiais; atualização periódica.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior concentração de casos onde há rastreamento e diagnóstico.

Perguntas Frequentes

1 Quem pode ter câncer de próstata?
Homens, especialmente após 50, com fatores de risco.
2 O PSA significa câncer?
Não: PSA alto exige avaliação médica e biópsia para confirmação.
3 Quais são os tratamentos comuns?
Cirurgia, radioterapia, hormonoterapia, quimioterapia e terapias alvo.
4 É possível curar?
Casos localizados têm boa chance de controle; recidiva exige monitoramento.
5 Como reduzir o risco?
Estilo de vida saudável e rastreamento conforme orientação médica.

Mitos e Verdades

Mito

câncer de próstata sempre é fatal.

Verdade

diagnóstico precoce melhora significativamente o desfecho.

Mito

toque retal revela tudo.

Verdade

biópsia é essencial para confirmação.

Mito

tratamento impede qualquer cura.

Verdade

muitos casos curam ou controlam com tratamento adequado.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Converse com médico de família e busque orientação para rastreamento.
Especialista Indicado
Urologista ou oncologista.
Quando Procurar Emergência
Dificuldade urinária severa, dor intensa ou febre alta.
Linhas de Apoio
Disque Câncer 0800-707-2511 SUS 136 Ligações de apoio local

CIDs Relacionados

C61 Z12.5 Z85.8 Z51.9 Z13.5

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.